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Sinopse

Baekhyun estava cansando de sua vida pacata resumida a escola e ao baseball, na noite que comemorava a vitória de seu time conheceu Park Chanyeol, sua chance de sair do tédio, um ex presidiário autoritário e pai de um pequeno garotinho, que transformou sua vida do avesso.

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Primeiro encontro
Só mais uma tacada errada, era isso que faltava para levar o meu time a vitória. O suor escorria por minhas têmporas enquanto eu segurava a bola com firmeza, olhando para o garoto do outro time e esperando ele ter seu terceiro strike. Segurei a bola com força e levantei minha perna direita ao lançar em direção ao taco do garoto que novamente errou a jogada, dando a vitória ao meu time que comemorou com gritos altos e assobios. — Parabéns, Baekhyun! — Meu treinador gritou e olhei para arquibancada, à procura de meus pais e, mais uma vez, eles não estavam lá. Eles me obrigaram a fazer essa droga de esporte — que acabei por gostar —, me obrigaram a viver a vida que eles queriam, e não eram nem capazes de me aplaudir quando eu vencia, nunca foram nos jogos, só queriam que eu fosse o suficiente para eles esfregarem na cara de seus amigos. Eu nunca tive amigos, sempre vivi solitário naquela mansão, minha companhia de todos os dias sendo as empregadas, que, no fim do dia, tinham que voltar para suas casas e seus filhos. Eu sempre convivi com esse olhar de pena que todos esboçavam, tendo minha vida infeliz entalada na goela, sem poder expressar um "ai". Eu já estava em meus dezessete anos e nada mais era suficiente o bastante para me tirar daquela solidão. As únicas coisas em que eu era bom: estudar e jogar baseball, nada além disso. — Baek, vamos comemorar, mais uma vez você foi tão bem! — disse o treinador, passando a mão em meus cabelos enquanto íamos para o vestiário. — Os outros garotos também vão para um barzinho se distrair um pouco. — Ah, Suho, nunca falei com eles fora do campo, acho que vou me sentir meio m*l. — Segurei com força a alça da minha mochila e abaixei a cabeça.  — Você fala comigo, então deixa disso e vamos logo. Sorri amarelo e entrei no vestiário, vendo os outros garotos nus. Isso era uma parte meio difícil; não olhar para os corpos suados e bem modelados. Eu era magro e tinha alguns músculos, mas ainda assim me sentia m*l por não ser como eles. Eu tinha coxas enormes e algumas — poucas — gordurinhas na barriga. Me despi e entrei no chuveiro assim como os outros, me livrando da terra e suor daquele dia que havia deixado meus nervos a flor da pele. ♠ Já era quase noite quando finalmente saí do ginásio, acompanhado dos outros garotos e de Suho, o nosso treinador, que fez questão de nos levar, na van do time, para um barzinho, o que deveria ser considerado errado, afinal todos eram menores de idade, mas ninguém ia beber então tudo bem. Suho tinha vinte e dois anos, eu não fazia ideia de como ele tinha acabado como técnico de adolescentes, mas ele era um cara legal. Depois de poucos minutos de trânsito, chegamos ao lugar onde ocorreria a comemoração por nossa vitória. O bar era bem simples, tocavam algumas músicas não muito altas, e havia umas mesas para que grupos sentassem. Para comportar todo o nosso time foi necessário duas mesas, mas isso era o de menos. Larguei a minha mochila em um dos bancos, e, ao contrário dos outros garotos, que se juntaram à mesa com Suho, fui até o balcão do bar e me sentei em uma das banquetas, ao lado de um cara alto e tatuado. Confesso que a primeira vista seus piercings e tatuagens me assustou um pouco, mas o cheiro amadeirado de seu perfume me chamou muito mais atenção, é quase como se eu fosse subitamente atraído por aquele cheiro, que parecia único, assim como em filmes e desenhos onde o personagem sempre segue aquela fumacinha branca de um cheiro tão gostoso que o inebria e carrega até o local em que a comida estava sendo feita. Nesse caso não era comida, ou talvez fosse. Não negaria se ele me deixasse o devorar por inteiro. O homem deu um longo gole em sua cerveja e depois a colocou com força sobre a mesa, franzindo sua sobrancelha e me encarando. — Por que tá me olhando assim, garoto? — N-nada. — Pigarreei. — O que um pirralho como você está fazendo por aqui? — Deu um sorriso sacana e sentou-se de lado na cadeira, chegando mais perto. — Vim comemorar a vitória com meu time. — Apontei para as mesas cheias e os garotos que faziam bagunça com a comida que estava sendo servida. — Humpf, jogo de que, gracinha? — Baseball. — Hm, então você é bom com o taco?! — disse malicioso. — E com a bola também — rebati no mesmo