CAPÍTULO 18

2088 Palavras
Comecei a beijar aquele p*u mole que começou a dar sinal de vida. Coloquei suas bolas na minha boca e comecei a sugá-las docemente. Escutei um gemido alto. Com a mão comecei a tocar no seu m****o que já estava quase que totalmente duro. Lambia as laterais e as mordia levemente. Esse homem estava indo à loucura e eu também, já que minha boca estava cheia de água. Abocanhei aquela cabecinha rosada e comecei a sugá-la com bastante carinho. Escutava o safado gemer de t***o. Conseguia quase a colocar tudo na minha boca, enquanto minhas mãos acariciavam aquele saco gostoso. Fiquei fazendo aquela massagem deliciosa com os lábios e a língua, até que percebi que ele ia gozar porque seu p*u aumentou de tamanho e latejou. Tirei a cara e ele gozou atingindo meus p****s. Fui me limpar no banheiro do quarto e quando voltei, já estava nua também. Estava bastante excitada porque fazia meses que não tinha contato íntimo com ele. E ontem ele despertou tudo em mim novamente. Sentei na cama e ele sentou-se ao meu lado. Seu p*u, já estava mole e estava com um pouquinho de p***a. Limpei com a minha boca e o gostinho dele era bom. Pedi para ele me chupar e até que começou na minha orelha, pescoço até os s***s. Nesse momento falei para ele que os biquinhos estavam muito sensíveis e ele estava causando um desconforto com as mordidinhas. Devia apenas sugar. Aí ele começou a fazer melhor. Logo desceu pela minha barriga e começou a beijar minha i********e. Ele sabia que eu gostava, porque me contorcia. Com a mão, empurrei a cabeça dele mais para baixo, na entrada da b****a, e pedi para colocar a língua. Quando entrou estremeci e fechei minhas pernas, e apertei a cabeça dele. Ele percebeu e começou a alterar entre enfiar a língua e a me sugar suavemente. Pedi para ele introduzir o dedo também, onde me dava mais t***o. Ele sabia o jeito e a força que eu gostava. Esse homem me deixava nas nuvens. Sendo sugada, lambida e invadida por um dedo, logo avisei que ia gozar e, para minha surpresa, ele continuou sem tirar a boca da minha b****a. Gozei gostoso, mas continuava excitada. Aproveitei que ele estava com t***o, pedi para ele se deitar, subi nele e comecei a cavalgar. Abri bem as pernas, fui pra cima dele e entrou gostoso. A minha b****a acolheu aquele p*u com carinho. Ajoelhada e de frente para ele, comecei os movimentos de subir e descer. O safado fechava os olhos de prazer. Contraía, meus músculos vaginais esmagando seu p*u. Foi fácil fazê-lo gozar. Disse para ele que o deixaria descansar um pouco, mas que queria muito mais. Fui buscar um copo com suco de laranja para ele repor as energias. Fico fascinada com o p*u dele que já estava duro novamente. Fiquei de quatro e falei para ele que estava pronta. Eu queria tudo dele, queria aproveitar nosso dia, como se fosse o último. Não sei quando teremos mais momentos como esse, portanto eu queria aproveitar o máximo, eu queria tudo dele. Naquela posição, o safado sabia o que fazer. Metia gostoso, fundo, forte e alternava a velocidade e o vigor. Comecei a tremer e o orgasmo veio intenso, duradouro, tão forte que contraí os músculos da minha i********e e duvido que ele conseguiria tirar o p*u dali. Gemi de prazer. Ele continuou metendo até mesmo quando relaxei. Não sei se queria me dar mais prazer ou se obter o seu próprio prazer. As estocadas eram firmes e fortes. Depois de quase meia hora naquele vai e vem, ele me disse que queria minha b***a. Que estava com saudades de ter a minha b***a. Comecei a chupar o p*u dele que estava quase mole até endurecê-lo. Coloquei a camisinha e passei bastante lubrificante. Deitei de bruços e disse para ele espalhar o lubrificante na minha b***a. Com os dedos foi fazendo todo aquele trabalho de preparação, até