Tina entrou no apartamento de Jaqueline e jogou a bolsa em cima do sofá.
- A festinha deve ter sido boa né? Só acabou agora! disse ela.
- Foi ótima! Nossa, que homem, Tina, que homem! disse Jaqueline se jogando no sofá.
Tina foi até o quarto de Jaqueline e procurou por alguma coisa de Alexandre. Achou apenas os pacotes rasgados de preservativo.
- Quantas vezes foram? perguntou ela voltando a sala erguendo os pacotes.
- Nem me lembro, foram tantas! Mas uma delas foi agora mesmo! respondeu Jaqueline rindo.
- Mas joga isso fora, Tina! disse enquanto se endireitava no sofá.
- Não vai querer guardar de recordação? perguntou ela.
- Ridícula! disse Jaqueline tampando uma almofada na amiga. Tina gargalhou e voltou pro sofá, se sentando do lado de Jaqueline.
- Agora me conta TU-DO, deusa! Quero saber Tim-Tim por Tim-Tim! disse Amora empolgada.
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- Bom dia, maninha linda do meu coração! disse Alexandre entrando no apartamento e encontrando Ana no sofá almoçando.
- Bom dia? Boa tarde você quer dizer né? Onde você tava até essa hora? perguntou Ana, recebendo um beijo demorado na bochechas.
- Tava no apartamento da Jaqueline! disse ele enquanto pegava um copo d'água na garrafa que havia tirado da geladeira.
- No apê da nossa vizinha daqui da frente? Fazendo o que lá, Alexandre ? perguntou ela.
- Pedindo a senha do wifi que não era né, cabeção? disse Alexandre rindo.
Alexandre veio em direção do sofá e se jogou ao lado da irmã. Ficou encarando o teto com um sorriso bobo no rosto.
- Vocês dois...? perguntou Ana.
- Sim, nós transamos loucamente e a noite inteira!
- Meu Deus, Alexandre! Coitada dela, agora você não vai nem olhar mais na cara da mulher! Uma pena, eu gostei tanto dela!
- Quem disse que eu pretendo fugir dela? Eu gostei da Jaqueline, essa semana eu conheci ela um pouco mais e vi que ela é...diferente! Diferente das mulheres que eu pego!
- Você tá apaixonado, maninho?
- Você andou fumando, Ana? Deixa a Andrea saber disso, deixa!
- Que fumando ô c*****o, você tá apaixonado sim, e se não tá vai ficar!
- Eu vou tomar banho porque eu não sou obrigado a ficar ouvindo essas tuas asneiras, bom apetite, maninha!
Alexandre se levantou e foi pro banho. A água relaxou seu corpo e deixou a vista as marcas do cansaço.
- Eu vou tomar banho porque eu não sou obrigado a ficar ouvindo essas tuas asneiras, bom apetite, maninha!
Enquanto estava se secando viu outras marcas, mas essas eram marcas da noite passada. Marcas de arranhões e chupões que Jaqueline deixara no corpo dele. Ele sorriu e já sentiu uma excitação ao lembrar da noite. Queria um pretexto para ir no apartamento da frente.
XXX
- Nossa mas esse Alexandre me surpreendeu! disse Tina, quando Jaqueline terminou de contar toda a sua noite com Alexandre.
- O cara é maravilhoso na cama! Uma pena que é 'cafa'!
- Ele é?
- É! Durante a semana, eu vi duas meninas saindo do apartamento dele. Ele usa a mesma tática com todas! Aproveita a ausência da irmã que mora com ele, traz as meninas pra casa e lá dentro,
provavelmente come elas no quarto dele. Quando amanhece, ele sai do apartamento e só volta depois das meninas terem saído de lá! Uma dessas vezes ele deu a desculpa de que estava sem as chaves para entrar no apê dele e veio pra cá pedindo pra usar o telefone! Foi até engraçado, o safado entrou aqui correndo e foi em questão de segundos a mulher saiu de lá de dentro do apartamento dele! Ele ficou até um pouco sem graça porque eu vi tudo!
-Humm mas gostou do Alexandre 'Cafe Alê?
- Quando você diz gostar, você diz gostar mesmo?
- Isso!
- Não, na verdade ainda não conheço ele tanto assim pra dizer que ele é uma pessoa de quem eu não gosto mas que ele é cafajeste, ele é!
- Agora você tá naquela fase de pegou, gozou e largou né?
- Ai Tina, tu é ridícula mesmo né? disse Jaqueline rindo.
- Ele também é assim, porque eu não posso ser?
- Mas e o tal Murilo? O tal que você conheceu lá no bar! Vocês nem trocaram telefone né?
- Não deu tempo, quando ele ia me chamar pra dançar, o amigo bêbado dele apareceu e ele teve que sair correndo antes que o cara passasse m*l ali mesmo!
- Esse povo que não sabe beber...mas esse ai foi um empata-f**a do tal Murilo hein? Ele deve ter ficado muito puto!
- Murilo parecia ser um cara legal mas quem foi esperto mesmo foi o Ale!
- Foi espertão mesmo! Espertão e fodão também né? O cara te fodeu mais do que quando você tava casada!
- Quando você desanda a falar besteira, não para né Tina?
Jaqueline olhou pra janela e viu o sol se pondo. Pegou o celular que estava na mesinha perto do sofá e viu no visor as horas.
- Jesux, já são quase 6 horas! Eu nem almocei hoje!
- Eu faço as pessoas perderem a noção do tempo quando estão comigo! disse Tina se fazendo de convencida.
- Mas eu já tenho que ir, amanhã tenho que acordar cedo pra ir almoçar na casa de papai na Serra! Pegar estrada cedo no domingo é uó! disse Tina levantando do sofá e pegando sua bolsa. Jaqueline se levantou também e as duas seguiram para a porta.
