O vento do norte rugia como uma fera selvagem. As nuvens corriam velozes sobre o céu, e a lua — agora minguante — parecia observá-los de longe, silenciosa, como se temesse o que estava por vir. Lucian cavalgava à frente, o manto n***o ondulando contra o frio cortante. Isla vinha logo atrás, montando uma égua branca que reluzia sob o luar. Atrás deles, uma pequena comitiva de soldados e magos lunares seguia em silêncio. Cada passo dos cavalos soava como um presságio. Há dias, as montanhas de Eryndor tremiam levemente, como se respirassem. E nas noites mais frias, podiam-se ver clarões prateados iluminando o cume — sinais da f***a viva que crescia a cada dia. Lucian parou o cavalo diante de um penhasco e olhou para o vale abaixo. A floresta ali parecia... morta. As árvores estavam negr

