SIENA
Eu preciso ter você — dispara, seu tom baixo e rouco de excitação reverberando em cada centímetro da minha pele.
E, antes que eu possa processar suas palavras, a sua boca quente encontra a minha. Eu suspiro em meio ao beijo, sentindo meu corpo esquentar como se estivesse pegando fogo. Ivarsen intensifica seu agarre, aprofundando-o, saboreando e absorvendo todos os meus sussurros e gemidos. Agarro-me ainda mais a ele, moldando meu corpo ao seu, sentindo sua c***l necessidade pulsando entre nós.
Ivarsen mordisca meu lábio inferior e se afasta com ele entre os dentes. Seu polegar acompanhando suavemente o toque.
— Seu gosto… é inesquecível — rosna baixo, girando e contornando o meu corpo. Seus dedos firmes deixando um rastro quente em cada centímetro tocado, então, ele aproxima seus lábios famintos da minha orelha e sussurra: — Se quiser desistir… — Ofega, deixando as palavras suspensas entre nós.
Mesmo que minha mente alerte para ir, eu não obedeço e apenas silencio todos os pensamentos que me fazem desistir desse momento. Balanço minha cabeça e n**o com um suspiro trêmulo, olhando-o por cima dos ombros. Nossos olhares se encontram e, pelo brilho do seu, ele vê o mesmo que eu. O desejo irrefreável de sucumbir a nossa luxúria.
Suas mãos encontram o zíper do vestido na parte de trás do meu pescoço e o desliza por todo caminho, fazendo a peça cair como cascatas sobre meus pés.
Ivarsen observa-me com os olhos ardentes.
— Deus! Você é perfeita! — Arfa. Seus lábios atingem a curva do meu pescoço, deixando-me marcada e atordoada de desejo. — Você correria de mim se soubesse o quão r**m são os meus pensamentos agora — rosna, sua voz é grave com a luxúria, lambendo e mordiscando o meu maxilar e queixo.
Sorrio, virando-me de frente para ele. Suas pupilas dilatadas, seu maxilar apertado, demonstrando que ele está no limite.
Ivarsen dá um passo à frente, levando suas mãos quentes em meus s***s, deslizando os polegares em cada mamilo rígido. Ofego. Meus lábios entreabertos, maravilhada com o choque elétrico do seu toque.
Chegando mais perto, seus lábios encontram a minha bochecha com o erótico roçar da sua barba áspera, suas palmas quentes se deleitando e provocando. Jogo a cabeça para trás quando, faminto, abocanha um seio enquanto sua mão desce alcançando minha i********e. Afastando-se brevemente para me observar, Ivarsen transforma minha renda em farrapos e leva seus dedos em direção ao meu c******s, me fazendo fechar os olhos em apreciação.
— Abra-os — sua voz rouca ordena, atingindo-me como um trem desgovernado.
Abro os olhos e o encaro fixamente, lutando com os gemidos e sussurros que escapam dos meus lábios enquanto começa a investir um dedo após o outro dentro e fora de mim.
O sangue ruge em minhas veias e os sons da minha carne molhada a cada investida sua provocam tremores que percorrem o meu corpo como uma intensa corrente elétrica. Ivarsen é implacável com os seus golpes e me faz ficar nas pontas dos pés, implorando para ele ir mais rápido, fundo e, então, acontece. Minhas pálpebras vibram, uma explosão devasta-me e me desmancho, apertando-me contra seus dedos, arfando e gemendo seu nome.
Meu corpo amolece após o orgasmo e cedo, descansando minha testa suada em seu peito, sentindo seu braço livre enlaçar a minha cintura, mantendo-me envolvida em seu calor.
Seus lábios acariciam a minha orelha, mordiscando suavemente e, então, seus dedos não estavam mais em mim e suspiro. Ergo o meu olhar a tempo de vê-lo levar os dedos à boca e saboreá-los com toda imponência e devassidão brilhando em seus olhos.
— Como da última vez… — divaga —, doce como néctar, com um gosto de quero mais — murmura em voz baixa.
Meu coração bate mais forte no peito e sinto uma necessidade dolorosa, pulsar no meu núcleo.
O desejo feroz é assomando em seus olhos e Ivarsen exala, sua respiração quente atingindo o meu pescoço, acendendo-me novamente e, resignada, começo despi-lo.
Retiro seu cinto e deslizo o zíper da sua calça para baixo junto de sua boxer, tiro o terno e, em seguida, a camisa e faço uma trilha de beijos por todos os músculos trabalhando do seu corpo. Círculo um mamilo com a língua e o sugo, repetindo o processo, suas pálpebras tremem e continuo minha doce e tortuosa expedição. Passo as unhas em seu abdômen esculpido e sopro, mordisco e lambo o seu v glorioso. Prolongo ainda mais o meu toque, observando seu p*u orgulhosamente duro, ereto, viril, implorando por atenção.
Por mais que essa simples visão encha a minha boca de água, não consigo parar de pensar como esse lindo e quente homem de olhar tão intenso e rosto esculpido pode ter permanecido tanto tempo sozinho. Ivarsen fica quieto, respirando descompassadamente, deixando-me explorá-lo com as mãos e a língua. Um gemido gutural escapa de seus lábios quando esfrego minhas mãos contra o seu p*u rígido e ele pulsa e incha em minhas mãos.
Silvo entre os dentes, sentindo seus punhos se fecharem em minha garganta e puxar-me para cima, erguendo-me em seus braços, me fazendo enlaçá-lo pelo quadril, e o encaro.
— Não estive com uma mulher faz anos, Siena. E ter você me tocando assim… — confessa com a voz torturada, balança a cabeça, e sou consumida por intensos olhos azuis. — Perderia facilmente o controle.
Engasgo-me, sendo esmagada com a intensidade das suas palavras. Roço meus lábios nos seus e sou tomada por um beijo profundo. Sua língua entra em minha boca e suga a minha avidamente, enquanto o sinto andar em passos lentos em uma direção. Suas mãos espalmadas em cada bochecha da minha b***a, amassando-as grosseiramente, arrancando ofegos meus.
Ouço-o suspirar e praguejar, debatendo-se com a maçaneta da porta que cede após um chute seu.
Minutos depois, estou afundando sobre um colchão macio. Ele esmaga-me com o seu peso e reivindica cada pedaço do meu corpo. Beijos vorazes, mãos apressadas e quente dedilhando-me e abrindo-me para seu próprio deleite. Quanto mais eu penso no que estamos fazendo, mais o desejo cresce com uma larva fervente dentro de mim.
Solto um soluço quando sinto seus lábios em meu pescoço e uma palma aberta desce esfregando e apertando um mamilo entre o polegar e indicador, causando estremecimento com a fricção provocada, me fazendo soltar um gemido.