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REVOLTOS - EDIÇÃO ÚNICA

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Sinopse

Rio de Janeiro , Complexo do Jacarezinho

Quando seu pai morreu Betinha sentiu que tinha perdida tudo de bom que existia dentro dela e deixou de ver todo o lado bom da vida que seu pai a fez acredita que existia. Alguns meses depois Betinha estava de mudanças para uma favela onde moraria com sua mãe e novo namorado da mesma que ela jurava ser o segundo homem da vida mas a menor não esperava que aquilo seria a carta de alforria para então ser jogada num labirinto sem saída. Borel tinha uma vida complicada pelas dificuldades cotidianas do dia a dia de um favelado mas presenciar seu pai morrer na sua frente enquanto estava indo pro colégio pelo simples fato de terem confundido o violão do mesmo com um fuzil foi como descer no inferno e sentir toda sua vida sair de seu corpo que queimava em chamas de ódio e isso resultou em entrar pro crime para vingar seu pai.

Borel e Betina eram revoltos e tinha algo em comum que os ligaram...seus lups infernais e numa decisão drástica para viver um amor desconcertante uniram seus infernos e queimaram juntos.

História de Borel e Betinha.

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CAPÍTULO 01
BETINHA Mantive meus olhos fechados com força enquanto sentia o p*u do meu padrasto entrar e sair da minha boca com voracidade, minha garganta doía e por um momento eu sentir o gosto de sangue tomar minha boca mas me convence de que estava a alucinar. Apertei meus olhos quando sentir jatos seguidos de jatos batendo em minha garganta enquanto Ernesto urrava feio um louco empurrando minha cabeça até metade do seu p*u e logo a soltando enquanto tinha seu peito subindo e descendo. Ernesto: Engula tudo eu não quero ver um rastro disso no chão ou escorrendo pelo canto de sua boca - Disse autoritário quando abrir os olhos e me levantei do chão esfregando meus joelhos. Inspirei e respirei engolindo aquele líquido armário de uma só vez fazendo uma careta, Ernesto tirou sua calça por completo e a blusa as deixando no chão com meu quarto. Ernesto havia se casado com minha mãe 6 meses após a morte do pai quando eu ainda tinha 11 anos e no início do meu inferno interno, ele me dizia para não confiar nos meus amigos mas eu não devia era confiar nele e talvez eu tivesse uma infância doce como era antes. Soltei um gemido de pura dor quando ele me penetrou abruptamente e segurou meus dois braços para trás, morde meu lábio inferior quando a primeira lágrima rolou para que eu não soluçasse e ele começasse a me bater. Ernesto: Hum...como você é apertadinha Betinha - Urrou passeando suas mãos grandes por minhas costas e apertando meus pescoço me fazendo erguer o corpo e ficar coladinha com ele - Geme para mim eu quero que você grite de prazer - Murmurou próximo ao meu ouvido enquanto sugava a pela fina do meu pescoço. ― OH OH OH OH ERNESTO ― Forcei um gemido mesmo sabendo que aquilo o irritaria como todas as vezes . Meu rosto ardeu quando dois tapas fortes foram distribuídos neles me fazendo soluçar por conta choro, o aperto no meu pescoço começou a doer assim como meu bumbum recebendo tudo aqui a seco . Ernesto: Esse é o seu castigo Betinha, já lhe disse mil vezes que odeio que finjam algo pra mim ainda mais prazer - Puxou-me pelo cabelo e eu fechei os olhos novamente para não encara-lo em nenhum momento. Urro seguido de urro dominou meu quarto e eu cair mole com o corpo encima da cama e abracei meu travesseiro forte como se ele fosse me defender caso algo acontecesse. Ernesto por sua vez pegou suas roupas apressado e as vestiu passando a mão nas mesmas para tirar os amaçados e parecer que ele tinha chegado do trabalho poucos minutos antes da minha mãe. Ernesto: Vá se arrumar Betinha você precisa ir a escola, não quero que minha garotinha fique burra - Alisou meu rosto com um sorrisinho escroto de canto e deixou um beijo no canto da minha boca e na testa se retirando do quarto. Virei-me ficando de bruços e me permitir chorar enquanto tinha o rosto afundado no travesseiro para não fazer muito alarde, meu bumbum doía abessa sem contar que minha i********e ardia nada diferente das outras vezes. Adiantei o meu lado e arranquei aquele forro de cama melado com o esperma do Ernesto e coloquei um novo, puxei minha toalha que estava "estendida" sobre a porta e fui direto para o banheiro onde tomei um banho rápido. Suzane: O que você ainda faz em casa Betinha? 