CAPÍTULO17

2011 Palavras
Pego meu celular dentro da bolsa. Solto minha mão da mão de Markos. Ele já desvia seus olhos da estrada para mim. — O que houve? Ele indagou olhando de mim para a estrada. — Nada. Só estou mandando uma mensagem para Coby ficar mais tempo com a enfermeira. — A enfermeira vai está lá a noite toda. — Eu sei, mas não quero deixá-la sozinha com ele. É muito para uma pessoa só, por mais que ela seja treinada para esses tipos de casos. — Você se empenhou muito para cuidar de Thomas. Markos fala com um certo ciúmes na voz. — Não tem por que você se sentir incomodado. Eu só quero que ele se recupere para eu ter minha liberdade. — Não vejo a hora disso acontecer. — Eu também! Mando a mensagem para Coby, perguntando se está tudo bem. Ela não demora a responder. Diz que está tudo bem. Pergunto se ela pode estender essa gentileza de ficar lá me casa até amanhã. Ela me manda uma carinha de capetinha e diz que ela já estava lá em casa para ficar, e que é para eu aproveitar minha noite com Markos. Sorrio e mando a mensagem agradecendo. — Está tudo bem? Markos indaga. — Sim, está! — Você pode me dar sua mão de novo? Sua voz parece de revolta. — Sim, Senhor! Digo já dando a mão para ele. — Obrigado, Srta! — De nada! Ele sorrir. Seguimos em silêncio. Chegamos em um prédio bem bonito. Ele entrou com o carro na garagem e estacionou o carro em uma das vagas. — Está pronta? Ele indagou tirando seu cinto de segurança. Eu também tiro o meu. — Mais que pronta. Ele sai do carro e depois dar a volta para abrir a porta para mim. Ele é tão fofo. — Vem. Ele pega na minha mão e me abraça por trás. Você não respondeu minha pergunta. — É mesmo? E qual? Me faço de desentendida. — Você está me torturando. Ele chama o elevador. — Só um pouquinho. Ele me aperta em seus braços e dar um beijo em minha cabeça. — Pode ter certeza, pequena, que essa tortura vai ter volta. — Adoro suas ameaças. Digo e ele me aperta mais junto ao seu corpo. Entramos no elevador. — Estou esperando minha resposta. Ele fala de braços cruzados na minha frente. — Você está muito apressado. — E você continua me torturando. Ele está sério e eu sorrio. — Posso ver o apto primeiro? Indaguei divertida. — Por quê? Isso vai mudar seu veredito? Ele parece bravo e dar vontade de rir mais dele, porém me contenho. —Talvez. Brinco de novo. — Não estou entendendo. — Fique calmo. Temos tempo ainda. Coby já confirmou que ficará até eu chegar, então, temos mais tempo para eu te avaliar. — Eu achei que essa avaliação tinha acabado. Ele emburra a cara e encosta na parede do elevador. — Você fica tão mais lindo bravo. — Daniela, não venha com essa. Eu quero minha resposta. Vou até ele e o elevador se abre antes que eu fale qualquer coisa. — Chegamos? Indaguei saindo do elevador, antes dele responder. Ele sai me olhando firme. Pega a chave do seu bolso e abre a porta. — Entre, a casa é sua. Sorrio. — Obrigada, Sr! Entrei e a luz de toda sala já acende. Fico fascinada. A sala é enorme. Ela é conjugada. Sala de estar, sala de jantar e a cozinha lá no fundo. Fico pensando, para que um ambiente tão grande desses. Você que escolheu? — Não. Esse apto foi cedido pela empresa. Enquanto eu trabalhar para eles, esse apto é nosso. Assinto olhando tudo bem-organizado. Claro, Markos é super organizado. Não tem uma almofada do sofá fora do lugar. — Ele é lindo. Bem grande, né? — Sim. Vem, vamos conhecer o resto. Ele me puxa e assim vamos para outro lado do apto. Vejo que ele me leva para um corredor espaçoso. Tem três quartos. Ele fala abrindo uma porta e vejo que o quarto é grande também. Ele me mostra