Proposito

1383 Palavras
Dimitri Mikhail São pucas coisas das quais conseguem tirar o meu bom humor, Maya tem se tornado uma delas de uma maneira repetitiva. Por isso arrasto o i****a do soldado desacordado o jogando em cima da mesa puída de madeira, mordo o lábio inferior com força pensando bem no próximo ato. Muitos clamam pelo meu nome, outros gemem de medo ao imaginar as entradas do inferno sendo guardadas por um animal feroz, gigantesco e com três cabeças, abro um sorriso quando decido o que fazer, porque em certas religiões acreditam que uma cabeça irá olhar para o passado, outra o presente e a última o futuro. Mas existe futuro para quem já foi condenado ao inferno? Abro os dois botões do terno, enfiando a mão dentro do bolso pequeno e retirando um leve pedaço de couro que alguns imaginariam ser para guardar lápis como alguns desenhistas profissionais fazer. Quando desato o nó do laço, obserso três seringas prontas uma pequena caixinha de lâminas e o suporte favorito que uso para montar a navalha. Retiro a primeira seringa que contém uma boa dose de sedativo, não gosto de ter trabalho para amarrar alguns desafetos e nesse momento preciso agir rápido antes que Nicklaus frustre os meus planos para o prisioneiro. Aplico metade do conteudo na coxa esquerda do babaca, começando a montar a navalha. Deixo o objeto fechado pronto no bolso da calça comeando a abrir as calças do homem, colcando o m****o mole para fora da cueca, pego suas duas mãos e as em cima do peito de maneira meticulosa. Satisfeito com a visão, inicio segurando o indicador entre as minhas mãos cobertas pela luva preta de couro, quebro o primeiro dedo observando como sua perna sofre um espasmo com a descarga de dor refletindo em seu pequeno cerebro sem raciocinio. Quebro o segundo e no terceiro já está abrindo os olhos marejados em dor com o efeito da sedação passando, abro um sorriso enorme deixando que veja o quanto estou e******o com isso. Ninguém toca o que é meu. Ninguém pode quebrar os meus brinquedos além de mim mesmo. Uso o restante do conteudo da seringa aplicando em sua jugular para ter um efeito mais rapido, ele apaga quase instantaneamente é o tempo que uso para quebrar os últimos dois dedos puxando a faca presa ao cinto nas costas para enfiar entre os ossos, rompendo os ligamentos fazendo seu grito ao acordar de dor ecoar pelo lugar. Consigo separar o primeiro e enfio a ponta da faca no segundo, adorando como fica perdido entre o corpo pesado, sonolento, quase morto pela dosagem pesada da droga que atingiu o seu sistema nervoso, contra o estimulo de dor enviado pelo sistema periferico para o cerebro. A p***a do corpo humano sempre é excitante de maneiras diferentes. Arranco o segundo e pulo para o terceiro dedo, ao final dos cincos tenho uma mão sangrando, um homem mijado e olhos cheios de lagrimas. Nem consegue falar algo com a lingua pesada dentro da boca, acaba enrolando fazendo a baba escorrer pelos lábios sujando a barba. Dou a volta na mesa retirando a segunda seringa, analisando se irei precisar ou se ele aguenta mais dores dessa forma, bato os dedos contra a madeira observando seus olhos castanhos amedrontados seguindo os meus movimentos, bato o pé no chão, uma, duas, três e quatro vezes para escolher a segunda opção. Quebrar cada dedo. Enfiar a faca entre a junção de cada dedo e a mão. Escutar o ligamento rompendo como se estivesse cortando uma galinha e não um homem. Dez dedos, dez repetições. Cada um dos pedaços em cima da barriga dele, sinto a p***a do meu p*u latejando querendo um alivio de tanta excitação. Dou passos para trás observando o corpo, escutando o choro como uma boa música de jazz ecoando em meio ao silêncio do animal que deseja estraçalhar ainda mais pedaços. Saio desse topor escutando os gritos entre meu irmão e o bastardo no porão, suspiro enfurecido por precisar agir um pouco mais rapido do que gostaria. Olho bem para o m****o mole em volta