- Você não quer ir comigo não? perguntou a Jaqueline.
- Ah amiga, tô tão cansada da semana e outra uma amiga lá da galeria me convidou pra uma reuniãozinha lá na casa dela, vou curtir uma piscina! respondeu enquanto abria a porta.
- Tá me trocando por amiguinha de galeria de arte e uma piscina, Jaqueline Soares?
- Claro que não, né tina mas é que eu marquei com ela e não posso furar né?
- Não tô gostando disso!
— Te amo, sua ciumenta! Disse ela depositando um beijo demorado na bochecha da amiga.
- Eu sei! Até mais então!
Tina desceu as escadas e Jaqueline fechou a porta.
Alexandre procurava por seu celular em todo lugar e não encontrava de jeito nenhum. Estava ficando impaciente já.
- Ana, você viu meu celular? Tô procurando e não acho de jeito nenhum! disse ele aparecendo no quarto que ficava no fim do corredor, onde Ana estava se arrumando pra sair.
- Não vi não, mas será que você não deixou lá no apartamento da Jaqueline?
- Só posso ter deixado lá! murmurou Alexandre.
- Vai lá pegar então! Tô saindo daqui a pouco, e caso você volte, não me espere acordado!
- Boba! disse ele.
Alexandre saiu da porta e foi para o banheiro dar um jeito no rosto amassado, já que estava vendo TV deitado. Arrumou os cabelos e a barba e tirou os óculos.
Saiu de seu apartamento e cruzou o lounge indo para a porta do apartamento de Jaqueline. Bateu na porta e nada dela responder.
- Jaqueline...sou eu! disse ele enquanto batia.
- Tô no banho! gritou ela do banheiro.
- Posso entrar? É que meu celular ficou ai! disse ele ainda com a porta fechada.
- Entra, tá aberta! gritou mais uma vez.
Alexandre entrou no apartamento e foi para o quarto procurar pelo celular. Procurou o quarto inteiro e só achou quando agachou e olhou embaixo da cama. O silêncio do apartamento, onde só tinha o barulho do chuveiro foi cortado pelo cantarolar de Jaqueline.
- Só uma espiadinha! disse ele a si mesmo se levantando do chão, logo em seguida.
Alexandre foi na ponta dos pés até o banheiro de Jaqueline, por sorte ela não havia trancado a porta. Ele abriu a porta devagar e viu o corpo de Jaqueline em meio a fumaça causada pela água quente. O corpo molhado com um pouco de espuma e os cabelos molhados que iam até a cintura de Jaqueline deixaram Alexandre maluco. Ele se aproximou ainda mais e tirou suas roupas.
Em silêncio, entrou no box e pegou Jaqueline pela cintura, sentiu Jaqueline pular com o susto e quase gritar pois havia colocado a mão em frente a sua boca.
- Calma! sussurrou ele no ouvido dela, enquanto fechava o chuveiro.
- Seu maluco! disse Jaqueline, quando ele tirou a mão de sua boca, se virando de frente pra ele e dando um tapinha em seu ombro.
- O que você pensa que tá fazendo aqui?
- Bateu uma saudade! Quero uma reprise do que aconteceu hoje de manhã!
- Ah quer, seu safado?
- Eu, safado? Imagina, eu sou um santo!
disse ele antes de tomar os lábios de Jaqueline para um beijo quente. Suas mãos que estavam nas costas dela desceu até chegarem nas nádegas onde deu aperto nelas. Jaqueline gemeu baixinho quando Alexandre desceu as mãos para sua v****a.
- Apressadinho! disse ela sorrindo interrompendo o beijo. Ele a virou de costas bruscamente, colocando-a de frente para o vidro do box.
- Sou mesmo! Tenho pressa de te sentir! sussurrou Alexandre no ouvido de Jaqueline, fazendo-a arrepiar.
Ele continuou com os movimentos na i********e de Jaqueline. Ela, com uma de suas mãos começou movimentos de vai e vem em seu m****o. Ambos proporcionavam prazer um ao outro.
O desejo estavam consumindo ambos, e num movimento rápido, Alexandre virou Jaqueline de frente pra ele. Na frente dela, ele levou os dedos, que antes estavam na i********e dela, a boca de forma sensual Jaqueline não aguentou só assitir e foi ao encontro dele para beija-lo vorazmente. As línguas de ambos travavam uma batalha pelo controle do beijo.
Alexandre levantou o corpo de Jaqueline e encostou-o na parede, ela entrelaçou as pernas em volta da cintura dele. Alexandre começou a beijar o pescoço de Jaqueline, dando chupões e lambidas. Antes de penetra-la, Alexandre provocou Jaqueline roçando a glande em toda a i********e de Jaqueline fazendo-a gemer baixinho.
- Aless...-implorou Jaqueline, fazendo-o sorrir maliciosamente.
Alexandre a penetrou de uma só vez, fazendo Jaqueline gemer alto.Ele começou com estocadas lentas e depois intensificou os movimentos, penetrando-a profundamente. Jaqueline estava sendo prensada na parede fria do banheiro, mas seu corpo estava tão quente que nem sentia.
As respirações ofegantes, os gemidos que ás vezes eram abafados por beijos, os arranhões que Jaqueline dava em Alexandre e as mordidas no pescoço que ele dava em Jaqueline nos fazia pensar estar vendo um filme pornô de alta qualidade.
Os corpos de ambos explodiram num intenso orgasmo. Jaqueline deixou seu corpo relaxar no colo de Alexandre ainda encostada na parede. Ambos não tinham forças e nem vontade de se mexer dali enquanto os espasmos não cessassem.