CAPÍTULO 12

2824 Palavras
Dulce Maria Eu estava acordando, no meu nariz eu sentia um cheiro de álcool e podia ouvir vozes chamando por mim, não sei quanto tempo eu havia ficado desmaiada mas ainda estava enxergando tudo embaçado. Eu ouvia também um chorinho fino e desesperado e quando me virei e olhei para o lado percebi que havia uma criança no colo de alguém, forcei um pouco a minha vista e percebi que a criança era a minha filha e ela estava no colo de... Dulce - Christopher?- piscando várias vezes Ucker - Sim, sou eu, como se sente? Dulce - Bem, quer dizer agora acho que estou bem Me levantei devagar e me sentei no banco, estava tentando assimilar o que havia acontecido ali, o que Christopher estava fazendo ali com minha filha nos braços? Ucker - Cuidado, não faz muito esforço porque eu não vou conseguir te ajudar já que estou com essa menina no colo Dulce - O que aconteceu? Ucker - O que aconteceu foi que eu vim deixar o meu carro para revisão, quando estava saindo para pegar o Uber e voltar pra casa eu olhei para a pracinha vi um cara passar de bicicleta e levar essa menina. Nesse momento ele apontava para próximo dali, quando olhei vi que o cara estava deitado no chão, morto com um tiro na cabeça Ucker - Acho que minhas aulas de atirador de sniper valeram a pena - apontando para a arma na cintura Dulce - Bom, nesse caso eu devo agradecer, obrigada por ter salvo ela. Mas você sabe que não pode andar armado por aí, não está em trabalho, Parker não vai gostar Ucker - Eu posso estar errado sim, mas é graças a eu estar errado que a menina está salva e o filha da p**a morto. E você acha mesmo que Parker me puniria me afastando da polícia, sendo que estamos no meio de uma investigação séria como essa? No máximo vai me dar uma multa- dando de ombros Revirei os olhos ao ouvir tudo aquilo, mas ele estava certo, Parker provavelmente não o afastaria, para a minha infelicidade. Me levantei, fui até ele e peguei minha pequena no colo que ainda chorava desesperada, estava assustada com tudo, olhei pelo seu corpinho e por sorte não havia se machucado. Eu balançava ela no meu colo e Christopher me olhava, e o que eu mais temia aconteceu Maria Paula - Mamã qué tetê - chorando desesperada Dulce - Calma, já vou te dar o tetê Me sentei novamente no banco, levantei minha blusinha juntamente com o meu sutiã, ajeitei ela no meu colo e a coloquei para mamar. Christopher me olhava, parecia tentar dizer algo mas as palavras não saiam de sua boca Dulce - Fala logo o que quer falar, sem rodeios, Christopher! Ucker - A menina te chamou de mamã? É sua filha? Dulce - Sim, é minha filha, porque? Olhei séria para ele, que agora olhava para a menina deitada no meu colo mamando Ucker - E quem é o pai dela? Cadê ele? Ou vai me dizer que eu sou..- O interrompi Dulce - O pai dela é alguém que eu tive um caso e depois não quis assumir Ucker - Então além de mim você saia com outros caras? Porque pelo que vejo ela deve ter pouco mais de 1 ano, não é? Dulce - Olha só, a minha vida particular não convém a você e nem ninguém mas sim, eu saia com outros caras sim! Ucker - Você não presta mesmo, uma grande vagabunda Nesse momento eu comecei a rir tanto e ele me olhava com olhar de desprezo e ao mesmo tempo querendo entender o porque da minha risada Dulce- Você é tão comédia Christopher, querendo cobrar algo de mim o que você nunca teve com sua noiva: fidelidade! Ou você achava mesmo que eu ficaria só com você? Me poupe Ucker - É, você não é a Dulce que eu achava que tinha conhecido E ele estava certo, eu não ficava com mais ninguém, mesmo sendo a amante eu fui fiel a ele e depois que eu tive que fugir para zelar pela minha segurança e do bebê eu nunca mais me envolvi com ninguém. Terminei de dar de mamá e minha filha dormia em meu colo, já estava mais calma. Olhei para o relógio e vi que eram 11h da manhã, já haviam se passado as 2 horas que o mecânico havia falado, então me levantei e quando fui em direção a rua para atravessar, Christopher me segurou pelo braço Ucker - Onde você vai? Dulce - Vou pegar meu carro e ir para casa Ucker - Eu levo vocês Dulce - Não preciso de babá, sei me virar muito bem e não quero sua companhia Ucker - Larga a mão de ser mesquinha e burra Dulce Maria, a sua filha quase foi levada por sabe- se la quem e você nem armada está, todo cuidado é pouco Infermo! Odiava saber que ele estava certo. No fundo estava com medo de ir embora sozinha mas não queria que Christopher me levasse porém acho que não tinha outra opção Dulce- Ok, mas não encoste em mim Ele sorriu para mim, avisou que só iria ligar para a delegacia para avisar o ocorrido para viessem levar o corpo. Logo em seguida que ele ligou, apareceram algumas viaturas e Parker estava em uma delas. Os policiais isoloram o local enquanto Parker chamava a atenção de Christopher por todo o ocorrido, ele havia