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Boa leitura a todos.
Espero que gostem.
Arizona Robbins P.O.V
– Eu farei isso dar certo, ou não me chamo Arizona Robbins.
– Não faça promessas que não pode cumprir, vai ser pior pra nós duas.
Sua voz era calma, mas ecoava mais alto em meus ouvidos do que se ela estivesse gritando. Como ela podia pensar algo assim? Será que ela realmente achava que eu estava falando tudo aquilo da boca para fora?
– O que eu preciso fazer para você acreditar um pouco que seja em mim?
Seu olhar se alterou, mas não o suficiente para impedi-la de puxar uma toalha felpuda contra o corpo e tentar dar meia volta. Não deixei minha expressão de pânico se formar, pois fui mais rápida em me impor no meio do caminho. Eu não podia deixá-la ir. E eu não iria.
– Seja honesta comigo, Arizona. Você sabe que nunca daria certo vir a público com o histórico que temos, todo mundo iria interpretar da pior maneira possível e a sua família...
Os olhos dela procuraram os meus, e eu vi o medo existente. Seria possível que ela estava sentindo isso também? Que ela estava com medo de me perder como eu tinha medo de perdê-la?
– Eu prefiro não ter você agora a tê-la e acabar perdendo depois que eu não conseguir mais te esquecer.
Movendo-me para mais perto dela, coloquei a mão em seu queixo, inclinando o rosto para olhar para mim.
– Temos um problema então, Callie, pois eu já sinto que sou toda sua e que não posso mais te esquecer. E ninguém pode mudar isso além de nós duas, não pense na minha família...
Deslizando as pontas dos meus dedos ao longo de sua mandíbula, mudei a minha mão para o seu cabelo molhado e puxei-a para mim.
– Eu sei que a culpa de estarmos tendo essa conversa é exclusivamente minha, toda a confusão quem começou fui eu sendo a pior pessoa de se trabalhar do século unicamente por não conseguir controlar a atração que eu sentia por você. É embaraçoso admitir que eu pude ser tão infantil com uma mulher tão maravilhosa quanto você é só por não conseguir chamar sua atenção de outra forma, mas... foi a única maneira que achei. Pode não parecer para ninguém, mas ser uma Robbins nem sempre é tão fácil quanto parece. Você sempre acaba ficando entre a cruz, e, a espada.
Ela respirou fundo e finalmente retribuiu meu toque.
– Eu sou a sua cruz ou a espada, Arizona?
A voz dela sumiu silenciosamente quando os seus olhos fecharam e, apesar de suas palavras serem em tom de pergunta, não consegui responder com qualquer outra coisa que não fosse a beijando.
– Você é as duas coisas, Callie. Não me faça implorar para continuar isso que temos. Eu sei que você sente a mesma coisa, o seu coração acelerado me diz tudo que seus lábios me escondem.
– Uau, quando você ficou tão profunda, Mrs. Robbins?
Minha mão se mudou para baixo das suas costas, sentindo o caminho que suavemente curvava e a forma como sua pele respondia ao meu toque. Seus lábios roçaram os meus e eu quase sorri quando a necessidade só cresceu.
– Oh, eu posso ser muito mais profunda, Calliope... dentro de você, principalmente.
Debrucei-me para fechar a distância entre nossas bocas e ela recuou um pouco, olhando nos meus olhos.
– Você sabe que há câmeras por aqui, não é?
– Eu não me importo. – Sussurrei. Ela suspirou profundamente e apertou seus lábios contra os meus. Eu gemi com a faísca que saiu do meu corpo quando nossas bocas finalmente se encontraram. Afastando um pouco, ela passou a língua ao longo do meu lábio inferior. Debrucei-me nela, beliscando levemente antes de tomá-lo em minha boca. Em um instante o meu corpo estava em chamas.
Minhas mãos apertaram seus cabelos e fui recompensada, suas mãos deslizaram sobre o meu corpo, envolvendo seus dedos nos meus. Ela puxou-me pra perto dela e eu não poderia parar o jeito como o meu corpo balançava no dela. Sua pele estava úmida e molhada contra minha roupa, os pequenos pedaços de tecido pressionavam contra mim.
