Capítulo 5 - Apenas vizinhos

2980 Palavras
Chegaram ao andar do prédio. Alexandre prensou o corpo de Jaqueline contra a parede e a beijou com voracidade. Jaqueline custou a abrir a porta de seu apartamento, pois Alexandre encaixava seu corpo por trás do dela e beijava a lateral de seu pescoço. Quando ela finalmente abriu, entrou e puxou Alexandre pra dentro. Ele engataram em mais um beijo quente, até Jaqueline pedir um tempo para poder fechar a porta. Ele entrou e ficou parado no meio da sala, admirando cada movimento da mulher. Ela trancou a porta rapidamente e se virou de frente pra ele, jogando a chave e a bolsa em qualquer lugar da sala. Jaqueline foi até seu encontro e pulou em seu colo, entrelaçando suas pernas em volta da cintura de Alexandre, roubando um beijo do homem. Eles foram para o quarto de Jaqueline sem descolar os lábios. Alexandre jogou o corpo de Jaqueline na cama e caiu por cima dela, depositando beijos no pescoço dela, ela em resposta gemia baixinho e afogava os dedos nos cabelos de Alexandre, que enquanto beijava seu colo a olhava. Jaqueline não aguentou encarar aqueles olhos e o puxou para mais um beijo. Ele foi desabotoando o macacão botão a botão enquanto beijava Jaqueline. Alexandre trilhou o tronco dela com os seus lábios quentes sem parar de olha-la. Afastou um pouco o pano que cobria o sutiã de Jaqueline e beijou seus s***s ainda cobertos pela peça. Ela levantou o corpo e ele pode descer a parte de cima do macacão lentamente, olhando-a fechar os olhos e apertar os lábios. Abocanhou seu pescoço novamente enquanto tirava o sutiã dela. Foi descendo sua boca até chegar aos s***s, Jaqueline deitou-se novamente com o ato e deixou Alexandre trabalhar seu corpo de forma hábil. Ele abocanhou os s***s de Jaqueline e ela arqueou seu corpo pra frente, ela tentou puxar Alexandre pelos cabelos mas ele foi mais rápido e pegou os braços dela, os colocando acima da cabeça. Alexandre ficou olhando em seus olhos durante alguns segundos: - Eu tô prestes a fazer uma coisa e quero que você olhe pra mim quando estiver no seu limite! sussurrou ele em seu ouvido. - Pode deixar! sussurrou ela. Ele voltou a olha-la e roubou o ultimo beijo molhado antes de seguir a trilha de beijos que havia traçado no corpo de Jaqueline. Enquanto descia beijando-a, suas mãos percorriam a lateral de seu corpo de forma leve para causar arrepios e descer mais a roupa de Jaqueline. Ela arqueou um pouco o corpo pra frente para que ele tirasse a peça completamente. Quando tirou pode ter a visão privilegiada do corpo de Jaqueline ali, nu apenas coberto por uma calcinha roxa rendada. - Tá esperando o que? disse ela. - Nada, só estava te admirando! Seu corpo, Jaqueline, ele é...magnifico! disse ele depositando beijos em sua coxa direita. Alexandre afastou uma coxa da outra para que pudesse ficar entre as pernas dela. Ele tirou a calcinha lentamente e a cheirou na frente de Jaqueline, que se deliciou com aquela imagem. Jogou em qualquer canto do quarto e voltou a beijar suas coxas, só eu dessa vez ele beijou o interior delas e pegando-as para apoiar em seu ombro. Alexandre abocanhou a i********e de Jaqueline de forma devoradora, ela gemeu alto, sentindo ele. Ele lambeu e depois chupou seu c******s fazendo Jaqueline arquear o corpo e gemer. Ele penetrou dois dedos dentro dela enquanto a lambia de forma habilidosa. - Tô quase lá, Alê! disse ela ofegante. - Faz o que mandei! disse ele de forma sedutora e voltou a chupa-la. Ela se apoiou em seus cotovelos e ficou assistindo Alexandre chupa-la. Aquela imagem a deixava ainda mais excitada. Alexandre sentiu o líquido de Jaqueline derramar em sua boca e um gemido alto, anunciando o orgasmo dela. Ele subiu seu corpo entre as pernas dela e a beijou, fazendo Jaqueline sentir seu próprio gosto. - Viu o quanto você é gostosa? perguntou ele ao fim do beijo. - Vi, agora quero ver o quanto VOCÊ é gostoso! disse ela puxando a barra da camisa de Alexandre pra cima. Voltaram a se beijar e Jaqueline desceu as mãos pelo corpo de Alexandre até chegar no cós da calça dele. Ela desabotoou a calça e colocou sua mão lá dentro para massagear seu m****o duro coberto pela cueca. Mas ela queria mais, muito mais, queria