Segundo Encontro

1353 Palavras
Chanyeol segurou o pequeno pela cinturinha e deu vários beijinhos na bochecha dele, o fazendo rir. - Pronto? Agora pode dormir? - Pode dormir. - Concordou com a cabeça. - Boa noite, moço estranho. - disse e saiu do quarto. Continuei sentado na cama, sem sentido absolutamente nada. Chanyeol se escorou no batente da porta e ficou olhando no corredor, no mínimo para ver se o pequeno havia mesmo ido dormir. - Ahn, eu devo ir embora? - Só se quiser. - Deu de ombros e fechou a porta. - Por favor, diz que você não é casado. - Eu não sou casado. - Você disse isso por que eu disse para dizer, ou você realmente não é? ... Porque, se você for, eu ... - Chanyeol não me deu uma chance de continuar falando e selou meus lábios. - Cala a boca. - disse negando com a cabeça e um leve sorriso debochado. - O que você vai fazer agora? - O que você acha? - Deitou na cama e se cobriu virando para o outro lado. - Vai ... Dormir? - Uau! Você é bom com adivinhações! - falou irônico. - Não fala assim comigo. - Fiz bico e cruzei os braços, era inevitável. - O que eu faço pra você calar a boca e voltar a dormir, hein ?! - Ahn ... Eu não sei ... - falei sentindo minhas bochechas quentes, eu só não queria me sentir estranho na casa de um desconhecido que tinha me fodido e agora agia como se não fosse nada demais. Voltei a me deitar na cama e me encolhi todo. Chanyeol suspirou alto e virou para o meu lado, me fez e fazendo carinho em meus cabelos. - Sh, sh, sh, sh ... - sussurrava de olhos fechados como se aquilo fosse me fazer dormir. - Eu não sou um bebê. - Mas parece um agindo desse jeito. - p***a, eu não sou. - Aish! Quer saber, eu vou te fazer dormir rapidinho. - Chanyeol me virou de costas para si e sobre minha perna, só senti sua cueca ser abaixada e logo ele estava passando seu m****o em minha entrada me fazendo suspirar. - Assim você cala a boca, né ?! - Não exatamente ... Passei minha mão sobre a sua, apertando-a enquanto suspirava. Chanyeol me soltou e pegou o lubrificante ao lado da cama, o passando em seu pênis e em minha entrada. Ele estocou de uma única vez, por termos transado recentemente não foi tão r**m, eu gostava assim, forte e rápido, mas foi um pouco incômodo nos primeiros minutos, acho que era sempre assim. Chanyeol esperou um pouco enquanto deixava chupões em meu pescoço e começou a estocar com força. A única coisa que eu conseguia fazer era enterrar meu rosto no travesseiro e gemer baixinho enquanto ele segurava minha perna com força e me estocava rápido, quase que com raiva. Eu devo parecer um i****a com isso, mas o fato dele parecer ter raiva me dava mais t***o. Seus tapas em minhas coxas me faziam gemer e rebolar. Suas mordidas em meu ombro me faziam corresponder com gemidos, jogando a cabeça para o lado, para que visse que eu queria mais daquilo. Comecei a tocar meu m****o e contrair minha entrada, o sentindo ir com mais força e me agraciando com seus gemidos em meu ouvido. Não demorou para que eu tivesse chego ao meu limite, gozando em minha mão e sentindo todo meu corpo relaxar de uma forma gostosa demais. — Agora eu 'tô com sono de novo. — falei manhoso e me agarrei em seu peito, fechando os olhos e sentindo o sono me tomar. ♠ — Moleque, acorda. — Ouvi alguém me chamar e depois me sacudir um pouco, acompanhado de um tapa na b***a. — Credo, você dorme demais! Levanta logo. — Tá, tá, tô indo. — Abri meus olhos e senti a luz queimar minhas retinas — Que horas são? — Quase oito, eu ainda preciso levar Kyungsoo pra escola, então não demora pra levantar e se vestir. Levantei-me às pressas, eu também