tom. — Quer me mostra isso? — Eu deveria? — Com toda a certeza, sim. Meu nome é Park Chanyeol. — Byun Baekhyun. — Seu nome também é uma gracinha. Chanyeol olhou para os dois lados como se fosse um criminoso e agarrou meu braço, ele foi me levando até o fundo do bar, perto do banheiro. Chanyeol me jogou contra a parede e sorriu malicioso quando a sua boca estava quase tocando a minha, o seu hálito era forte, então deduzi que aquela não havia sido sua primeira cerveja da noite. — Me concede a honra, bebê? — Eu não sou nenhuma criança. — disse e o puxei para bem perto, seus lábios se chocaram contra os meus com força e logo sua língua estava dentro da minha boca, tomando tudo para si. Suspirei com suas mãos passando por meu corpo e ele sorriu com isso. — Você tem razão, não é nenhuma criança, do contrário, não poderia abusar de você. — Suas mãos desceram para minha b***a, onde ele apertou com força, seus dedos quase tocando minha entrada por sobre a calça jeans apertada. — Você quer abusar de mim? — Como eu quero. Eu nunca me deixei levar por essas coisas. Ele poderia ser um assassino e eu não acordar na manhã seguinte. Mas meu corpo me impelia a retribuir seus beijos, a o seguir para onde quer que fosse e foi assim que chegamos a sua casa, foi assim que chegamos a sua cama. Pela primeira vez, eu não tive vergonha, nem hesitei em me despir, parecia ser o certo a se fazer e eu nem tinha tempo de ter receios com meu corpo quando ele passava sua mão por cada parte, quando ele beijava e mordia me fazendo gemer, tanto de dor como de prazer. Chanyeol afastou minhas pernas e seguiu beijando meu corpo, chupando minha barriga até chegar entre minhas pernas, ignorou meu m****o por um tempo e seguiu mais para baixo, chupou meus testículos e seguiu por meu períneo e não acreditei quando senti sua língua em minha entrada, me fazendo gemer alto e puxar seus cabelos. — Não grita. — pediu e seguiu chupando, me deixando louco de prazer. Agarrei os lençóis da cama e rebolava contra seu rosto, querendo sentir mais de seus toques. Quando um dedo seu entrou em mim eu gemi com o desconforto, com o segundo dedo foi ainda pior. Mas com o tempo fui me acostumando e gostando da sensação. — Você é tão apertadinho. — disse dando beijinhos em meu pênis e me estocando com seus dedos. — Ahn... Ah! — foi o único som que saiu da minha boca. — Eu deveria interpretar isso como um obrigado? — falou rindo e beijando meu corpo. — Eu vou f***r tanto essa sua bundinha. — Chan... Yeol, ahn. Chanyeol me virou de costas e m*l me deu tempo de pensar com suas mordidas em meus ombros, ele começou a introduzir seu m****o em mim e aquilo me tirou o ar, tanto pelo desconforto como pelo prazer. Eu deveria ter lhe dito que era virgem? — Que delícia... — Ele gemia rouco em meu ouvido, dando um tapa ou outro em minha b***a, me fazendo gemer mais e mais. Chanyeol se retirou de meu interior, o que me fez gemer desgostoso por não tê-lo ali. Mas foi rápido, foi apenas o tempo dele trocar nossas posições e me deixar sobre si. Desci vagarosamente e me apoiei em seu peito, sentindo meu corpo estremecer ao sentir algo dentro de mim ser tocado. Não resisti a começar a rebolar mais e mais sobre si, fazendo um barulho alto de pele se chocando sempre que descia outra vez. — Isso é muito bom... ahn, bom demais... — Sentia meu ponto de prazer ser tocado de uma forma que me fazia rebolar mais e revirar os olhos. Não aguentei muito tempo antes de gozar sobre seu peito sem nem mesmo me tocar. Chanyeol me colocou na cama e pôs minhas pernas em seus ombros, estocando ainda mais e mais forte. Não demorou para que ele tivesse gozado e se retirasse de mim. Quando ele deitou ao meu lado o vi tirar a camisinha, que eu nem o vi colocar. — 'Tô cansado agora. — disse sonolento, abracei seu peito me aconchegando mais e mais nele, sentindo seu cheiro, eu logo adormeci. ♠ Acordei de madrugada ainda nu e sozinho na cama. As cortinas estavam abertas e pela janela dava para ver a lua, que iluminava o quarto junto com a parca luz da rua. Poucos minutos depois um Chanyeol só de cueca voltou para o quarto, mordi os lábios quando o vi daquele jeito, mas meu corpo gelou quando: atrás de si, vinha um pequeno garotinho, que parecia mais um p***o, andando todo desajeitado e coçando os olhos. — Quem é, papai? — Apontou para mim e fez cara de desconfiado. — Um amigo. O que está fazendo acordado? Já não falei que você deve dormir cedo? — Chanyeol disse bravo e se abaixou em frente ao pequeno. — Papai não deu boa noite, como o Kyunggie vai dormir sem boa noite? — perguntou levantando as mãozinhas e fazendo um bico.

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