pele. Então colocou a mão dentro da cueca dele e começou a masturba-lo. - Vai fazer o que tô pensando sem eu pedir? perguntou ele enquanto ela pegava seu m****o e fazia movimentos de vai e vem. - Eu sou dessas, vizinho! disse ela antes de abocanhar o m****o duro de Alexandre. Ele arfou de prazer mais uma vez e Jaqueline intensificou o vai e vem com a sua boca. Os gemidos de Alexandre foram se intensificando e ele avisou: - Eu vou gozar, Jaqueline! disse ele ofegante. Ela continuou os movimentos. Lambeu a cabeça e voltou a masturba-lo até que ele gozou. Jaqueline lambeu o m****o de Alexandre com o olhar de inocente, o que o enlouqueceu. Alexandre arfou durante o beijo e Jaqueline conseguiu joga-lo pro outro lado da cama para manter o controle. Jaqueline praticamente arrancou a calça de Alexandre a jogando em qualquer lugar do quarto. Com uma velocidade mais lenta, ela tirou a cueca dele, o olhando com cara de inocente, fazendo-o sorrir. Ele a pegou e puxou para um beijo quente colando seus corpos nus. Jaqueline subiu um pouco o corpo e abriu a gaveta do criado-mudo ao lado da cama para pegar um preservativo. Ela parou de beija-lo, endireitou o corpo em cima do dele e abriu o pacote de forma sensual, olhando diretamente para Alexandre. Ela desceu mais o corpo e colocou o preservativo no m****o de Alexandre. Jaqueline introduziu o pênis de Alexandre em sua v****a e sentiu uma sensação deliciosa ao senti-lo invadir seu corpo por completo. Ela começou a cavalgar de forma lenta, sendo ajudada por Alexandre. Ele espalmou suas mãos nas nádegas de Jaqueline e a moveu para baixo e para cima. Os gemidos de ambos foram se intensificando e o limite dos corpos se aproximando. Com o ápice se aproximando, Alexandre puxou Jaqueline para um beijo, e com o corpo dela arqueado para frente ele pode joga-la pro lado e voltar a ficar por cima. Jaqueline arranhou as costas de Alexandre e jogou a cabeça pra trás, arqueando o corpo pra frente para as estocadas ficarem mais profundas. Alexandre aproveitou e mordeu seu queixo, descendo depois seus lábios para o colo da mulher. O último gemido de Jaqueline marcou o orgasmo de ambos. Sim, ambos chegaram ao ápice juntos, provando que os seus corpos nasceram um para o outro. Jaqueline inverteu mais uma vez as posições, beijando Alexandre, ambos ainda com a respiração descontrolada e o coração descompassado. XXX Jaqueline acordou deitada no peito nu de Alexandre. Estavam nus, cobertos apenas por um lençol branco. Ela se levantou lentamente, se sentando na beirada da cama e mordeu o lábio inferior ao se lembrar da noite quente. Levantou da cama por completo e procurou por alguma roupa sua mas só encontrou as roupas de Alexandre e sua calcinha jogadas no chão. Ela pegou a calcinha e a camisa de Alexandre e vestiu, indo para o banheiro com o celular na mão. Jaqueline entrou no banheiro, deu um jeito no cabelo em frente ao espelho e digitou o número de Tina. - Não acredito que você me ligou cedo num sábado! resmungou Tina do outro lado da linha com uma voz de sono. - Que? Jaqueline colocou o aparelho em frente aos seus olhos e viu as horas, depois voltando-o para sua orelha. - São quase meio dia, Tina! - Muito cedo pra quem trabalha pra c*****o durante a semana e reza pro fim de semana chegar e poder acordar tarde! Mas porque você me ligou? Perdeu o cabaço? disse Tina, arrancando uma risada tímida de Jaqueline. - Mais ou menos isso! - QUE? QUEM TE COMEU? gritou TinA, fazendo Jaqueline afastar um pouco telefone do ouvido. - O meu vizinho! - Aquele gostoso? JAQUELINE, TU É MUITO RAINHA! Tina já havia visto Alexandre durante uma visita que havia feito durante a semana para Jaqueline. Ela havia botado a maior pilha em Jaqueline para que ela ficasse logo com ele. - Para de gritar, s*******o! - Não dá, tu pegou o gostosão, tu merece um b***o em praça pública! Jaqueline riu diante a reação da amiga. - Tu é maluca mesmo né? - Sou mexxxmo! Oh já quero ir pra ai saber de todos os detalhes, viu deusa? — Agora não dá porque ele está deitado na minha cama, dormindo, já que não fizemos isso a noite! - TA-RA-DA! Jaqueline ouviu uma movimentação vinda do quarto, então resolveu desligar o telefone. - Tina, deixa eu