Me Faça Ver Estrelas

3725 Palavras
E aqui nasce nosso Calzona❤. Ta bem intenso esse cpt, se quiserem ouvir cm alguma musica fica à critério de vcs. Então boa leitura a todos, espero que gostem. Arizona Robbins P.O.V Meu pai sempre gostava de contar como havia dito para minha mãe e para metade do campus de Harvard que a amava, o que sempre gerava vários suspiros da parte de Lana ao meu lado, enquanto eu fingia que estava cansada de escutar aquela história. Na verdade, eu nunca me cansava, mas sempre fui muito mais reservada sobre meus sentimentos, e talvez por aquela razão ouvir meu pai falar de forma tão franca sobre tudo me assustasse um pouco, principalmente, por que eu nunca tinha sentido nada parecido que pudesse me levar ao ponto de gritar aos quatro ventos sobre quem quer que fosse. Sempre achei que fosse besteira de comédia romântica feita para nos iludir. Até o momento que vi Callie Torres fugindo do elevador. Se existisse um momento mais propício para uma conversa séria sobre para onde estávamos indo naquela relação, certamente, ele precisava ser agora. Não havia mais como evitar. – Volta aqui, Callie! – Disse quase gritando, esquecendo-me dos hóspedes, dos quartos que nos rodeavam, de absolutamente tudo. Eu usaria a droga de um megafone que acordaria o hotel inteiro, se fosse o necessário para ela me escutar. – Você não pode me beijar desse jeito e depois esperar que eu simplesmente deixe você ir embora! – Mas é exatamente isso que eu vou fazer – Ela gritou por cima do ombro. E como eu sou uma doente, eu quase ri do seu temperamento explosivo. Ela alcançou a porta e se atrapalhou com sua chave um pouco antes de conseguir abrir. Merda! Nós tínhamos que falar sobre isso agora! Estávamos sempre fugindo do que estava acontecendo e eu já estava fodidamente cansada de fugir. Cheguei à sua frente a tempo, e seus olhos encontraram os meus brevemente, antes dela tentar fechar a porta. Rapidamente minha mão alcançou a maçaneta e eu forcei a madeira o máximo que consegui, o que não foi tão difícil já que ela não deve ter tido qualquer tempo de trancar, ou simplesmente não quis. Callie sabia que continuar fugindo era inviável. – Que p***a você pensa que está fazendo? – Ela gritou continuando a tentar fugir de mim. Para isso ela acabou entrando no banheiro do quarto, enquanto eu claro, continuei a seguindo. – Você vai ficar fugindo de mim até quando? – Disse entrando no banheiro de mármore, nossas vozes ecoando nas paredes. – Não seja uma medrosa, Torres. Você sabe que precisamos ter essa conversa de uma vez. Tentei me aproximar, mas ela levantou o dedo na direção do meu peito: – Não. Não se atreva! Não temos nada para conversar, então melhor você voltar para a oferecida lá do saguão, pois não vai ter nada de mim nem hoje, nem nunca mais! – O que? Eu não ia fazer nada! Cristo, eu preciso dizer quantas vezes que você é a única mulher que estou saindo e a única que eu quero? Pelo amor de deus, você não entende que... – Não, você que não entende! – Ela bateu uma escova no balcão, olhando para mim furiosamente. – Eu não sou assim! Eu não durmo com qualquer uma aleatoriamente, principalmente se for minha chefe. Eu tenho vinte e três anos e só estive com outras duas mulheres em toda a minha vida! Eu nunca fiz nada perto disso! – Ela gritou, sua voz ficando mais forte a cada palavra. – Mas quando estou com você, é como se nada mais importasse. Esta... Esta coisa! – Continuou, agora apontando entre nós duas. – Isso não sou eu! É como se eu me transformasse em uma pessoa diferente quando estou com você, e eu detesto isso. Talvez você possa simplesmente dormir com quem quiser e não sentir nada, mas isso não é quem eu sou! Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Ela estava mesmo admitindo que também sentia algo por mim? Céus, Callie Torres, por que você não tornou minha vida mais fácil dizendo isso antes? – Eu não quero mais ninguém! – Disse de volta sem aumentar a voz. Minhas palavras já seriam fortes o suficiente – Eu só quero você por que todo esse tempo eu senti a mesma coisa. Eu sei que você deve me achar uma babaca e uma completa cafajeste, mas... eu só não sabia lidar com você trabalhando comigo, quando eu queria te beijar todo o tempo. A ouvi respirar fundo e algo ser colocado sobre o balcão. Sua voz era trêmula quando ela falou. – Mas eu continuo sua assistente e não podíamos ter escolhido forma pior de começar tudo isso. Precisamos parar ou as consequências... Ela se virou para o chuveiro, abriu a porta de vidro e ligou a água, e então olhou para mim, esperando que eu saísse. Eu não podia sair. Não era mais uma escolha. E sem pensar eu atravessei o banheiro, segurando seu rosto entre as mãos e puxei-a para mim. No momento em que nossos lábios se tocaram, tudo parecia certo. Meus lábios eram ásperos e inflexíveis, mas ela não se afastou. Emaranhando as mãos no meu cabelo, me puxando mais para si. Eu gemia alto em sua boca quando suas curvas tão familiares foram pressionadas contra mim. Minhas mãos foram para seus cabelos, puxando-a de modo grosseiro, quando o meu corpo a empurrou para trás. Eu tinha esquecido tudo, menos dela. Nós nos deparamos com uma parede, a tomada, a porta do chuveiro, nos deslocando e nos arrastando em nosso desespero. O banheiro foi enchendo de vapor, e nada parecia real. Eu podia sentir seu cheiro, sentir o gosto da sua pele, mas nada disso era suficiente. Quebramos o beijo para respirar, aproveitei para deslizar meus lábios para baixo perto de seu ouvido. – Eu não me importo com as consequências, e eu não quero mais parar. Minha voz parecia um gemido contra a sua pele, suplicando-lhe sem palavras para não me pedir isso outra vez. – Então não pare. – Ela sussurrou de volta. Meu corpo acalmou, meu hálito estava quente, instável e pesado em seu ouvido enquanto eu distinguia o som de sua voz e o significado de suas palavras. Fechando os olhos, deixei o sentimento me consumir. – Diz pra mim. – Corri o meu nariz pelo pescoço dela, nunca a tirando do meu alcance. Ela contorceu-se, silenciosamente, pedindo-me para continuar, mas eu não poderia.... Não até que eu a ouvisse pedir por isso. Eu não poderia me render sozinha. Nós tínhamos que estar juntas nessa. – Diz que você quer só a mim... Sua respiração ficou ofegante, e ela suspirou calmamente como se fosse a droga de um anjo dizendo uma profecia: – Arizona, eu só quero você. Minhas defesas caíram por terra no momento em que ela disse essas palavras. Mirei seus olhos, enquanto corria o meu polegar em seu lábio. Sua boca estava a centímetros da minha, deixando que eu sentisse seu hálito quente em meu rosto. Ela inclinou-se para pressionar os lábios dela nos meus, mas eu parei por um momento. Minha cabeça não parecia processar tão rápido quanto o meu coração, que aquilo estava mesmo acontecendo. Nossos beijos eram mais profundos, os nossos toques mais fortes. Ela me empurrou contra a parede e eu me entreguei a ela. A onda de calor como cascata caindo em meu ombro e no meu peito me tirou da minha neblina momentaneamente. Ainda com nossas roupas agora estávamos no chuveiro espirrando água quente. Estávamos ficando encharcadas, mas não conseguia encontrar em mim a vontade de sair dali. Suas mãos começaram a percorrer meu corpo freneticamente, tentando tirar minha blusa branca, quase transparente agora, para fora. Em um movimento firme ela praticamente a arrancou do meu corpo, o som dos botões tilintando e quicando no chão de mármore. Com as mãos trêmulas, ela escorregou o tecido úmido pelos meus ombros e jogou-o fora da porta do chuveiro. Aquela seria uma noite inesquecível para nós. Eu podia sentir cada vez que olhava para Callie. A seda molhada de seu vestido agarrava ao seu corpo, acentuando cada curva sensual que ela possuía. Minhas mãos seguiram o tecido ao longo de seus s***s, sentindo os m*****s endurecidos embaixo. Ela gemeu e pegou minha mão na sua, guiando meus movimentos. A visão de sua mão cobrindo a minha e emaranhando nossos dedos era uma das coisas mais doces e ao mesmo tempo eróticas que eu já vi e senti na vida, fazendo meu centro latejar até o ponto de doer. – Peça qualquer coisa de mim. – Disse gemendo quando ela passou os dedos da linha do meu maxilar até a minha clavícula. – E eu te darei até o céu. Mordi meu lábio quando seus olhos castanhos encontraram os meus, minhas mãos continuaram a amassar e beliscar seus m*****s através do vestido, nossos rostos apenas num sopro de