- Que tal um bar? propôs Jaqueline, saindo do banheiro sendo seguida por Alexandre.
- Que tal uma cama? disse Alexandre se encaixando por trás do corpo de Jaqueline.
- Mas tu é insaciável mesmo né? disse ela se virando para ficar de frente para ele.
- Eu avisei! disse ele rindo. Jaqueline também riu e roubou um selinho de Alexandre.
- Eu tô falando sério! Um barzinho num sábado a noite não tem coisa melhor! disse Jaqueline se desvencilhando dos braços de Alexandre e indo até o armário para pegar uma roupa pra noite.
- Topa? disse ela.
Alexandre pensou e respondeu:
- Okay, me arrumo rapidinho e já volto pra te buscar! disse ele depositando um beijo na bochecha de Jaqueline e saindo do quarto.
- Ô tapado, vai de toalha? perguntou Jaqueline. Ele estava só com uma toalha enrolada na cintura.
- Ah é tinha me esquecido! disse ele tirando a toalha e entregando a Jaqueline, ficando completamente nu.
- E você acha que pelado melhora? perguntou Jaqueline rindo.
- Vai me dizer que tá r**m?
- Não, mas eu acho que a velhinha do 3A vai ter um treco quando te ver pelado, ainda mais com...
- Com a Aleroconda pra fora?
- Tu colocou o nome de Aleroconda no seu p***o?
- Coloquei, qual o problema?
- Nenhum, sr. Convencido! disse Jaqueline rindo.
- Mas coloca uma roupa, é sério você vai cruzar o corredor!
- Tá bom! disse Alexandre bufando. Ele foi até o banheiro e pegou a calça do chão.
Colocou e saiu do banheiro.
- Tô indo! avisou ele.
- Okay, quando acabar de se arrumar vem pra cá!
- Certo!
Alexandre saiu do apartamento apenas de calça de jeans e deu de cara justamente com dona Vânia, moradora do 3A.
- Boa noite, dona Vânia!
- Boa noite, seu Alê!
A senhora desceu as escadas e Alexandre riu, enquanto pegava as chaves para entrar no apartamento. Se lembrou de Jaqueline falando que esse encontro poderia acontecer mas na sua cabeça ele imaginava como teria sido esse encontro se a ideia de atravessar o corredor nu fosse a ideia final.
Entrou no apartamento e foi direto pro quarto. Abriu seu armário e pegou uma calça jeans, uma camisa com os dizeres "Tem fogo? Vamos incendiar!" e uma jaqueta leve preta. Vestiu as roupas e foi para o banheiro pentear os cabelos e escovar os dentes.
Já pronto para sair, Alexandre deixou o apartamento e foi para o de Jaqueline, entrando direto e indo para o quarto dela.
- Você não sabe com quem eu encontrei indo pro apartamento! disse ele entrando.
Jaqueline saiu da suíte colocando os brincos e Alexandre imediatamente entrou em transe. Ela vestia um vestido marrom de couro colado ao corpo. Essa morena ainda acaba comigo! pensou ele.
- Quem? Ou, Alexandre? Acorda! Quem foi que você encontrou indo pro seu apê?
- Hã? Desculpe tava admirando uma gostosa! disse fazendo Jaqueline rir. - Encontrei com a dona Vânia!
- A do 3A?
- Uhum!
- Nossa, ainda bem que eu te disse pra colocar uma calça! disse ela arrancando uma risada de Alexandre.
— Vem cá, vamos cancelar esse bar e ficar aqui mesmo, hein? O que você acha? Disse ele se aproximando dela.
— Esquece um pouco a minha cama, Alê! disse ela descontraída.
- Pode ser na minha se você quiser! disse ele malicioso.
- Safado! disse ela dando um tapinha no ombro de Alexandre e indo pra sala.
- Safado porque? disse ele, seguindo ela.
- Porque sim! Agora vamos logo? disse Jaqueline pegando a bolsa que estava no sofá.
Jaqueline e Alexandre desceram as escadas do prédio rumando a garagem.
Entraram no carro de Alexandre e colocaram o cinto.
- Qual bar que a gente vai? perguntou Alexandre.
- Tem um que as meninas lá da galeria falou...um que fica na Lapa!
- Mas tem mil bares na Lapa!
- Eu sei mas chegando lá eu te mostro qual é! Vamos!
