Maya
O corpo inteiro treme conforme a raiva explode dentro do peito, com a garrafa atras me ergo tão rápido que o brilho de surpresa atinge as iris dele, sem tempo de reagir acerto a garrafa em seu rosto fazendo o vidro quebrar cortando a lateral, aproveito o momento para correr de volta para o carro querendo passar por cima dele com o veículo e ficar livre desse crápula.
É quando sinto o corpo sendo preso contra a porta do motorista, meus s***s batem contra o vidro e o cheiro do sangue invade os meus sentidos.
A sensação de ser uma presa sendo pega ativa os meus instintos, debato com força tentando ser solta. Tenho os fios de cabelo sendo segurados para trás quando meu rosto bate contra o vidro da porta esmagando a bochecha.
Olhando de lado vejo um lado do rosto dele coberto por sangue, mas em seu olhar não existe nada, nenhum fio de emoção, é como se as geleiras que envolvem o mar da Rússia estivessem todas dentro dos olhos de Dimitri.
Frio é tudo o que sinto encarando o azul intenso.
"Precisa de muito mais do que isso para conseguir me matar." Sua voz soa grave. "Mas agora que mostrou as suas garras vamos jogar."
Calada e com raiva, sinto as pernas tremerem ao ver um brilho de expectativa no olhar dele que logo volta a ser coberto pelo vazio.
"Você é louco"
"E você está em abstinência."
congelo contra a mão que segura os meus fios, não uso drogas, jamais tomei um único gole de álcool, mas provei de algo bem pior que isso. A insanidade.
Ela nasce da descrença e se envolve na tormenta, alimentada pelo medo e incendiada pela ansiedade. A insanidade que vive no sub consciente de cada um, se esconde todos os dias para continuar mantendo a vida perfeita aos olhos da moralidade até você cair.
a primeira queda é sempre a mais intensa as outras são só pequenos desvios.
"Surpresa que sei o segredinho sujo." O d***o murmura como uma oferta contra a minha orelha, o hálito quente de uísque faz os meus s***s pesarem e os b***s enturmecer. "Maya, quem te vê tão doce e ingênua não sabe o que esconde."
"Você não sabe de nada." Respondo entre os dentes com raiva uso as mãos para tentar alcançar o rosto machucado, mas com uma única mão dele tenho os punhos presos no teto do carro.
Dimitri solta os fios do meu cabelo deixando com que eles caiam nas costas.
"Me solta porra." grito com raiva.
Mas é como falar com o nada diante do olhar vazio dele. Sinto o toque da ponta dos dedos deslizando pela coluna até alcançar a calcinha minúscula que estou usando.
com força ele puxa o tecido para cima fazendo com que machuque os meus quadris e a parte de baixo entre os grandes lábios.
"Você não quer ser solta Maya, não quer viver solta."
viro o rosto para cima desviando do olhar gemido que parece ler cada um dos meus malditos defeitos e insanidades.
Escuto o som metálico antes que consiga virar a cabeca para olhar tenho os punhos soltos mas a cabeça pressionada com força suficiente para causar dor contra o vidro.
"Isso não te importa é só me matar e estaremos livres dessa merda." Consigo falar sentindo a testa doendo.
É o som do riso dele que faz os meus pelos se ericarem, como pode um som tão lindo sair dos lábios desse maldito.
"O seu castigo é estar presa a mim."
"Agora eu sei bem disso." Admito num murmúrio.
Sinto os olhos se enchendo de lágrimas, pela humilhação, ele viu, estava dentro do carro assistindo enquanto me oferecia como um pedaço de carne barato para dois homens que poderiam me matar.
Observou de longe enquanto tirava a roupa querendo saciar a necessidade de ser... de ser.. quebrada mais uma vez.
Porque cair no inferno não basta quando a necessidade de viver repetindo os pecados insiste em crescer como uma erva daninha sob a minha pele.
Sou puxada para fora da mente ao sentir o joelho dele contra a minha coxa e o toque áspero contra a canrne da i********e sensível por causa da calcinha forçada para cima.
O vai e vem áspero começa a causar uma fricção que em qualquer outra mulher causaria dor, mas não sou outra e como uma maldição gosto da dor, reviro os olhos abrindo mais as pernas e empinando a b***a para ter mais do toque.
Então ele para.
"Dimitri." imploro.
Imploro por estar dentro da loucura, causada por ele quando matou os dois homens, quando negou a quebra da minha alma em mais um pedaço.
"Sabe o que é isso?"
Tento usar as mãos para puxar o corpo dele, mas não alcanço, a força que usa contra a minha cabeça não deixa olhar para trás.
"Não."
"Junte os punhos e vai descobrir."