Abaixando a cabeça para chegar a mim, ela apertou sua boca na minha. Levantei-me em seu beijo, deixando-a tomar o que ela queria. Deixei-a conduzir e definir o ritmo, me levando na sensação de perder o controle.
Suas mãos desceram ao meu peito possessivas e em minha cintura, puxando a minha blusa fora. Eu estremeci com a ideia de tê-la aqui. Eu queria ver o seu corpo nu ao luar, eu queria sentir a brisa fresca em toda a nossa pele. Ela desfez os botões um por um, até finalmente tornar-se impaciente e destruir os três finais. Os botões caíram e farfalharam ao longo do assoalho de madeira e eu sorri contra os lábios dela, adorando como ela se perdia por me querer tanto.
Ela escorregou suas mãos entre a minha blusa aberta e tirou meu sutiã fora junto com o resto do pano, eu estremeci quando seu top molhado entrou em contato com minha pele nua. Deslizando minhas mãos até suas costas, eu puxei o top segurando a corda vermelha na parte superior. Meus dedos varreram para debaixo do tecido e deslizavam para cima, segurando seus s***s em minhas mãos. A pele sob o meu toque estava gelada e eu senti com delicadeza a maneira deliciosa que seus m*****s reagiram contra a palma da minha mão.
– Você é tão perfeita. – Disse entre beijos.
– Você também.
Não pude deixar de sorrir para as suas palavras. Ocorreu-me que eu nunca senti tantas emoções diferentes durante o sexo antes. Eu nunca me senti tão ligada a uma pessoa enquanto nós nem estávamos nuas, me sentindo tão aberta que permitia que cada emoção viesse à tona.
Seus lábios deixaram os meus e ela beijou minha testa e também o meu ouvido, fazendo com que os meus olhos rolassem para trás em minha cabeça e um gemido baixo e selvagem escapasse do meu peito. Meus dedos se mudaram para o laço no pescoço e rapidamente puxou-o à parte, deixando-o cair de seu corpo. Afastando um pouco, vi minhas mãos. Eu embalei seus belos s***s em minhas mãos, levantando-os e sentindo o seu peso. Eu rolei os m*****s entre os dedos e vi a maneira que eles responderam cada vez mais sob o meu toque. Seus olhos fecharam e a cabeça caiu para o lado, enquanto eu tocava e explorava a pele macia.
Trazendo a boca para a dela, eu me perdi na sensação de sua pele quente em meus lábios e a sensação de seus m*****s endurecidos contra a minha mãos. Suas mãos enfiadas bem em meu cabelo, guiando-me cegamente para onde ela me queria.
Colocando as mãos em cada lado do meu rosto, ela puxou minha boca na dela, sua língua deslizou rapidamente para dentro. Ela empurrou-me para trás, parando apenas quando as minhas pernas encontraram a espreguiçadeira atrás de mim. Afundei nas almofadas de pelúcia, gemendo enquanto ela navegava ao meu colo.
A parte traseira da cadeira foi ligeiramente reclinada, dando-me o ponto de vista ideal para vê-la, e eu lutava para não fechar meus olhos quando a sua boca quente arrastou beijos em toda a minha mandíbula e no pescoço. Vi quando ela mudou-se em uníssono as mãos sobre os meus s***s, os dedos ágeis circulando meu mamilo, fazendo minhas costas arquearem e ainda mais para baixo.
Seus dedos roçaram minha b****a seus dedos me tocando através do tecido da minha saia, e eu ofegamos em voz alta; meus quadris involuntariamente levantaram para encontrá-la. Ao sentir ela rir contra meu peito e levantei minha cabeça para vê-la melhor. Ela arremessou a sua língua para fora para cercar o meu mamilo, e eu ofeguei, tanto a visão quanto o sentimento que me sacudiam por dentro.
Minha cabeça caiu para trás contra a almofada, minhas mãos estavam em seus cabelos ondulados. Fechei os olhos, entregando-me aos sentimentos intensos que percorriam o meu corpo. Reagi de imediato a cada toque seu, meus músculos se apertavam e minha respiração parava enquanto ela me explorava.
Beijando seu caminho de volta até o meu corpo, os cabelos gelados escovaram contra a minha pele quente. Minha respiração ficou ofegante quando ela olhou para mim e, lentamente, circulou a língua em volta da minha tatuagem.