da poça de urina que se formou na pelve, retiro a lâmina do bolso pronto para continua. Suas pernas já conseguem se debater um pouco, mas não irei dar outra dose, não. Ele vai entender o que significa ser castigado pelo cão do inferno. Com a mão esquerda seguro o m****o dele, num movimento lento o homem consegue erguer um pouco a cabeça vendo o que estou segurando querendo falar a lingua se enrola, a baba escorre e a minha navalha afiada encontra a pele que recobre a glande, fazendo o corte na vertical descendo até as bolas. O grito que solta é desesperador, o sangue verte em camadas longas, do mesmo como faço outro corte na frente e nas laterais puxo a pele como se estivesse abrindo um sabugo de milho expondo o musculo do maldito. Ele grita ainda mais, só que desejo mais e mais, por isso enfio a mão nas bolas dele e começo a cortar lentamente, o filho da p**a começa a se cagar sem ter nenhum controle dos musculos do próprio cu devido a droga e a dor. Vou arrancando cada vez mais, seguro a carne cortada com uma única mão, no lugar o sangue escorre sei que irá morrer de hemorragia em pouco tempo, mas quero um pouco mais de diversão. Por isso enquanto grita de dor aproveito para jogar a carne dentro da sua boca, fazendo com que engasgue, com a mão esquerda toda ensanguentada seguro a sua testa para firmar a cabeça enquanto golfa no próprio sangue. Abro um sorriso macabro, sua última visão do mundo, ergo a navalha e corto da cabeça até a metade da bochecha rasgando o primeiro olho e repetindo o mesmo com o segundo. Dois minutos de sangue escorrendo pelo lugar onde deveria ser as suas bolas, cortes nos olhos, nos dedos e o vomito sujando as laterais da cara, morto. Rapido demais para o meu gosto, solto um suspiro com essa constatação, mas guardo a minha lâmina e enfio as mãos no bolso sabendo que preciso enfrentar uma fera maior agora. Descendo as escadas encontro com Nicklaus destruindo uma madeira contra o homem acorrentado, espero que a madeira se quebre para chamar a sua atenção. Seu olhar analitico avalia o meu e sei que é só por isso que abre mão da morte do homem. Com os dentes cheios de sangue e um sorriso patetico estampando o rosto, encara o meu olhar. "Ahhh descobriu do que a p*****a gosta e veio pedir conselhos?" Giro os ombros aproximando-me dele lentamente, cada passo é um centimetro a mais de sorriso que se abre na p***a do meu rosto. "Por favor." Retruco. "Ela gosta, você sabe." implica mais uma vez. Seguro a sua mandibula entre os dedos cobertos pela luva aproveitando para limpar o sangue em seu rosto machucado, mesmo com a luz fraca ele consegue ver o liquido e ergue a sobrancelha. "Acha que não sei do que uma p**a gosta?" Questiono virando a cabeça de lado. "Mas você sabe do que um cachorro gosta?" Pergunto esperando alguns intantes mas o silêncio continua. "Estraçalhar a carne, quebrar brinquedos, f***r sem pedir permissão porque o c*****o do cheiro é intoxicante, sabe do que o cão do inferno gosta?" Questiono adorando o brilho de medo que aparece nele. "Adestrar, porque só existe um único animal nesse inferno, na próxima vez que aparecer na sua frente aquela p*****a vai estar do meu lado e não se preocupe será para te mostrar como sou capaz de adestrar uma c****a e f***r com a sua b***a ao mesmo tempo." Solto seu rosto ficando em pé, sem esperar por nada caminho de volta refazendo os passos até estar destrancando o carro e colocando as mãos no volante, ignorando o olhar assustado da c****a que irei quebrar. Maya acha que foi destruida o suficiente, mas essa p**a viciada em sexo não imagina como sou capaz de destrui-la e a moldar do jeito que quero. Yukov irá morrer, mas na hora certa, pelas mãos dela porque nada melhor do que matar o próprio algoz para quebrar os resquicios de bondade que imagina ter. Esse é o meu proposito, fazer cada pecador enfrentar seus medos dentro do inferno.
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