Obedeço já longe da raiva, ele solta a minha cabeça e prende os meus punhos percebo que é o cinto que usava. Ofego mordendo os lábios, não quero admitir estar desejando ele.
Do mesmo jeito que preciso satisfazer a vontade. Grudo a bochecha no vidro para poder olhar por cima do ombro.
Continua lá o olhar vazio, o intenso azul como o mar russo, não consigo ver sua mão mas logo sinto algo gelado como metal contra a minha i********e.
"Sem respirar Maya, bem quieta ou vai se cortar."
Engulo a saliva com medo, medo , medo..
o maldito medo que trás a insanidade e me deixa..
"Molhada e excitada para ser cortada aqui Maya?"
"Você não faria isso." consigo falar mesmo tremendo.
"Acredita no que fala?" Questiona
e não eu não acredito, por isso a lágrima cai pelo canto dos meus olhos, enquanto a lâmina desliza pelo caminho da calcinha presa entre os grandes lábios da.minha b****a que pinga excitada.
Sinto como movimenta o objeto cortante fazendo o meu coração perder as batidas o som dos carros na rua somem, só consigo escutar a minha própria respiração até ouvir o som do tecido sendo cortado dentro da minha b****a.
"Deveria cortar cada pedaço dessa carne molhada, só para você aprender a me respeitar e nunca mais botar o p*u de qualquer um na boca quando está em um compromisso comigo." Fala contra o lóbulo da minha orelha esquerda. "É isso que quer Maya?"
"Não."
Ele solta o ar com força o que me faz estremecer. O objeto desce até tocar o meu c******s.
De uma forma precisa ele faz um movimento no pedaço de carne agora despido, estremeço e acabo gemendo com o toque. É diferente, não é um toque do qual causa dor, sinto... sinto prazer.
Fecho os olhos começando a aproveitar esse toque, sinto as pernas tremendo e de um jeito diferente quero mais, mais.
Então Dimitri para, o maldito para e afasta seja lá o que estava usando.
"Dimitri." Minha voz sai chorosa.
abro os olhos percebendo que não estou sendo pressionada contra o carro, viro o corpo encarando o olhar frio, seus olhos analisam cada pedaço sem demonstrar nada, nenhuma reação.
não tem desejo
raiva
pena
somente o nada.
Ele ergue a mão exibindo uma navalha desliza o lado sem corte do meu umbigo até o quadril e num movimento preciso corta o que sobrou da calcinha que cai no chão sujo junto dos meus pés.
Meu ventre se contrai e sinto o c******s doendo muito, aperto as coxas querendo amenizar isso.
"Faça isso parar." Peço
"Hoje não."
"Dimitri." minha voz sai em choro.
Ele se baixa e vejo uma parte da minha roupa, girando o tecido na mão ele avança e amarra os meus tornozelos um no outro.
minhas coxas ficam apertadas pressionando o c******s mas não consigo amenizar o desespero em querer tocar em querer mais daquele prazer.
"Pelo amor de deus Dimitri por favor." Imploro.
Ele olha para a minha b****a do chão, enfia o dedo entre as coxas unidas e vai subindo antes de tocar no ponto que mais preciso retira o dedo e bate por cima da minha pélvis. Grito com raiva e frustrada.
Ele abre um sorriso tão lindo que me dá vontade de o matar outra vez, como pode sorrir quando a minha i********e está doendo.
O sangue seco em seu rosto o deixa parecendo um vinking. Ele aproxima o corpo apoia as mãos ao lado da minha cabeça.
A ponta do dedo toca em meus lábios secos, e só sei que sente alguma coisa pelo sorriso que não sai e por sentir o p*u duro contra a base da minha barriga.
"Me fode." imploro,
Pisco atordoada.
"Nunca precisou pedir não é."
Engulo a saliva.
"Eu não sou um dos putos que te fodia e eu só vou te f***r quando decidir se quer continuar sendo rasgada ou prefere sentir prazer de verdade."
Ele desce a boca até os lábios roçarem no bico dos meus s***s.
"Até lá, vou te tratar pelo que você é, uma p**a traidora."
Dimitri se afasta ergue o corpo e segura os meus fios, estou excitada demais para tudo. tanto que o toque firme me excita mais, fazendo a minha b****a se contrair gemo enquanto ele abre a porta traseira do carro e sou jogada contra o carpete do piso.
"Dimitri." chamo por ele.
"Sim?"
"Preciso de alívio." Admito outra vez.
"Não hoje."
Grito com raiva pelo maldito deixar o meu corpo nesse estado, ele bate a porta e vai para o volante enquanto xingo, grito até começar a tremer e chorar.