Minhas mãos continuaram em um trajeto para baixo de seu corpo, parando nos quadris. Meus dedos roçaram a carne macia antes de puxar as cordas de sua tanga. Senti o tecido ceder e eu joguei-o sem cerimônia para o chão. Nossos olhos se encontraram e o momento foi tão surreal, que eu tive a certeza que eu não esqueceria aquela sensação tão cedo.
Minhas mãos repousavam sobre suas coxas, meus polegares rastrearam pequenos círculos em sua pele. Lentamente, me sentei, nossos rostos apenas a centímetros de distância. Ela me olhava quando eu fechei a distância entre nós e suavemente coloquei meus lábios contra os dela. Inclinando-se para mim, ela aprofundou o beijo e levou as mãos até o meu pescoço.
Seu corpo balançava contra o meu instintivamente e não pude reprimir o gemido quando a sua b****a molhada se esfregou contra a minha. Ficando entre nós, ela deslizou seus dedos quentes sobre meu sexo e um gemido baixo escapou dos meus lábios.
– Calliope, vá mais rápido.
Minha cabeça caiu sobre seu ombro e eu trouxe as minhas mãos para descansar em seus quadris. Sabendo o que eu queria, ela levantou seu corpo e se posicionando de forma que aquilo fosse agradável para ambas. Com uma lentidão agonizante, ela abaixou-se para mim. As mãos dela subiram de volta para minha cabeça e torceram meus cabelos, ela suspirou profundamente, ela começou a balançar os quadris. Eu gemi, impotente.
– Deite-se, Arizona. – Disse sem fôlego contra o meu cabelo, e eu senti o impulso contra os meus ombros. Recostando contra as almofadas, eu gemi ao vê-la diante de mim tão dominante. – Como você pode ser tão... irresistível para mim?
Ela passou as unhas no meu peito e ao longo de minha barriga, e assobiei na deliciosa mistura de prazer e dor. Lentamente, ela levantou uma perna longa e colocou seu pé no meu ombro, enquanto uma das minhas circulava seu quadril.
– Você quer me enlouquecer assim... – Eu gemi, sentindo seus músculos se movimentando contra mim. O movimento deslocou seu peso para onde estávamos unidas e meu corpo inteiro estremeceu a partir da intensidade pura de sentir sua carne quente contra a minha onde eu precisava.
Ela começou a balançar seus quadris, empurrando meu corpo para alavancar. Ela colocou uma de suas mãos para trás dela, descansando sobre a minha coxa, enquanto a outra se aferrava contra a minha perna, suas unhas cravando contra a minha pele a medida que a sua b****a se esfregava contra a minha. Eu nunca senti nada igual, cada giro de seus quadris enviava outra onda de prazer através de mim e eu estava lutando para encontrar controle.
Eu assisti com admiração como ela se movia para mim, a maneira como seus quadris bombeavam como se uma sinfonia tocasse naquele momento, a maneira como seus s***s se projetavam para frente, saltando ligeiramente com cada movimento.
Minhas mãos se mudaram para deslizar para cima e para baixo de sua perna enquanto os meus olhos percorriam seu corpo, parando sobre o local onde estávamos ligadas. Foi demais, vê-la, sentir ela, era um turbilhão de emoções dentro de mim.
Eu deixei minha cabeça cair para trás, de olhos fechados bem apertados e tentei me concentrar em algo além da fricção da minha b****a contra a dela. Eu senti a brisa fresca na minha pele úmida, o som do crepitar do fogo ali fora da tenda, o zumbido distante do tráfego lá em baixo, a forma como o meu nome saiu suavemente de seus lábios.
No momento de lucidez adquirido com a aurora, vi que esta mulher tinha de alguma forma conseguido ser o foco de todo o meu universo. Sem ela, eu não sabia como eu poderia existir. Ela rompeu os muros que eu tinha construído, e eu não os queria de volta. Eu queria deixá-la dentro, para mantê-la comigo, para amá-la. Uma emoção tão poderosa apertou meu peito que me tirou o fôlego. Eu estava apaixonada por ela. Sim, caminhando para algo mais forte.
De repente eu precisava segurá-la, me enrolar em torno dela e provar que isto era real. Beijando sua perna suavemente antes de movê-la, me sentei e puxei-a para mim. Eu passei meus braços em volta da cintura dela e segurei-a, enterrando o meu rosto contra seus s***s. Ela estava aqui.