o segundo quarto e também é grande. E esse é o nosso. Ele abre a porta e dou de cara com um quarto bem maior ainda. Era surreal. — Eles estão te tratando bem mesmo, hein. É um exagero. — Estão. E eu gosto de lugares grandes, arejados e limpo. O quarto tem uma cama bem grande, dois criados mudos, um tapete peludo no chão. Tem um closet bem grande atrás daquela parede. Vai caber tudo seu. Ele me tira dos meus pensamentos. — Você fala como se ei tivesse muitas coisas. — Pode não ter, mas quando você começar a dar aula de dança, terá que ter várias roupas para dançar. Sorrio olhando para ele. — Você não existe. Digo e ele vem até a mim. — Existo sim. E ainda quero minha resposta. Ele fala me agarrando. — Eu estava pensando em tomar banho. Ficamos o dia todo fora, que quero tomar um banho. Vamos juntos? Disse maliciosamente. — Vamos lá então. Espero ter minha resposta mais rápido possível. Sorrio e vou para uma porta dando de cara com o banheiro, que também é enorme. Markos veio junto comigo, claramente, com a intenção de me devorar. Eu havia usado o banho como desculpa para fazer um amor gostoso, só estava com receio de que isso poderia trazer para nós depois, já que Thomas está ainda em nosso meio. Estávamos a meses sem nos encostar, e o banho era um momento nosso. Lembro que todos os nossos banhos juntos era sinal de fogo. Nós dois pegávamos fogo. Eu já me excitava pensando nisso e a oportunidade surgiu de maneira direta. E o fato de ele ter aceitado meu convite para o banho significava fome, muita fome. Sabia que nesses meses, ele estava mais que desejoso, eu ia me esbaldar a vontade. Tiramos a roupa, deixada no chão, e observei que seu p*u já estava uma rocha. Fui acariciando e o empurrando pra dentro do box. Abri o chuveiro com uma mão na válvula e outra em seu m****o. Eu pegava o p*u dele com vontade. Segurar aquele m****o duro me dava arrepios de prazer. Passamos sabonete um no outro, nos massageamos por alguns instantes, mas não demorou muito pra eu descer, de joelhos, e abocanhar o seu mastro rígido. A água caindo em nós enquanto eu o chupava, me deixava ainda mais louca. Estremecia de t***o. Engolia aquela rola com vontade, até o final. Engasgava e continuava. Não tinha vontade de largar. Chupei por quase 10 minutos. Me levantei, fiquei de costas e comecei a esfregar minha b***a no m****o dele. Sem muita demora, me inclinei levemente. — Não aguento mais, preciso de você dentro de mim. Vem, me dar o quue nós dois queremos. Ele encaixou o p*u na minha i********e e começou a forçar. Após alguns segundos, com a força que fazia, entrou tudo de uma vez, até o talo. Gemi de dor e prazer, já que tinha muito tempo para não me relaciono. Nem precisei acostumar com a dor, já pedi pra ele bombar — Vai mete, mete logo. Eu estou a muito tempo querendo você dentro de mim. — Você não sabe como eu estou e estava te querendo. Ele diz firmando mais as mãos na minha cintura. Eu não estava aguentando de tantas saudades dele, em todos os sentidos. Mas seu m****o parecia que me completava. Eu estava amando esse entra e sai de dentro de mim. Estava amando seu m****o batendo em cada lado dentro de mim. Debaixo do chuveiro, com a água batendo em nossos corpos, entrando em nossos órgãos. Queria mais que sentasse seu m****o, sem dó. A dor não existia mais, somente o prazer, estava mais que excitada, em outro estágio emocional, eu delirava naquele dia. E Markos me dando aquela amor que eu tanto queria, no chuveiro depois de tanto tempo sem nos aproximamos, me deixava mais ainda em chamas. Após um bom tempo me comendo de pé, me inclinei mais na