Fizeram o caminho em uma conversa descontraída.
Jaqueline pode conhecer mais de Alexandre, pode ver que ele era o do tipo sincero que fala o que pensa. Ela pode ver que ele era muito mais do que só o seu vizinho cafajeste gostoso. Do outro lado, Alexandre pode saber mais de Jaqueline, pode ver que aquela mulher era tipo o Sol que chega para aquecer os que sentem frio. Pode ver que ela era inteligente, diferente das estagiárias com quem se relaciona. Ela era muito mais do sua vizinha gostosa.
Alexandre estacionou o carro na rua e com Jaqueline, caminhou pela calçada até ela localizar o bar.
O bar tinha um estilo clássico dos anos 70, tinha mesas de madeira e uma parte que ficava ao céu aberto onde tinha várias mesas com pessoas rindo e bebendo, casais namorando, etc.
Ao fundo, tinha uma TV enorme com um homem cantando.
para uma mulher sentada numa mesa que ria e gravava a performance do homem. Ambos se divertiam com a situação. Jaqueline e Alexandre também riram do homem.Só você
- Meu Deus, que mico! disse Alexandre rindo.
- Ahh para, até que não tá tão r**m assim! disse Jaqueline, quase não contendo a risada.
- Tá péssimo! disse Alexandre aos risos.
Eles se sentaram numa mesa que ficava na parte de fora do bar e podiam sentir a brisa batendo no rosto.
Um garçom se aproximou da mesa e pegou os pedidos de ambos.
- Pode continuar a falar sobre você, senhorita Solares! disse Alexandre.
- Bom, fiz faculdade de arquitetura mas com essa crise não consigo arranjar emprego na minha área de jeito nenhum!
- Por isso, o emprego de vendedora de uma galeria de arte?
- Exato, arte é algo que eu gosto e com esse emprego eu posso pagar minhas contas no fim do mês! E você? Sempre quis ser publicitário?
- Essa paixão pela publicidade só veio a tona quando eu tinha 18 anos! Mas é um trabalho meio estressante então eu tenho minhas válvulas de escape!
- Quais seriam essas válvulas de escape?
- Ler alguns livros, viajar nem que seja pra algum lugar perto...mulheres...-disse ele de forma safada e Jaqueline riu pelo jeito espontâneo e sincero dele. - E música!
- Você canta?
- Arranho um pouco! disse ele.
- Já viveu disso?
- Não, só canto em roda de amigos ou sozinho mesmo!
- Entendi, estranho esse teu lado mais zen! Quem vê você acha que você é totalmente hiperativo!
- E eu sou, só que tem esses momentos de relax! Momentos que eu consigo dar uma travada nessa minha mente cheia de turbulências! E você? Tem a sua válvula de escape?
- Acho que seria viagens também! Meditação, leitura, prazer...
-Disse Jaqueline lançando um olhar descontraído para Alexandre rindo.
- Ah e eu também desenho algumas plantas pra passar o tempo!
- Nunca vi isso! Te acalma?
- Acalma, por incrível que pareça! Amo demais a arquitetura!
Ambos riram.
- Eu quero qualquer dia ver essas plantas!
- Lá vem você querendo motivo pra entrar no meu apartamento! disse Jaqueline e os dois gargalharam.
- Tô falando sério!
- Okay, então qualquer dia eu te mostro! E eu quero ver você cantando!
- Pode ver agora!
Alexandre se levantou da mesa e pediu para o rapaz que controlava a música ambiente do bar para configurar o karaoke para ele.
Os acordes de uma música conhecida por Giovanna começou a tocar. Ele começou a fazer gracinhas na frente de Jaqueline no pequeno palco do bar. Então finalmente começou a cantar a música Apenas Mas Uma Amor
- Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim, ficar
Subentendido
Como uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato, baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
- Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim, ficar
Subentendido
Como uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato, baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Ao final da música, Jaqueline se encontrava encantada pela voz de Alexandre. Ela aplaudiu e assobiou para ele. Parecia até uma fã número 1 de um cantor famoso.
Alexandre desceu do palco e foi ao encontro de Jaqueline.
- Gostou? perguntou ele.
- Se eu gostei, eu amei! Você canta muito bem! Parece até um cantor mesmo!
- Que isso, não exagera senão depois fico me achando! Agora...sua vez! disse ele.
- Nem pensar, eu não sei cantar!