distância. – Então me faça ver estrelas, Mrs. Robbins. – Sussurrou em minha boca. Eu mordi meu lábio de novo e um gemido alto escapou. Essa mulher seria a minha ruína. Tudo nela me atraía; seu corpo, sua mente, até mesmo seu temperamento. Eu passei minhas mãos por seu corpo até chegar abaixo do vestido. Nós gememos um pouco na boca uma da outra, embora alguns, m*l desse para ouvir graças ao som do chuveiro abafando. Eu escorreguei minhas mãos até sua calcinha e senti o calor dela contra meus dedos. Ela estava molhada e pronta, e eu não podia esperar para estar adorando cada parte do seu corpo no meio daquela cama nada pequena do seu quarto de hotel. E precisando ver mais dela, tirei meus dedos e deslizei até a barra do vestido. Em um movimento ágil o puxei para cima, até passar por sua cabeça, e parei quase morrendo ao ver o que estava por baixo. Zeus. Alá. Buda. Qualquer um que ouvisse minhas preces. Ela estava tentando me matar! Dei um passo para trás, encostando na parede do chuveiro e analisei seu corpo com a expressão faminta. Ela parou diante de mim, toda molhada com uma calcinha de renda branca amarrada pelos lados com um laço de cetim. Seus m*****s estavam duros e visíveis sob o sutiã combinando e eu não consegui só admirá-la sem acabar estendendo a mão para tocá-los. – Como você consegue ser tão bonita? – Disse, correndo meus dedos ao longo dos seus s***s. Ela se arrepiou visivelmente e minha mão viajou para cima, através de sua clavícula, junto de seu pescoço e, finalmente, chegando em sua mandíbula. Callie era uma das mulheres mais lindas que eu já havia visto na vida, provavelmente, por que ao tocá-la, eu sentia que meus olhos podiam ver até a sua alma. E não havia visão melhor na terra, nem sentimentos melhores em meu peito em retribuição. Nós poderíamos começar aquilo, ali mesmo, molhadas e escorregadias contra o azulejo, mas desta vez eu queria poder aproveitar que finalmente teríamos tempo para aproveitar uma a outra. Ali eu poderia realmente senti-la, sem o infortúnio de alguém aparecer do nada. Só eu e ela, naquela cama enorme lá fora. Meu coração acelerou com a ideia de que nós tínhamos uma noite inteira pela frente (até porque, quem precisava de uma droga de recepção de conferência? A única pessoa que eu queria ver já estava na minha frente). Meu corpo estremeceu quando esse pensamento me ocorreu. Gostaria de fazer valer cada momento. Puxei-a para mim até que nossos s***s se tocassem, e por trás dela, desliguei o chuveiro. Meus lábios roçaram levemente os dela no início, até se transformar em um beijo arrebatador. Ela se empurrou contra mim, pressionando seu corpo ainda mais no meu. Eu envolvia seu rosto em minhas mãos quando o beijo se aprofundou mais, minha língua deslizou facilmente contra a dela. Seus quadris indo e vindo roçando contra mim, empurrei a porta do chuveiro, segurando-me a ela enquanto saiamos. Não paramos de nos beijar enquanto saímos do banheiro, tropeçando desajeitadamente, enquanto arrancávamos fora o resto das nossas roupas em desespero. Eu chutei meus sapatos molhados enquanto a carreguei para o quarto, passando as mãos ao longo do seu abdômen senti as suas chegarem até o zíper da minha calça. Guiando as mãos dela, fiquei rapidamente livre delas, restando no meu corpo uma calcinha de renda vermelha. Vi Callie suspirar, o que me fez morder o lábio com força. As costas dos meus dedos ao longo de sua pele, traçava círculos antes de deslizar para o fecho do seu sutiã, soltando-o e quase o rasgando fora de seu corpo em um movimento. Puxando-a para mais perto, gemi em sua boca quando seus m*****s duros tocaram os meus. Mesmo as pontas dos cabelos molhados agradavam minhas mãos quando percorriam suas costas nuas, sentindo a eletricidade ultrapassar meu corpo. Eu estava tão completamente perdida no frenesi de nosso beijo e do poder da nossa conexão física que não tinha noção de mais nada. O seu corpo e a maneira como eu me senti entrelaçada com ela era tudo. Era a única coisa que importava. O quarto estava escuro, a única iluminação vinha da pequena fresta de luz que saia para fora da porta do banheiro, e a lua no céu da tarde de Gotham. Fiquei de joelhos na cama enquanto minhas mãos correram até a última peça