O tempo se passava, e eu me via sendo engolida por aquele homem que novamente tomava minha boca, enquanto estava sendo prensada na parede, com as pernas em volta de seu quadril. De repente, fiquei com receio pelo o quão rápido estávamos indo. — ...o almoço — lembrei à ele, enquanto tentava escapar daquela fúria sobre dois cristais escuros que me fuzilaram em seguida. Íamos almoçar na casa de seus pais. — Nossa conversa ainda não acabou — ele reclamou, passando o olhar sobre meu pescoço, provavelmente marcado. Ele apertou minhas coxas em seus quadris, lembrando-me que ainda estava suspensa em seus braços. Ele queria me deixar louca com aquela sensação? — Preciso pensar... – ele suspirou, ao me ouvir dizer. Me soltou devagar, me deixando escorregar pela sua perna, me deixando sem palavr