parede. Ele se inclinou mais, ficando debaixo do chuveiro, e continuou a bombando. Depois de 20 minutos desse amor gostosinho, senti o p*u pulsar mais forte, sabia que estava quase gozando. Avisei que queria na boca. Tirou o p*u e fiquei de boca aberta, enquanto ele se punhetava pra gozar. Eu me tremia toda, esperando o instante que aquela p***a viria em minha direção. Até que anunciou: — Vou gozar, vem, aproxima sua boca, você não quer perder nada que eu sei — Isso mesmo, odeio desperdício, goza tudo na minha boca, não erra a mira não... goza... goza tudo na minha boca Os jatos foram muitos, não vou conseguir precisar, mas foram mais que 10. Nunca achei ser possível, tive que engolir uma parte pra caber mais. Fiquei brincando, saboreando a outra parte por uns dois minutos. Que p***a gostosa, docinha, pouca acidez. Sentei no chão embaixo do chuveiro, mole, extasiada, mais ainda não totalmente satisfeito, mesmo com sensação de quero mais. E a nossa noite não teve fim. Depois do banho, fomos para o quarto. Ele me amou como antes ou até mesmo melhor, porque ele não parava de dizer que me amava e que me queria para o resto da vida. Eu também queria o mesmo que ele, porém, não podíamos ainda. Espero que seja em um futuro próximo. Porque, o que vivemos hoje, eu quero para todo sempre. — Você já está dormindo? Markos indagou beijando minhas costas. Eu estava sonolenta, cansada do dia e da nossa noite de amor. — Humm... — Estou vendo que sim. Vou deixar você dormir. Ele fala e me puxa para seus braços. — Pode falar. Falo me virando para ele e me aconchegando em seus braços e peitoral. — Minha resposta. Gargalho sem forças. Não estou entendendo sua risada. — Eu achei que minha resposta tinha sido dada no momento que tomamos banho e fizemos amor no banho e nessa cama. — Então, eu passei no teste? — Mais que do que passar, você está aprovadíssimo, e digo mais. Que aprovação espetacular. Agora foi a vez dele gargalhar. — Eu te amo. E não conseguiria ficar longe de você mais. Eu não quero ficar longe de você. Suspiro. — Nem eu, Markos. Porém, ainda temos que ser cautelosos. Wilson está na minha cola. Qualquer deslize meu, ele vai fazer da minha vida um inferno, por mais que ele não esteja em seu direito de reclamar nada, mas eu não quero ficar me desgastando. — Eu vou esperar por você o tempo que for. — Eu quero que você me espere o tempo que for. Não dizemos mais nada. Fico em silêncio, só sentindo os carinhos dele em meus cabelos. Acabo pegando no sono. Acordei com um carinho em minhas costas. Sorrio. — Sentia falta de acordar assim, com você e suas caricias. Digo ainda de costa. — Eu também sinto sua falta. Todos as manhãs acordo pensando em você do meu lado. Ele beija minhas costas e eu me viro. Passo as mãos no rosto para tirar meus cabelos. Percebo que tem um anel no meu dedo anelar direto. — E esse anel? Indaguei olhando para o anel e para Markos ao mesmo tempo. — Promete que vai casar comigo, assim que Thomas melhorar e te dar o divórcio? — Prometo. Digo subindo em cima dele. É o que mais quero. Você não sabe como eu estou feliz por você está aqui comigo, por estarmos assim, por ter passado essa noite agarradinha com você. Eu te amo, Markos. Amo mais que tudo, e tudo que eu quero é ficar assim para sempre. Ele se senta e me abraça forte, grudando mais nossos corpos. — Te digo o mesmo, pequena. Eu quero te amar a cada segundo do dia, a cada minuto da noite. Você sempre será a única em minha vida e em meu coração, e como disse ontem, eu posso esperar o tempo que for para ter você comigo.
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