– Ari... – Ela disse suavemente, trazendo os braços e as pernas ao meu redor.
– Eu preciso de você, Calliope.
Puxei-a para baixo com mais firmeza contra mim e levantei meus quadris para encontrá-la. Trazendo a minha mão como uma concha a seu rosto, beijei-a profundamente, de maneira amorosa ela gemia na minha boca. Seus movimentos iam se tornando mais frenéticos e cheguei entre nós, acariciando.
Ela arqueou contra mim e suspirou quando eu a esfreguei delicadamente. A pressão se construiu dentro de mim, balançando, pronta para explodir. Ela gritou, seu corpo caiu aos pedaços em meus braços e senti meu clímax rasgando através de mim. Meu corpo tremeu e me apeguei a ela como uma âncora.
Com os olhos fechados, e meu rosto contra seu peito, senti seu coração batendo contra meu ouvido. E em cada batida ele dizia o nome de Callie.
Calliope Torres P.O.V
– Nós deveríamos voltar lá pra baixo. – Arizona murmurou com certo pesar como se não quisesse sair daquela posição. Ela não queria mesmo largar do meu corpo, ou eu só estava me iludindo? – Está começando a ficar frio e seu cabelo ainda está molhado.
Sua mão subiu do meu braço para meu cabelo e não pude me segurar, fechei os olhos enquanto seus dedos brincaram com os fios úmidos.
– Eu sei. – Suspirei, no entanto, nenhuma de nós se moveu. Ela exalou profundamente, minha cabeça subia e descia com o movimento do seu peito. O que ela estava pensando? Será que seus sentimentos andavam tão intensos quantos os meus durante tudo que estava acontecendo entre nós? Ela me disse tantas coisas lindas... mas quem também havia dito antes de destruir meu coração. Eu queria poder acreditar inteiramente que a história não se repetiria com Arizona.
Movendo minha cabeça, corri meu nariz em toda a pele lisa em que eu estava descansada, saboreando-a no caminho, ao mesmo tempo em que a cheirava. Coloquei um pequeno beijo contra suas costelas e olhei-a. Ela estava me olhando de perto, uma expressão estranha e intensa no rosto.
Nossos olhares se prenderam e o aperto em meu peito se intensificou.
– Vamos para o meu quarto. – Disse Arizona suavemente. Concordei, ainda olhando em seus olhos quando ela lançou uma respiração profunda, o ar quente e úmido ventilou em meu rosto. Momentos se passaram antes de ela fazer um movimento, sentando-se devagar e puxando-me com ela. Desembaraçando nossos corpos, seus olhos percorreram o chão do pátio em busca de nossas roupas.
Vestimos nossas roupas rapidamente, peguei um roupão livre para tanto, sendo puxada pelos seus dedos macios até o elevador.
Eu estava relutante em deixar este lugar perfeito e tudo o que tinha experimentado aqui. Atravessamos o portão de ferro e entramos no hotel, juro que eu senti o peso do mundo real de repente imprensando em mim bem ligeiramente. Seus dedos ainda estavam entrelaçados com os meus e ela me puxou contra ela quando as portas do elevador se fecharam atrás de nós.
Beijei seu pescoço suavemente e me encorajei com o suave gemido que emanou de sua garganta, abaixei-me e escovei os meus lábios contra os dela. Sua mão livre foi para meus cabelos, abaixando minha cabeça quando ela aprofundou nosso beijo.
Eu estava apenas consciente do elevador atingir o nosso andar, quando ela me puxou, nunca deixando os meus lábios. Em um movimento surpreendente. Ela continuou a me beijar enquanto andava para trás em direção ao quarto.
Deparamo-nos com a parede e ela sorriu contra meus lábios, quando pegou meu cartão-chave da minha mão e se atrapalhou para colocá-lo na fechadura. Não conseguiríamos chegar ao seu quarto. Tropeçamos no carpete, quebrando o nosso beijo apenas o tempo suficiente para que ela colocasse o sinalizador de NÃO PERTURBE fora da porta.
Era mais que oficial, eu estava completamente ferrada. Mrs.Robbins havia conseguido demitir o meu juízo e conquistar todo meu coração. Eu só esperava que ela não o quebrasse.