que fiquei de lado. Ele posicionou-se e passei minha perna por cima da dele, liberando minha b***a. Ele começou a me penetrar bem devagar. Aos poucos aquilo começou a ficar gostoso e pedi para ele colocar os dedos na minha b****a. Meu t***o só aumentava e eu já estava mais relaxada. Já dava para mudar de posição e fomos para a minha preferida, eu deitada de bruços e ele por cima. Até entrar é difícil e pedi para colocar mais lubrificante, porém depois que entra é uma delícia, pelo menos para mim. Sentir o peso do corpo daquele homem em cima de mim, alisando suas coxas e b***a, me agarrando por baixo dos braços e me imobilizando, eu ali, não tenho para onde correr, e ele metendo forte. Isso me dá muito t***o. Acho que foi quase uns cinco minutos assim, mas eu queria gozar e pedi para ficar de quatro. Meu cu já estava pronto para esta posição e mesmo assim pedi mais lubrificante. Santo lubrificante. Com ele tudo é mais fácil. De quatro com ele a comer o meu ** e com os dedos na minha b****a. Pedi para ele dar uns leves tapas na minha b***a. Adoro isso. Não demorou muito e veio aquele g**o gostoso, tão gostoso que parece que contaminou o safado que gozou também. Estávamos esgotados, mas, satisfeitos. — Eu não quero que você vá. Eu não quero te entregar, te deixar no seu apto. Markos fala beijando minha mão. — Eu também não gostaria de ir. Gostaria de ficar aqui, agarradinha a você para sempre. Abusando do seu corpo o tempo todo. Porém, eu não posso. Infelizmente, eu não posso. — Eu sei, E isso me deixa triste. Me sento e olho para ele. Ele aprendeu a se abrir. A falar o quer de mim. Isso antes não acontecia, mas hoje tenho um homem sensível diante de mim. — Eu não quero que você fique assim. Markos, eu estou fazendo de tudo para ter minha vida ao seu lado de volta. Sei que não está fácil para você e nem para mim. Precisamos ser forte e fazer o que estamos fazendo aqui. Fazer de tudo para ficarmos pelo menos o final de semana juntos. Passo as mãos em seu rosto, ele pega e beija. — Eu sei. Eu só estou triste, porque daqui algumas horas você tem que voltar para sua vida, longe de mim. Me sento em seu colo. — Thomas já está dando sinal de melhora, e como dissemos, pode demorar o tempo que for, estaremos juntos. Digo alisando seu rosto. E agora, vamos parar com essa tristeza toda. Não estou saindo da sua vida. — Nunca. — Pois é. Nunca. Isso não é uma despedida. Eu te amo e tenho certeza dos seus sentimentos por mim. Agora vamos aproveitar tudo que temos para aproveitar hoje. Você não vai se livrar de mim. Digo dando selinhos em seus lábios e ele me agarra e beija mais intenso. Nossa manhã se foi e nós dois nos amamos mais. Sei que ele estava inseguro, mas não tínhamos muito o que fazer. Era somente aguardar o destino reserva para nós dois. Mais tarde saímos para almoçar e passear um pouco. Éramos dois casais normais na rua, de mãos dadas, brincando e sorrindo um com outro. Ele estava mais leve, e espero que continue assim, porque se tivemos paciência até agora, precisamos continuar tendo. O anoitecer chegou, e já estávamos aqui, na porta do prédio onde moro. — Vamos poder fazer isso novamente? Vamos nos ver final de semana que vem? Ficarmos assim juntinhos? Ele pede mordendo minha mão de leve. — Serei toda sua no final de semana que vem. Eu te amo. Lembre-se disso essa semana toda. — Também te amo. Você também se lembre disso a semana toda. Ele me puxa para seu colo e me beija com toda vontade do mundo. Nossas línguas travam uma batalha, e eu não quero que esse momento acabe, e parece que nem ele. Porém, o ar se faz presente. Ele vai cessando o beijo devagar e suspira. Cola nossas testas e fica em silêncio por vários minutos. — Já está tarde. Tenho que subir. Ele suspira forte. — Não