(POV DE DANTE LEONE) O cheiro do medo de Júlia vazava pelas frestas da porta da enfermaria. Eu estava no corredor, o sangue de Chiara ainda sujava os nós dos meus dedos após jogá-la para os meus seguranças. Eu estava prestes a entrar, quando a voz da minha mãe ecoou. — Você é uma destruidora de homens... acabou com a vida de três Alfas... Cada palavra de Francesca era um prego enferrujado no meu caixão. O meu lobo arranhou o meu peito, rosnando e exigindo sangue por ver a nossa fêmea sendo atacada e humilhada daquela forma. E então, o pior aconteceu. A voz de Vittorio soou, ameaçando a mulher que havia reenvindicado de morte. Foi quando eu perdi a p***a da razão. Arrombei a porta e o joguei contra o metal. Agora, a pressão das nossas auras estilhaçava o oxigênio da sala. Vittorio me