de roupa entre nós. Minha boca passou de seus lábios, para pescoço indo para baixo, entre os s***s e sua barriga. Coloquei beijos molhados, mordendo através de seu abdômen e finalmente cheguei até sua renda branca. Deslizando de joelhos na frente dela, encarando seus olhos. Suas mãos estavam em meus cabelos, correndo os dedos através dos fios desorganizados enquanto ela mordia o lábio. Eu queria que isso fosse diferente e eu mantive minha respiração mais pausada para me ajudar a retardar os meus movimentos. Chegando perto da fita do cetim delicada de sua lingerie, puxei entre meus dedos, observando-a mexer o quadril levemente. Um olhar de confusão atravessou seu rosto enquanto eu continuei correndo os dedos ao longo da borda da renda para o outro lado, fazendo o mesmo movimento. O tecido deslizou de seu corpo intacto até que ela ficou completamente nua diante de mim. Sorri para o fato de que eu ainda a tinha comigo, e ela sorriu de volta quando pareceu ler meus pensamentos. Me guiei de volta para que ela se sentasse na beirada da cama, ainda de joelhos a frente dela. Eu abri as pernas ligeiramente, passando minhas mãos para baixo em sua pele sedosa. Coloquei beijos em seus pés até suas panturrilhas, nas coxas e entre as pernas. Empurrei ela de volta e a encontrei através dos lençóis, finalmente me transferi para me juntar a ela. Porém continuei a correr meus lábios e língua ao longo de seu corpo, suas mãos ainda penduradas no meu cabelo, orientando onde ela me queria. Seus suspiros e gemidos enchiam o ar e se misturavam com os meus próprios sons. Eu estava mais molhada do que já tinha ficado em toda minha vida e eu queria enterrar meus dedos nela repetidamente, mas me controlei. Cheguei a sua boca e ela me puxou para baixo dela, cada centímetro de nossos corpos nus alinhados perfeitamente quando nós nos beijávamos e explorávamos. O beijo se tornou frenético, buscando nossas mãos e nos agarrando com volúpia. Nossos quadris se movimentavam juntos, minha b****a deslizava contra a sua imersa em umidade. Cada vez que eu deslizava meu corpo perto de seu c******s, provocava-lhe um gemido mais alto. Eu queria fazer isso mais do que qualquer coisa, mas eu sabia que eu precisava ouvir algo dela primeiro. Quando ela disse meu nome lá embaixo, criou algo fora e dentro de mim, que eu nem sabia que existia. Eu precisava lhe dizer isso, ao ouvir que era a mim que ela queria. Eu precisava ouvir de novo que eu era a única que ela queria. – Eu quero cada parte sua, Calliope. – Sussurrei em seu ouvido. Me ajeitei sobre ela, montando sobre uma de suas coxas ainda sem me mover. Sua respiração ficou ofegante e um profundo gemido emanava de seus lábios quando comecei a flexionar minha perna, minha coxa colidindo diretamente contra seu sexo. – É isso que você quer? Você me quer? – Sim. – Gemeu baixinho, sua voz suplicante e seus quadris buscando por mim. – Por favor. – Senti meu corpo contrair com suas palavras. Acariciei sua entrada com meus dedos, apertando meu maxilar quando comecei o primeiro movimento do meu quadril contra sua coxa, querendo prolongar isso. Era tão bom. Uma de suas pernas correu para cima da minha, finalmente envolvendo em torno de minha cintura. Peguei cada uma de suas mãos e coloquei-as acima da cabeça, entrelaçando os nossos dedos. – Olhe para mim. – Ordenei. – Você quer só a mim? – Minha voz estava oscilando com o controle que eu senti escorregar. Ela olhou para mim e eu sabia que ela tinha entendido. – Sim, só você Arizona. Apenas... me faça sua. Nossas testas se tocaram, sentindo seu pedido fodendo meu psicológico que já andava bem frágil. Ainda mantendo suas mãos presas no topo de sua cabeça, minha mão voltou a percorrê-la e eu simplesmente não pude mais me conter, empurrei profundamente meus dedos dentro dela. – Isso... f**a-me. – Ela gemeu. – Diga isso de novo. – Eu estava ficando sem fôlego quando passei a estocar com mais intensidade, seus gemidos fazendo a miséria com a minha mente. Como ela não respondeu, eu girei meus dedos dentro dela passando a entrar e sair com mais força. – Arizona... – O som sussurrante do meu nome em seus lábios me emocionou. Eu queria ouvi-lo novamente e novamente....