perderia a minha aula. Levantei correndo e procurei minhas roupas espalhadas pelo chão, tentei ajeitar meu cabelo como deu e fui para cozinha. — Poderia me emprestar um carregador? Meu celular descarregou ontem. Chanyeol foi até o quarto e buscou o carregador, me entregando e logo depois voltando a passar o café. — Kyungsoo, está pronto? — Kyunggie tá pronto. — Ouvi da cozinha e logo o pequeno veio correndo pelo corredor. Assim que meu telefone ligou eu disquei o número da minha mãe. — Oi, omma... Tô bem... Eu dormi na casa de um amigo... Hm... Não. Eu não estava em casa noite passada, é... Aham... Tudo bem, tchau. — Desliguei o telefone e deixei sobre a mesa, carregando enquanto olhava o que tinha dentro da minha mochila e vendo se teria como me virar por aquele dia. — Ela não notou que não passou a noite em casa? — perguntou enquanto arrumava as roupinhas de seu filho. — Não. Mas tudo bem, sempre foi assim. Eu... Acho que já vou. — Já, tio? — disse o pequeno e veio até minhas pernas — Suas pernas não dá pra escalar como as do papai e são gordas — disse tentando subir em meu colo. — Kyungsoo, não se fala assim das pessoas. — Pu quê? É a vedade. — falou fazendo bico. — Vai pra sala e eu já encontro você lá. Não se suja. — disse entregando o café do pequeno que correu para sala ligando a TV. — Suas pernas não são gordas. — Tudo bem. Eu não ligo. — disse falsamente, tentando esconder minhas coxas com as mãos, sem sucesso, e olhando para baixo — De qualquer forma, eu tenho que ir. — Me dá o seu telefone. — Pra que? — Pra eu dançar Macarena. — Revirou os olhos — Pra que eu possa te ligar mais tarde. Entreguei o aparelho desbloqueado, após tirar do carregador, ele anotou seu número e ligou para seu telefone, para anotar o meu. — Esse telefone é novo? — Não, por quê? — Não tem o número de ninguém. — Não sou bom com amizades, nunca fui, então... Sem amigos... Chanyeol colocou o telefone sobre a mesa e me puxou pelo braço para que eu ficasse de pé, assim que olhei para ele senti seus lábios sobre os meus. Suas mãos desceram pelo meu corpo e chegaram a minha b***a e depois coxas, me fazendo sentar sobre a mesa, abri as pernas para deixar ele bem colado a mim enquanto o beijava. — Que tá fazendo com o tio, pai? — perguntou Kyungsoo com a cabeça jogada para o lado. — Tô dando tchau porque o tio tem que sair. — É, eu tenho que ir. — Desci da mesa e peguei minha mochila. — Até mais garotão. — Baguncei seus cabelos e saí da casa de Chanyeol. ♠ Não houve uma parte daquela manhã em que eu não pensasse em Chanyeol. Eu nunca havia transado com um homem, nem com ninguém, era meio óbvio que eu ficaria com isso na cabeça, feito garotinha apaixonada de filme romântico, eu não conseguia evitar. Na hora do intervalo procurei meu telefone, que eu havia jogado no fundo da mochila, estava quase sem bateria, mas foi o suficiente para que eu pudesse ler uma mensagem que Chanyeol havia mandado, há poucos minutos atrás. Qual o endereço da sua escola? Sorrindo feito i****a, respondi sua mensagem e comi o lanche que deu para comprar com o dinheiro que eu tinha. ♠ Depois de uma aula quase em tempo integral, eu finalmente fui liberado, saindo do colégio e vendo Park Chanyeol em frente a minha escola, usando uma jaqueta de couro e calça jeans apertada, escorado em sua moto vermelha. Podia ser até cena de filme, de tão perfeito que parecia, admito, acho que estava adquirindo um penhasco por ele. — O que faz aqui? — perguntei quando cheguei bem perto, falei sério, mas no fundo eu queria sorrir e pular em seu colo.
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