desligar aqui, acho que ele tá acordando! Beijo, beijo! disse Jaqueline. - Tá bom, vou me arrumar aqui e vou pra ai! Beijo! Jaqueline desligou o celular e respirou fundo olhando para o espelho, sem entender seu nervosismo. Ela arrumou mais uma vez os cabelos e fez sua higiene matinal. Saiu do quarto e viu Alexandre ainda deitado na sua cama, só que agora ele vestia sua cueca. Ele a avistou na porta do banheiro e babou pela imagem dela vestindo sua camisa e uma calcinha. Que mulher gostosa! pensou suspirando. - Bom dia! disse ela cruzando as pernas, encostando na guarnição da porta. - Bom dia! respondeu ele se levantando e indo em direção de Jaqueline. - Você ficou ainda mais gostosa com a minha camisa! continuou ele já de frente pra Jaqueline. - Ah é? disse ela. — Hum! Até vale a pena perder mais uma camisa minha! - Você quer ela de volta? perguntou ela. Jaqueline pegou a barra da camisa e puxou pra cima para tira-la, ficando nua na frente de Alexandre. Ele só a olhou fazer aquilo e quando ela lhe entregou a camisa sorrindo de forma safada, ele também sorriu da mesma forma. - Acho que vou precisar da calcinha também! disse ele. - Pra que? - Preciso de um souvenier dessa noite! - Safado! disse ela dando um tapinha no ombro de Alexandre e saindo pra dentro do quarto, dando uma arrumada na cama. - Quer comer alguma coisa? perguntou ela. - Aceito alguma coisa sim, tô varado! disse ele passando por Jaqueline e depositando um beijo na bochecha de Jaqueline. — Toma a minha camisa, você fica melhor nela! Disse ele estendendo-lhe a camisa. Ela pegou a sorrir e a vestiu novamente. Jaqueline e Alexandre foram para a cozinha preparar o café da manhã. Na verdade, quem cozinhou mesmo foi Alexandre, ele fez questão de que Jaqueline ficasse ali na bancada lhe fazendo companhia. - Pronto, aqui está um café da manhã de rainha! disse ele fazendo graça para Jaqueline. - Hmmm que delícia! disse ela pegando uma torrada. - Uma pena que esse café da manhã vai virar um brunch! disse ela. - É verdade já são quase uma hora! disse ele, assustando Jaqueline. - Que? Uma hora? Meu Deus, a Tina! disse ela se levantando e indo correndo pro quarto. - Ela vai vim pra cá e você ainda tá aqui! disse ela voltando pra cozinha americana com as roupas de Alexandre na mão. - Quer que eu vá embora? Alexandre queria que ela dissesse "não, eu não quero", e não sabia porque estava assim. Quando dormia com alguma mulher, no dia seguinte ele só queria distância mas com Jaqueline era diferente, ele queria passar o dia ao lado dela se fosse possível. - Se não for grosseiro pedir isso, eu queria sim! A Tina é uma histérica e se te ver aqui vai achar que a gente casou e teve dois filhos! disse Jaqueline entregando as roupas de Alexandre. Ela tirou a camisa em sua frente com a maior na naturalidade, sem nenhuma vergonha diante dele. Ele, por sua vez, ficou admirando o corpo nu dela tão próximo de seus olhos. Ela estava de pé e ele sentando no banco. - Porque você faz isso? perguntou ele. - Isso o que? - Isso! Tirar a roupa na minha frente com a maior naturalidade querendo que eu me controle! Jaqueline queria mais daquele corpo que provara a noite e resolveu provoca-lo, se esqueceu da hora e do encontro com a amiga. - Quer perder o controle de vez, Alê? disse ela maliciosa. Ele puxou seu pulso, colocando o corpo dela entre suas pernas, roçando seu pênis em sua b***a. - A chapéuzinho vermelho gostou do lobo mau aqui né? sussurrou em seu ouvido. - Quem disse que eu sou a chapéuzinho? Tô mais pra rainha má! disse ela descendo a mão até chegar ao mastro de Alexandre. - Não faz isso, Jaqueline, depois você não aguenta! O lobo mau aqui pode te maltratar muito mais do que ontem! disse ele ao pé do ouvido dela novamente. - Então maltrata... -Jaqueline se desvencilhou dos braços de Alexandre e foi para o quarto parando na porta para provoca-lo. - Vem, lobo mau! disse ela o chamando com o dedo indicador. Ele se levantou correndo e foi para o quarto, encontrando Jaqueline deitada na cama. - Eu poderia ficar olhando pra esse teu corpo o resto da vida! Ele é mais bonito do que qualquer vista de cobertura aqui no Rio! disse da porta. - Vai ficar só olhando? perguntou ela se apoiando