12H40 já era para você está a caminho da escola garota - Rosnou irritada quando sair do banheiro enrolada na toalha - Se esse você me chegar aqui com papo de recuperação eu vou te quebrar todinha no p*u, vigia - Apontou o dedo na minha cara . ― Esqueça isso Dona Suzane ― Me aproximei da mesma beijando sua bochecha ― Vou te dar orgulho como todos os anos ― Pisquei para ela com um sorrisinho presunçoso. Suzane: Acho bom minha menina, só quero o melhor para você - Passou a mão em meus cabelos molhados - Agora se adiante querida, vou te dar um dinheiro para que coma algo antes da aula. Não quero ninguém passando m*l por não comer - Falou alto enquanto entrava em seu quarto. Minha mãe é minha melhor amiga, tudo que me aflinge e me machuca eu conto ela menos isso do Ernesto que é algo que nunca tive coragem de contar já que na última vez ele arrumou um motivo para discutir com minha mãe e amassou ela todinha a deixando 2 meses em cima da cama e se culpando por ter deixado seu maridinho bravo. Então eu engolia tudo aquilo para o bem está da minha mãe que é o meu tudo, minha base, minha fortaleza e não quero perde-la como perde o meu pai e ficar sozinha no mundo. Suzane: Aqui está o dinheiro para os dois lanches - Entrou no quarto o colocando encima das gavetas que guardava meus acessórios e roupas novas - Betinha eu te disse tanto para não corta a porcaria da camisa do colégio e você foi lá e fez né? - Semicerrou os olhos pra mim que sorrir cínica. ― Dá um desconto mãe! Maior calor e a senhora ainda me colocou para estudar a tarde ― Rosnei só de lembrar desse fato ainda sendo encarada super feio pela minha mãe. Suzane: Minha vontade e rasga-la todinha mas vou relvar por não está tão vulgar como a de suas colegas, agora se aprece filha e boa aula - Beijou minha cabeça e quando passe pela porta do quarto me bateu na b***a como fazia na minha infância . Gargalhei balançando a cabeça em negação e assim que entrei na sala peguei meu celular na estando colocando o dinheiro em sua capa e colocando no bolso de trás da calça, pesquei uma pera na fruteira ajeitei minha mochila nas costas e sair de casa fechando a porta. Sorrir largão quando avistei o Pantanal e já apressei os passos até ele. ― Meu amigo lindo, como você está sagaz hoje ― Passei a mão em seu rosto ― Que homem perfeito a cara de um semideus - Sorrir ainda fazendo um carinho em seus rosto e Pantanal gargalhou. Pantanal: Sobe logo ai Betinha, te deixo no colégio - Falou entre risos e eu subir na garupa o apertando forte - Falamos sobre aquele assunto depois, fé - Fez sinal e arrancou com a moto. Pantanal é meu amigo desde os meus 9 anos que foi quando me mudei com minha família para o Jaca e desde ai não nos separamos nunca mais, sempre juntos para qualquer coisa. Desce da moto e abracei meu amigo fortemente. Pantanal: Camba para aula Betinha, 13H07 já - Advertiu conferindo seu relógio de pulso - Que blusinha é essa garota? Mainha viu isso não ? - Arqueou a sobrancelha fechando a cara e eu gargalhei me pendurando em seu pescoço - Tá rindo do que p***a ? Tá vendo p**a ? - Fechou mais a cara. ― Deixa de surtação c*****o, calor do inferno e essa camisa é o gongo também da forma que eles dão ― Responde ainda pendurada nele ― Mainha já viu e deu a maluca mas não pega nada agora eu vou indo venha me buscar ― Deixei um beijo rápido na sua bochecha e me afastei. Sorrir cínica quando ele murmurou um "mandada" e apressei os passos entrando no colégio e indo as presas para minha sala antes de tomar reclamação e talvez uma advertência bonita.

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