- É só um karaokê, vai!
- No way, sem condições!
- Se você cantar, eu prometo que faço o que você quiser! disse ele.
- O que eu quiser?
- O que você quiser, e se for o que eu tô pensando, eu vou adorar fazer! disse Alexandre de forma maliciosa.
- Bexta! Não é nada disso que você tá pensando!
- Mas poderia ser! disse Alexandre soltando uma gargalhada no final.
- Tá bom, eu vou!
Jaqueline subiu para o palco e pediu para o rapaz tocar
Can’t remember to forget you.
- I left a note on my bedpost
Said not to repeat yesterday’s mistakes
What I tend to do when it comes to you
I see only the good, selective memory
The way he makes me feel yeah, gotta hold on me
I’ve never met someone so different
Oh here we go
He a part of me now, he a part of me
So where you go I follow, follow, follow
Oh,oh,oh,oh
I can’t remember to forget you
Oh, oh, oh, oh
I keep forgetting I should let you go
But when you look at me the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Oh, can’t remember to forget you
I go back again, fall off the train
Land in his bed, repeat yesterday’s mistakes
What I’m trying to say is not to forget
You see only the good, selective memory
The way he makes me feel like, the way he makes me feel
I never seemed to act so stupid
Oh here we go
He a part of me now, he a part of me
So where he goes I follow, follow, follow
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Oh, oh, oh, oh
I keep forgetting I should let you go
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I’d give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I’d give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you I keep forgetting
I should let you go
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Can’t remember to forget you.
- I left a note on my bedpost
Said not to repeat yesterday’s mistakes
What I tend to do when it comes to you
I see only the good, selective memory
The way he makes me feel yeah, gotta hold on me
I’ve never met someone so different
Oh here we go
He a part of me now, he a part of me
So where you go I follow, follow, follow
Oh,oh,oh,oh
I can’t remember to forget you
Oh, oh, oh, oh
I keep forgetting I should let you go
But when you look at me the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Oh, can’t remember to forget you
I go back again, fall off the train
Land in his bed, repeat yesterday’s mistakes
What I’m trying to say is not to forget
You see only the good, selective memory
The way he makes me feel like, the way he makes me feel
I never seemed to act so stupid
Oh here we go
He a part of me now, he a part of me
So where he goes I follow, follow, follow
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Oh, oh, oh, oh
I keep forgetting I should let you go
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I’d give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I’d give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you I keep forgetting
I should let you go
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Can’t remember to forget you.
- I left a note on my bedpost
Said not to repeat yesterday’s mistakes
What I tend to do when it comes to you
I see only the good, selective memory
The way he makes me feel yeah, gotta hold on me
I’ve never met someone so different
Oh here we go
He a part of me now, he a part of me
So where you go I follow, follow, follow
Oh,oh,oh,oh
I can’t remember to forget you
Oh, oh, oh, oh
I keep forgetting I should let you go
But when you look at me the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Oh, can’t remember to forget you
I go back again, fall off the train
Land in his bed, repeat yesterday’s mistakes
What I’m trying to say is not to forget
You see only the good, selective memory
The way he makes me feel like, the way he makes me feel
I never seemed to act so stupid
Oh here we go
He a part of me now, he a part of me
So where he goes I follow, follow, follow
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Oh, oh, oh, oh
I keep forgetting I should let you go
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I’d give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I’d give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you I keep forgetting
I should let you go
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
But when you look at me, the only memory, is us kissing in the moonlight
Oh, oh, oh, oh
I can’t remember to forget you
Alexandre estava completamente fascinado por Jaqueline, ela havia sensualizado para ele a música inteira. Aquilo havia deixado
- O maluco. Foi a vez dele aplaudir a performance dela.
- Jake, assim você acaba comigo! disse ele quando ela desceu do palco.
- Nem fui tudo isso, para! disse ela envergonhada.
- Tem razão, você foi muito mais!
Alexandre e Jaqueline seguiram a noite. Ele na cerveja e ela no vinho. Foram bebendo e conversando sem perceber o tempo passando.
- Vamo pedir a conta? disse Jaqueline.
- Já chegou no seu limite?
- De álcool sim, agora...tem um outro limite que eu quero chegar no momento! disse Jaqueline maliciosa.
Alexandre a encarou por alguns segundos e sem tirar os olhos dos dela disse:
- Garçom! A conta!