quero te deixar. — Nem eu quero que você me deixe e nem eu quero te deixar. — Enquanto não puder ficar comigo de vez, vamos nos ver sempre no final de semana. Me promete? — Prometo. Vamos fazer de tudo para dar certo e vai dar certo. Digo e ele me beija novamente, porém não demora. — Vai antes que eu te leve de volta para nosso apto e te prenda lá para nunca mais sair. — Iria adorar. Digo saindo do colo dele. — Não me tente, pequena! Eu te levo. Sorrio. — Eu sei que sim. Até amanhã na porta da faculdade! — Até amanhã! Te amo! — Te amo também! Dou um outro beijo nele e depois saio do carro. Entro no prédio olhando para ele. Mando um beijo no ar e entro. Vou fica contando os minutos, segundos e horas para me vê-lo de novo, de ficarmos juntinhos como ficamos esse final de semana. Entro no apto e dou de cara com Coby, a pequena April e Thomas em sua cadeira. — Boa noite! Digo e a princesa vem correndo para meu colo. —Demolou, titia. Achei que não iria te ver. — Titia nunca iria deixar de te ver. Está tudo bem por aqui? Indaguei me sentando e olhando para Thomas, que estava tranquilo em sua cadeira de rodas. Seu olhar parece mais brilhante, mais vivido. Seu rosto parecia com uma feição mais amável e tranquila. — Está tudo ótimo. Ele ficou bem o final de semana todo. Assinto feliz. A enfermeira acabou de ir embora. — Obrigada por fazer isso por mim. Estava muito feliz. — Não precisa agradecer! Sempre que precisar estarei aqui. — Final de semana que vem? Indaguei piscando para ela. — O que você precisar, amiga. Eu gostei de ficar ao lado dele. Ela fala apontando para Thomas. — Sério? Indaguei estranhando. — Sim. Não sei o que é, mas ele me chamou bastante atenção. Ele é bonito e amiga, o que é o m****o dele? — Coby? Falo me levantando. — Há amiga, você foi uma sortuda. — Fui nada. Nunca sentir nada com ele. E para te dizer a verdade, nunca achei que isso fosse uma vantagem, porque diferente de Markos, ele não sabia usar para me fazer feliz. Portanto, é e era indiferente para mim. — Mas para mim não passou despercebido. Gargalho. — Ok, Srta! Eu acho que o destino está conspirando para você e ele, porque April não para de dizer que ele é pai dela. — Vamos ver o que o destino reserva para nós. Eu estou aberta ao amor. Depois que sair da vida que levava, eu quero encontrar o amor, quero ser amada, quero ter esse sorriso que você tem nos olhos. — Vamos ver o que o destino reserva para você, amiga. Torço para tudo dar certo para você e quero que você seja feliz. Porém, Thomas nunca foi um amor de pessoa. Ele não era alguém legal como marido e nem amigo. Portanto, fique com menos esperança. Não quero que você sofra como eu sofri. Sou sincera com ela. Coby é uma pessoa boa, de um coração nobre, e não merece nada de r**m da vida, não merece passar nada do que eu passei. — Eu tenho esperança de que ele seja outra pessoa. Que ele não seja tão m*l como ele se apresentou para você. Ele pode ser uma pessoa boa. No fundo eu acredito nisso. — Espero de coração que você tenha razão. Não quero você sofrendo como eu sofri. Você é como uma irmã para mim. — E você também é como uma irmã para mim. Te amo muito. — Também te amo. Está tarde, você dorme aqui? Indaguei. — Claro. Eu já estava pensando nisso. Eu vou embora amanhã de manhã para abrir a loja. — E como está as reformas? — Estão a todo vapor. Não vejo a hora de ter ela funcionando. — Torço por você, amiga. Você é uma guerreira e tanto. — Somos guerreiras. Nada pode nos parar. Assinto a abraçando. Tomara que o destino dela seja primoroso. Ela merece tudo de bom que a vida possa dar. Ela e April são uma família para mim e eu torço para que ela seja tão feliz com alguém, como eu sou com Markos.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR