SIENA
Ivarsen se afasta e repete o movimento, dessa vez acompanhando cada reação, gemido e suspiro que deixo escapar solenemente.
— P-por favor — imploro e cravo minhas unhas em seus braços, arqueando para fora do colchão.
Um sorriso c***l e luxurioso se desenha em seus lábios enquanto Ivarsen toca-me mais uma vez e novamente até o ponto em que eu acho que vou desmaiar de prazer.
Lambo os lábios já secos e solto um suspiro, sentindo falta do calor do seu corpo, mas isso não dura muito. Após ouvir um som de embalagem sendo rasgada, sinto-o se ajoelhar entre minhas pernas. Ivarsen solta um gemido em uníssono com seu impulso lento e delicioso. Arquejo, sentindo-o deslizar seu p*u em minha f***a molhada. Sua cadência é controlada, lânguida, em uma espécie de doce tortura.
Ergo o olhar, ainda atordoada pela sua intensidade, e o encaro com um rogo silencioso para que me leve o mais fundo possível até o ponto que me deixe sem ar. Ele estoca apaixonadamente, tocando cada nervo do meu corpo, me fazendo ofegar e fechar os olhos.
— Olhos em mim, Siena — rosna com uma necessidade crua pingando da sua voz rouca.
— Ivar...ah… — Mordo o lábio inferior, sentindo-o aumentar o ritmo de suas investidas, empurrando cada vez mais fundo, enchendo-me de prazer e luxúria.
— Siena… — ele sussurra com seus olhos azuis queimando enquanto me assiste a contorcer e me perder em seus golpes. — Estou no limite, querida… — avisa, girando os quadris em círculos ritmados, me fazendo gritar e arranhar suas costas.
— Amo como essa b****a deliciosa é tão receptiva com o meu p*u… — grunhe —, receptiva… — murmura com um sorriso devasso — está me ordenhando e me apertando como um punho de aço, molhada, quente e apertada — sentencia, admiração e desejo preenchendo sua voz. Sua língua estala quando bate no meu queixo e desce em uma lambida descarada. — Foram seis anos me privando de um bom sexo, está pronta para ser quebrada ao meio? — Seu tom é rouco, carregado de excitação e perigo, e alcança cada terminação nervosa do meu corpo.
Engasgo em êxtase e fecho os olhos enquanto um sorriso sensual se desenha em meus lábios.
— Faça o seu melhor… — gemo, mergulhando em cada movimento tortuoso dos seus quadris. Em um segundo, sem nenhuma delicadeza, meu corpo é girado e empurrado para baixo, face contra o colchão, quadril para cima, e minha b****a molhada exposta para o seu bel-prazer. Ivarsen agarra meu quadril com força e, com uma investida bruta, me penetra profundamente. Ofego em choque, com a invasão impulsiva e deliciosamente dolorosa. Ele estoca ainda mais fundo, meu corpo balançando com a violência dos seus impulsos.
Ivarsen apresenta-me um lado dele que estava oculto, soterrado em sua superfície dura.
Tento manter meus olhos abertos, delirando com suas poderosas investidas em mim, os sons crus das nossas carnes se chocando, gemidos e sussurros enchendo o espaço e sua respiração profunda contra o meu pescoço.
Suas mãos deliberando por toda parte, acariciando meus s***s, beliscando os m*****s intumescidos, deslizando para baixo, onde alcança meu feixe sensível, massageando-o com leves círculos e batidas do seu indicador, provocando tremores e gritos com o primeiro pico de prazer, que escorre por todo o meu corpo, enquanto a outra mão livre agarra um punhado do meu cabelo, intensificando o aperto a cada estocada.
Ergo a cabeça, o olho por cima dos ombros e vejo o quão feroz está o homem preso atrás das suas íris tempestuosas. Ele é uma fera insaciável em busca de prazer. Saciar e ser saciado. Há algo à espreita e sei que estamos apenas começando.
— Agora grite e gema para mim, Siena. Mostre-me como adora ser fodida — comanda possessivamente, atingindo um ponto exato dentro de mim, e obedeço ao seu comando. Grito e caio sobre o colchão, arfando e gemendo. Minhas unhas cavando o lençol, amontoado sob minhas palmas.
Ivarsen continua com seus golpes implacáveis e se retira até a ponta para entrar novamente em uma investida profunda.
— Eu não aguento mais — imploro quando ele repete o movimento até ter-me gritando, pernas tremendo, assim como todo o meu corpo, implorando para ser saciado.
— Esse sou eu — impulso —, comendo sua doce bocetinha e fazendo você gozar como nunca… — impulso novamente. — Eu, Ivarsen MacKenzie — rosna com suspiro entrecortado.
Então o prazer choca-me com uma poderosa onda e, com uma última estocada feroz, g**o, me desfazendo em milhões de pedaços. Sinto seus lábios pressionando os meus e solto um gemido, colocando minha língua em sua boca, mantendo-me à sua mercê, sendo cativada e dominada por seu beijo arrebatador. Aumentando o ritmo, sugando e levando meu lábio inferior entre os dentes, Ivarsen chega a sua libertação. Necessidade e prazer permeiam em seu lindo rosto enquanto goza, uma cena erótica e entorpecente, deliciosa de se assistir.