na cama com os cotovelos. Ele estava se segurando para não partir pra cima dela...até agora. Alexandre foi com tudo pra cima de seu corpo, tomando seus lábios para um beijo avassalador. - Mas é só uma rapidinha, eu tenho que organizar algumas coisas aqui no apê! disse ela ao final do beijo. - Eu só preciso de uns...cinquenta minutos! disse ele. - Cinquenta minutos? Não poderia ser quinze? - Quinze, Jaqueline? Com quinze eu não consigo colocar nem a metade do meu p*u dentro de você! disse ele rindo e arracando uma gargalhada gostosa de Jaqueline. - Eu tô brincando! Vou fazer ser os melhores cinquenta minutos do seu dia, quiçá da sua vida! - Isso se eu não fizer isso com você primeiro né? Modéstia a parte eu sou ótimo nessa matéria! disse ele a beijando em seguida. O fato de Jaqueline já estar nua apenas de calcinha debaixo de Alexandre e ele estar apenas de cueca facilitou a transa dos dois. Ele tirou sua calcinha e estimulou sua v****a com as mãos enquanto a beijava. Seus gemidos eram abafados pelos beijos quentes. Jaqueline fazia movimentos de vai e vem em seu m****o duro, o fazendo também gemer durante os beijos. - Camisinha? ele perguntou entre os beijos. - Primeira gaveta! disse Jaqueline ofegante. Ele se esticou um pouco para alcançar a gaveta, Jaqueline aproveitou e mordeu seu braço. Depois de pegar o preservativo, ele ajoelhou, se posicionando no meio das pernas de Jaqueline e abriu o pacote. Ele se apoiou com uma mão na cama por cima de Jaqueline e com a outra mão colocou seu m****o na entrada de Jaqueline a penetrando de uma só vez. As respirações ofegantes causadas pelas masturbações de ambos foram substituídos pelos gemidos altos dos dois corpos em chamas. Alexandre investia cada vez mais em Jaqueline a fazendo arranhar suas costas. Ele aproveitou a posição e afundou seu rosto na lateral do pescoço de Jaqueline depositando beijos, mordidas e lambidas. Eles tentavam dizer algo mas o prazer os consumia e tudo que conseguia deixar escapar era os gemidos de prazer. Jaqueline chegou ao ápice do prazer primeiro e depois foi a vez de Alexandre explodir de prazer dentro dela. Ele jogou-se ao lado dela na cama, ficaram os dois ali ofegantes e saciados. - jake... -Chamou ele, encarando - a, ainda ofegante. - Fala! disse ela encarando o teto. - Quando é que a gente vai...repetir essa noite? Ou essa manhã? Ou as duas coisas? disse ele ficando apoiado com um dos cotovelos para admirar Jaqueline ainda respirando de forma descontrolada. Ela sorriu diante da audácia dele mas ela gostava da forma que ele era direto. - Já tá querendo repetir? Meu Deus mas não faz nem dois minutos que a gente gozou aqui e você já quer mais? disse encarando - o. - O lobo mau aqui é insaciável, tá? disse ele, fazendo-a rir novamente. O interfone do apartamento tocou e fez Jaqueline dar um pulo da cama se lembrando de que poderia ser Tina. Dessa vez ela vestiu uma regata que encontrou dobrada em cima de sua cômoda e vestiu indo para a cozinha atender. - Oi. - jake, sua louca, cheguei! disse Tina. - Já tô abrindo, me dá cinco minutos! - Okay, rapariga! Cinco minutos pra você tirar o boy daí que eu sei! Eu sei que ele tá aí ainda, dona Jaqueline Soares, não precisa esconder não! disse ela arrancando uma risada baixa de Jaqueline. - Cinco minutos e eu já abro! Ela desligou o interfone e voltou para o quarto. Alexandre se vestia e Jaqueline saiu a procura de algo em seu armário para vestir. Pegou um short jeans e vestiu. Alexandre já havia se vestido, então Jaqueline o levou até a porta. - Eu quero repetir hein? disse ele. - Veremos! disse ela fazendo charme. Ele sorriu e ela também, Alexandre puxou a cintura de Jaqueline para um beijo demorado. Mas foram interrompidos pela chegada histérica de Tina. - MEU CASAL! gritou ela, assustando os dois que riram diante a situação. - Que mané casal, Tina! disse Jaqueline. - Somos apenas vizinhos! disse Alexandre piscando um olho para Jaqueline que sorriu. - Vou indo, até mais, Jaqueline! Até mais, Tina! disse ele indo em direção ao outro lado do lounge do prédio para a porta de seu apartamento. - Até mais, Nerinho! disse Tina. - Até! disse Jaqueline.
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