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2216 Palavras
Maya Deixo as lágrimas caírem ainda mais amedrontada, tentando encolher as pernas contra o sofá enquanto ele grita furioso, destruindo algumas coisas no quarto. O ódio e a loucura em seu olhar é o prelúdio de dor. Mordo os lábios contendo os soluços, pois o som deles só o deixara ainda mais agressivo. Desvio o olhar, mas ainda peguei o flash dos seus olhos ao notar que estava encarando. Prendo a respiração ao ver seus sapatos sociais lustrados, um movimento e seu pé esquerdo está em cima do meu joelho causando uma dor profunda. “Por favor.” Gemo desesperada. A mão grande envolve os meus fios com força, sou arrastada para a escada de madeira, quando tenho o corpo jogado contra os degraus solto um grito com a dor dilacerante, mesmo sabendo o que vem em seguida não consigo conter o desespero. Os dedos se fincam contra as minhas coxas, arranhando a parte interna, apenas de sutiã e calcinha para receber as punições, ele tem facilidade em puxar o tecido, fazendo o elástico machucar meu quadril. Uma mão segura a minha nuca enquanto tento fugir, o peso dele contra as minhas costas, aumenta dolorosamente, pressionando o estomago contra os degraus. Sinto as lagrimas quentes escorrendo quando a dor da invasão atravessa toda a minha i********e, fazendo com que grite até a voz falhar. Ele espalma a mão contra a minha bochecha, fazendo o meu rosto ficar colado contra a madeira enquanto estou inclinada na escada o suficiente para tomar tudo o que deseja. Suas estocadas secas e os gemidos roucos embrulhando o meu estomago. “Carolina” Ele geme como o maldito perseguidor que é, quanto mais ela se afasta dele mais suas manias voltam. Quando termina o ato gozando dentro de mim, retirando seu peso fico parada, dolorida, machucada. Espero que passe por mim subindo as escadas, mas quando não o faz sinto o medo crescendo até se transformar em panico. As mãos grandes agarram a parte traseira das minhas coxas, as abrindo. “De novo não, por favor, você ja fez o que queria.” Tenho em vista implorar, mas não é o suficiente, ele puxa meus fios outra vez arrastando meu corpo pelo quarto enquanto seguro em seu pulso. Joga-me contra o sofá e como uma boneca fico parada, logo, ele entra em mim. Não consigo mais chorar, nem tenho forças para lutar contra, talvez seja isso que o enfurece, ao segurar a minha nuca e forçar meu rosto contra o sofá, minha respiração para, enquanto começo a me debater contra, desesperada por ar enquanto a dor nas minhas partes íntimas apenas aumenta. Desisto querendo aceitar a morte só que ela não vem. Com os olhos embaçados pelas lágrimas, sou puxada para trás, a mão grande estapeando o meu rosto para a consciência voltar. Ele empurra a minha cabeça contra o encosto do sofá, sobe um pé no assento e força o m****o sujo de sangue e esperma contra a minha boca, gemo em desespero. “É melhor você abrir a boca e engolir minha p***a sem vomitar ou vou te f***r em cima do vomito.” Choro abrindo a boca, ele enfia o m****o até o final sem se importar com o quanto engasgo, se força entrando e saindo, quando sinto os jatos de semem caindo na minha garganta preciso engolir com força para não vomitar. Ele se retira cobrindo o p*u com a cueca, a calça entreaberta. “Abre as pernas.” Ordena Puxando o celular, bate fotos minhas nua e exposta com a i********e sangrando. Caminha pelo quarto, bebe água e fica ao lado da porta escondida, choro com medo ao escutar as batidas. Seu sorriso maquiavélico se expande. Cinco homens entram. Reconheço suas faces, mas é o olhar que decreta o quanto sofrerei mais. Insatisfeito, ele retorna com uma braçadeira prendendo as minhas mãos e me colocando com a barriga contra a lateral do sofá deixando a b***a erguida, as chicotadas se iniciam. Enquanto os amigos dele bebem, falam e se despem ficando apenas de cueca os meus gritos são ignorados. Sinto o momento exato em que a pele se rompe deixando o machucado. Isso parece divertir os homens, ele para, olhando para o lado vejo eles retirando a mesa do meio do tapete. De alguma forma