– Quero que você me f**a, rápido! – p***a, Baby, você é tão gostosa. Eu vou f***r você desse jeito todos os dias. – Eu rosnei contra sua pele úmida. – p***a. – Ela sibilou entre dentes cerrados. – Por que eu adoro quando você fala assim comigo? – Eu sorri contra o pescoço dela, sabendo que ela estava tão perdida naquilo quanto eu. Nossos corpos se moviam juntos sem esforço, o suor da pele escorrendo e deslizando contra a pele. Com cada impulso da minha mão ela levantava os quadris para encontrá-los, com as pernas na minha cintura me puxando para tocá-la mais profundamente. Eu estava tão perdida que o tempo pareceu parar. Ela estava chegando perto, ela gemia cada vez mais alto, meu nome em seus lábios, indo rápido e forte... Tão perto do clímax. – Goze para mim, baby. Eu quero sentir você se apertando contra meus dedos. – Minha voz era áspera com o desespero que sentia. Eu estava tão perto, mas eu queria esperar por ela. – Eu quero você nessa cama a noite inteira. Você não será capaz de sentir suas pernas amanhã. Suas pernas me puxaram para mais perto, suas mãos me segurando com tanta força que era quase doloroso. Isso era tudo que eu precisava. Deixei de lado o controle e me aprofundei dentro dela, meu polegar agora esfregando seu c******s e a cada impulso dos meus dedos, seu líquido banhava minha mão. Erguendo-a para fora da cama no frenesi que estávamos, senti quando uma de suas mãos se desprendeu da minha e deslizou para minha b***a. Quando suas unhas se cravaram ali, eu sentia tudo menos dor. Eu estava balançando na borda da cama, e quando ela gritou meu nome, eu não pude aguentar mais. – Oh Deus... Arizona! – Seus gritos foram abafados contra meu pescoço enquanto eu sentia o corpo ir enrijecendo com as contrações dos músculos em volta de mim. Nada no mundo era tão bom como isto, senti o orgasmo se construir e quebrar sobre nós ao mesmo tempo. Nossos corpos começaram a se acalmar e eu a trouxe de volta para o meu rosto, tocando os nossos narizes. – Isso foi ... – Eu parei, incapaz de encontrar as palavras. Minha boca estava seca, meus músculos doíam e eu estava exausta. Afrouxei o aperto em seu corpo e esfreguei os dedos suavemente, tentando trazer um pouco da circulação de volta. – Eu sei. – Ela riu fracamente contra meus lábios. Rolando pela cama, me puxou consigo, descansando sua cabeça entre o meu ombro e pescoço. Ela estremeceu levemente e eu olhei para ela. – Frio? – Perguntei, meus dedos acariciavam seus cabelos ainda úmidos. – Um pouco. – Ela respondeu, sacudindo a cabeça ligeiramente. Puxei os cobertores sobre nós duas. Eu não queria sair, mas eu não tinha certeza se eu seria bem-vinda para ficar. O silêncio se prolongou entre nós, e eu me perguntei se ela tinha adormecido. Me mexi um pouco e fiquei surpresa ao ouvir a voz dela. – Não vá. – Ela sussurrou na escuridão. Minha respiração ficou ofegante em minha garganta com suas palavras e os sentimentos que me causaram. Pela primeira vez em anos me senti quase assustada pela forma como me senti completa, como se eu fosse muito estúpida para perceber que sempre faltou algo em mim antes dela. – Calliope. – Eu estava tão surpresa com o quão bom foi dizer o nome dela, como algo tão simples pode ser tão poderoso. Eu senti ela endurecer um pouco, obviamente esperando que eu dissesse que estava saindo. – Eu quero ficar. A senti soltar uma respiração profunda. Hesitei com o que eu precisava dizer. – Eu não sei se ainda consigo ficar longe de você. – Parei, ainda tentando organizar meus pensamentos. – Eu sei que é errado querer você, mas ... Nunca foi assim para mim antes. Eu juro que antes de você, eu nunca teria pensado em misturar minha vida pessoal e a profissional, mas, você... você faz valer a pena toda a confusão. – Nem eu. – Suas palavras eram tão calmas que eu não conseguiria ouvi-las se não a tivesse em torno de mim. Minhas mãos continuaram a brincar com seus cabelos e meus olhos começaram a se fechar, sua respiração tinha se controlado e em pouco tempo eu estava perdida no mundo dos sonhos. Não era preciso nem supor quem seria a protagonista deles, eu já tinha certeza que seria ela. ********** Não esqueçam de comentar pessoinhas, quero saber oq estão achando.
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