Magnata narrando Saí do barraco devagar, fechei a porta e travei por fora. Respirei fundo, puxando o ar pesado da quebrada, mas minha cabeça ainda tava lá dentro, naquela mina. Caralh0, que dó daquela refém, parecia perdida, tão frágil, mas ao mesmo tempo, que pequena linda da porr@. Aquela carinha de medo mexeu comigo de um jeito diferente, os olhos brilhando como se quisesse gritar e não podia. Magnata : Que viagem, é refém, mas eu pegava. Sem mentira. Tem um bagulho nela que chama atenção. Já vi essa mina em algum canto, só não lembro onde. Esse mundão é pequeno mesmo, mais logo logo vou sacar. Deixei a mente viajar mais uns segundos e cortei, porque se eu deixo o coração pesar demais, o crime me engole. Desci na direção da boca, que tava fervendo como sempre, molecada na ronda, fum