consigo ter forças e aproveito a distração para correr pelas escadas em direção a escotilha, já estou na cozinha da casa quando sou puxada pelo tornozelo, minhas unhas sangram com o quanto as arrasto pelo piso. Bato a cabeça na quina da madeira tentando me segurar. Perco a luta sendo jogada em cima dos ombros largos e depois jogada no chão como um saco de batatas sinto as costelas doerem. Os homens seguram seus membros eretos rindo e caçoando da minha tentativa de fuga, tenho os braços presos acima da cabeça e as pernas presas em uma barra de metal com algemas nas pontas. Sinto o peso da gargantilha de metal sendo colocada. Mal consigo virar de lado quando um deles se posiciona no chão puxando os meus quadris para trás escuto o som da cuspida e o dedo penetrando a minha b***a. Grito com a dor, mas nada me prepara para a invasão. Sou virada de frente com ele enfiado na minha b***a outro homem segura na barra de ferro passando os pés por dentro e se ajoelhando ele se enfia na minha b****a já seca fazendo a dor apenas aumentar. Quando penso já estar em um inferno tenho os fios de cabelo puxados um terceiro homem bate com o m****o no meu rosto até me obrigar a abrir a boca, três homens me tomam de uma única vez. Sinto a consciência ir e vir enquanto eles entram e saem, se forçando ao mesmo tempo. Quando imagino ter acabado, eles trocam de posições, cada um dos três se enfia na minha boca, b****a e b***a. Estou quase desmaiando quando finalmente terminam, então ele joga um balde de água com gelo em cima de mim, grito com o frio. Desejo a morte desejo o fim dessa tortura. Mas preciso passar pelo mesmo novamente enquanto ele reveza com os outros dois, até todos estarem satisfeitos. Meu corpo largado contra o tapete, exposto, sangrando, com frio e sujo. Um dia imaginei que era amada por ele, um dia pensei que seria protegida por ele até o dia em que ela apareceu e acendeu a loucura dele, o dia em que Carolina apareceu na vida do meu irmão foi o dia em que fui arrastada para o porão sendo jogada contra os lobos e percebendo que nada na máfia poderia ser limpo, não quando se nasce no meio da corrupção e do pecado. Agora, sentada de frente para o segundo carrasco dos meus pesadelos ergo o copo com uísque tomando um longo gole, seu corpo preso a parede por longos grilhões de ferro, deixando marcas roxas, o rosto quase irreconhecível devido as surras diárias. Como uma masoquista passo a língua nos lábios sentindo o gosto da dor, o gosto do desprezo incutido tão profundamente na carne que chego a pulsar com essa visão. Meus s***s pesam diante da sujeira, a mão do soldado acariciando os meus fios loiros louco para ganhar um prêmio por desobedecer às ordens. Não n**o seu desejo, na verdade deixo que tome a minha boca até se cansar para que finalmente fique sozinha com o meu irmão. “Me solte logo, putinha.” Engatinho na sua direção sentando com alguma distância entre nós, não quero estar próxima demais, limpo o canto da boca. “Sabe quem vi hoje?” Questiono sentindo o gosto doce da sua curiosidade fazendo o fogo acender dentro do meu coração. “Você a viu?” Questiona com os olhos brilhando de desejo pela mulher. Abro um sorriso completo sem nem mesmo perceber quando fui tomada por tanta crueldade ou quando passei a desejar estar no lugar do meu torturador. “DIGAAA” Grita desesperado por informações que não tem a meses. Desde que Nicklaus foi internado que fiquei na abstinência da imoralidade da qual fui criada, como um pequeno ser perdido se afogando cada dia mais na loucura em busca de saciar a sede tentei como uma cristã orar todos os dias na igreja. Tentei ajudar os necessitados após o grande incidente nas ruas da praça vermelha, tentei ser uma amiga para Carolina, ser uma noiva digna para Dimitri. Mas aqui estou sentada frente a frente com ele, desejando ser punida, desejando ser destruída. “Eu posso dar o que você quer.” Oferece. Mas não é dele que quero, não, são daqueles olhos frios que necessito. “Carolina está tão feliz com Nicklaus.” Digo finalmente me erguendo do chão. “Você está mentindo!” Sua voz tem tons de