XXX
Alexandre levou Jaqueline para o seu apartamento e na sala já começou com os beijos quentes. Os beijos foram ficando mais intensos e os corpo mais quentes.
Alexandre tirou a jaqueta sem desgrudar os lábios dos de Jaqueline. Ele levou Jaqueline até a parede livre da sala e a colocou de costas para ele, afastando seus cabelos para beijar sua nuca.
- Você tá tão cheirosa...tão gostosa! disse ele entre os beijos.
Jaqueline se virou num súbito e encarou Alexandre. Aqueles olhos negros transbordavam desejo. Ficaram só se olhando por longos segundos.
- Vamos seguir o conselho da sua camisa!
Vamos incendiar! disse ela puxando a barra da camisa dele e levantando para despi - lo da peça.
Alexandre sorriu e voltou a beijar os lábios de Jaqueline sugando
- Os e mordendo o lábio inferior dela.
Foram para o quarto e lá Alexandre deitou sobre o corpo de Jaqueline na cama, apertando sua coxa direita contra seu quadril enquanto depositava beijos quentes no pescoço dela.
Jaqueline gemeu baixinho quando as mãos de Alexandre a acariciou por cima da sua calcinha. O fato de Jaqueline estar de vestido ajudou Alexandre a começar as carícias mais íntimas.
- Ahh Alê!
-Gemeu Jaqueline quando Alexandre começou a manipular seu c******s.
- Quando você geme meu nome parece música para os meus ouvidos sabia?
Jaqueline nada respondeu, ela só conseguia se contorcer e gemer enquanto Alexandre continuava movimentando suas mãos em sua v****a. Ele penetrou dois dedos dentro dela e abafou seu gemido com um beijo.
Alexandre desceu o zíper lateral do vestido de Jaqueline e a ajudou a tirar peça. Ele se deitou sobre ela novamente e desceu seus lábios pela barriga de Jaqueline parando em seu ventre. Desceu a calcinha vagarosamente, vendo o corpo dela se preparando para recebê - lo. Ele ajoelhou entre entre as pernas de Jaqueline e a sugou de forma selvagem. Ela gritou e arqueou o corpo pra frente.
Alexandre era habilidoso com os movimentos de sua língua na i********e de Jaqueline.
- Ahhh...eu...eu não vou aguentar! disse Jaqueline sentindo o ar faltar em seus pulmões.
- Me espera! disse ele.
Alexandre elevou seu corpo sobre o de Jaqueline e tomou seus lábios para um beijo avassalador. Ele se livrou do resto das roupas e se posicionou no meio das pernas de Jaqueline.
Antes de jogar a calça em qualquer canto do quarto, ele pegou um pacote de preservativo no bolso. Rasgou o pacote e posicionou o preservativo em seu m****o duro.
Jaqueline se deliciou com a imagem mas já estava impaciente pois ela sabia que ele estava a provocando. Mas ao invés de repreende - lo, ela decidiu pagar na mesma moeda. Começou a se masturbar e gemer na frente de Alexandre que admirou aquela imagem fazendo movimentos de vai e vem em seu m****o.
- Já chega dessa brincadeira! disse ele antes de se sentar na cama e chamar Jaqueline para sentar - Se de frente em seu colo.
Ela posicionou o pênis de Alexandre em sua entrada e sentou se deliciando com a invasão que seu corpo sofria. Ambos gemeram com o contato.
Jaqueline começou a cavalgar no colo de Alexandre e ele a ajudava com os movimentos movendo seu quadril para baixo e para cima.
Ele aproveitava a visão privilegiada do corpo de Jaqueline e sugava os s***s da mulher a fazendo gemer ainda mais. Alexandre puxou Jaqueline pelos cabelos para um beijo molhado abafando gemido de ambos mas não por muito tempo.
- Jaqueline...
-Gemeu ele ofegante.
- Alê...eu vou gozar! disse Jaqueline ofegante.
Os movimentos se intensificaram e Alexandre chegou ao ápice primeiro. Jaqueline foi logo em seguida deixando seu corpo desfalecer sobre o de Alexandre. Os espasmos tomavam conta dos corpos de ambos. Os dois desfrutaram de um orgasmo longo.
Alexandre colocou o corpo de Giovanna na cama e a puxou para deitar em seu peito. Trocaram mais um beijo antes de adormecerem.