pavor principalmente por saber que não pode fazer nada além. “E o p*u dele é maior que o seu.” “Vagabunda mentirosa...” Palmas ecoam pelo lugar fazendo o medo tomar a minha espinha, a sensação do frio correndo pelas minhas pernas fazendo a eletricidade chegar a minha i********e de uma maneira enlouquecedora, os meus s***s pesam e lá está ele, como o verdadeiro demônio prestes a destruir tudo ao redor, pronto para incendiar a cidade. “Vagabunda ela pode ser por ter vindo até aqui sem o meu irmão saber, mas ela não esta mentindo quando diz que o meu p*u é maior que o seu.” Nicklaus toma passos lentos na minha direção. Sinto vontade de curvar o corpo para ele pisotear, quero ajoelhar e ser abusada por ele e quase choro de loucura quando seus dedos envolvem a minha mandíbula erguendo a minha cabeça para fixar os nossos olhares. “Garota estupida e viciada, é melhor não errar com Dimitri se você o machucar de qualquer forma a punição não será ser fodida, vou fazer questão de arrancar cada um dos seus dedos antes de te matar.” Sua voz soa rouca e fria com tanto ódio. “Tire a sua b***a daqui e vá oferecer a sua b***a para ele antes que eu resolva te matar aqui mesmo.” Solta-me com tanto desprezo que as lágrimas caem com força, tropeço para o lado e corro para fora do lugar sujo sem direcionar um único olhar para o soldado que ainda pronuncia o meu nome, no meio da rua tomo uma longa inspiração buscando conter o impasse que cerca a minha cabeça. “Que merda você está fazendo aqui?” O puxão nos meus fios e a voz contra a minha orelha é quente demais. Macio demais, tudo nele é demais e muito mais do que mereço. Tem força na mão o suficiente para causar uma pinicada de dor mas c***l o suficiente para não saciar o meu vicio. “Precisava ver o maldito sofrendo.” Confesso uma meia verdade, sentindo o coração correndo como um cavalo de corrida desesperado e a i********e se tornando uma poça de desejo ao receber a crueldade dele tão explicita em seu olhar, abaixo os olhos incapaz de segurar por mais tempo é como se todo o meu corpo necessitasse se curvar para obedecer os desejos de Dimitri, uma magnetismo destrutivo no qual fico viciada a cada vez que me deixa ficar próxima o suficiente. “Mas.. as… o soldado não deixou.” Falo gaguejando. O aperto não diminui, meus olhos se arregalam com o passo que ele dá para grudar os nossos corpos fazendo tudo dentro de mim incendiar como uma floresta pegando fogo no meio do inverno, porque por fora tudo é frio mas por dentro é tão quente. Controlo a vontade de suspirar, mesmo ao sentir o toque da ponta da sua lingua contra a minha orelha num movimento lento até parar no brinco. “Você realmente se considera inteligente não é?” Estremeço com a pergunta. “Hudson.” Ele grita. Olho sob o ombro vendo o soldado que enfiou o p*u na minha boca com um rosto totalmente controlado, não age como se a morte estivesse a passos dele. “Senhor?” Questiona sem desviar o olhar de Dimitri. “Se aproxime.” Ordena. O homem não vacila em nenhum momento completamente ao contrário de mim, preciso segurar no punho de Dimitri para conseguir manter a força nos joelhos. Quando para ao lado preciso de um autocontrole terrivel para não arregalar os olhos ou implorar que pare. Só que tudo é rapido demais, num movimento calculado Dimitri puxa uma navalha fazendo um corte diagonal no rosto do homem que atravessa o seu olho direito que estava ao meu lado fazendo o sangue espirrar contra a minha pele e o grito que prendia sair com força assustando todos os drogados ao redor que começam a correr para longe. “Vomite para tirar esse odor de p***a da sua boca e entre na p***a do carro, Maya.” Sua ordem é clara com a voz grossa. “É melhor que o seu irmãozinho esteja acorrentado onde deixei, senão você vai assumir o lugar dele.” Solta-me com violência para o lado no mesmo instante em que seguro o cabelo agachando no chão e vomitando. Ainda vejo a maneira como o homem se debate no chão da calçada enquanto as mãos enluvadas de Dimitri o arrasta para dentro do lugar inospito.
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