ficado muito irritado com tudo. Parker - Você será multado em 25% do seu salário UI! Senti uma dor no coração ao ouvir aquilo. Nós agentes não podemos reclamar pois nosso salário é bom, mas 25% de multa dá uma dor no coração. Assim que todos os procedimentos foram feitos e o corpo do filha da p**a foi levado, pude enfim ir embora para casa. Segui até a mecânica, coloquei minha filha dormindo na cadeirinha e Christopher apareceu logo em seguida. Não deixei que ele fosse dirigindo pois já seria demais para mim, meu carro, minhas regras. Fomos o caminho todo em silêncio, ouvindo Beattles no rádio e quando chegamos Christopher fez questão de nos acompanhar até o meu apartamento. Dulce- Pronto, já estamos em casa, já pode ir embora - sorri cinicamente Ucker - Então quer dizer que voltou a morar nesse apartamento? Ele olhava porta a dentro do apartamento, não respondi, somente andei até o quarto da minha filha beijei- lhe a testa e coloquei ela no berço. Em seguida eu saí do quarto e assim que encostei a porta senti alguém me abraçar por trás e dizer.. Ucker - Esse apartamento tem tanta história Ele falava e beijava o meu pescoço, subindo os beijos para os pés da minha orelha. Droga, ele sabe que ali é meu ponto fraco, p**a que pariu! Ele me prensou contra a parede do corredor e tomou meus lábios para si, nos beijávamos com vontade e muito t***o. Eu não estava conseguindo me controlar, minha mente dizia para mim não fazer aquilo mas meu corpo pedia por aquilo, pedia por sexo, pedia por Christopher Uckermann Eu abria os botões da camisa dele enquanto ele já havia rasgado a minha e jogado no chão, beijando meus s***s por cima do sutiã. Eu estava de saia e ele de calça mas eu podia sentir seu p*u extremamente duro sarrar em minha b****a enquanto ele passava as mãos por baixo da minha saia, apertando minha b***a, ambos gemíamos de tanto tesão Minhas unhas cravavam em suas costas, eu estava excitada quando de repente Christopher parou e ficou me olhando Ucker - Está selvagem, Dulce Maria? Dulce - Sempre fui! Porque parou? Ucker - E quem disse que parei? Ele me olhava e eu via em seu olhar o quanto ele estava e******o. Fez menção para que eu tirasse meu sutiã e assim o fiz. De imediato ele abocanhou um dos meus s***s, massageando o outro. Uma de suas mãos ainda passeavam lentamente pela minha virilha e logo tocou em minha b****a por cima da calcinha mas não demorou para que ele afastasse a calcinha para o lado e começasse a passar a mão, brincando com o meu clítoris Dulce- p***a! - Grunhei Eu gemia sentindo ele me masturbar e ele agora somente me olhava mas eu precisava demais, queria mais, queria ele logo dentro de mim e me fudendo em todas as posições possíveis. Christopher passou a me penetrar com 2 dedos e p***a, que delícia! Me contorcia de t***o e quando percebi já estava rebolando em seus dedos. Ao mesmo tempo eu tentava de todas as formas abrir a calça dele, sem sucesso. Ucker - Calma Dulcinha, vamos brincar um pouquinho antes de eu te comer gostoso e em todas as posições que você quiser Ouvir aquilo soou como música para os meus ouvidos, mais algumas estocadas com o dedo e eu logo senti o tremor me invadir e então eu gozei Ucker - Quero que prove do seu gosto, Maria Ele piscou para mim e sorriu de maneira safada, passando seus dedos pela minha boca e eu chupei. Eu não estava satisfeita, não queria só aquilo, queria mais, muito mais! Em um ato rápido eu abri sua calça e a abaixei juntamente com a cueca, liberando seu p*u grande e duro para fora. Eu estava com saudades daquele pau Olhei para Christopher passando a língua nos lábios, me ajoelhei já pegando em seu p*u e em seguida passando a língua devagar pela cabecinha dele, Christopher me olhava e eu sabia que ele estava incomodado com aquilo Ucker - c*****o! Dulce - Implora, agente Uckermann! Implora pelo meu boquete Ucker- Isso não se faz p***a! Me chupa logo! Sorri de maneira safada e então enfiei o p*u dele todo em minha boca, começando por chupadas leves e aumentando aos poucos. Com as mãos eu acariciava e massageava suas bolas. Eu dava lever mordidas, o que fazia ele gemer ainda mais. Ucker - Dulce sua boca é muito gostosa, p**a que pariu! Christopher agora pegava em meus cabelos e grunhia roucamente enquanto eu o chupava de maneira frenética, posso dizer que fazia com maestria. Com uma das mãos eu tocava em minha b****a, estava muito excitada e Christopher adorava ver eu me tocar e chupar ele ao mesmo tempo Ucker - Adoro que se masturbe - Gemendo - Quero te comer logo Agora eu fazia garganta profunda, olhava para Christopher e ele estava com os olhos fechados. De repente ele puxou meu cabelo violentamente, me fazendo parar o boquete e ele começou a fazer os movimentos de vai e vem em minha boca em um ritmo alucinante Ucker - Eu vou gozar c*****o! Dulce - Goza na minha boca E assim ele fez, ele sempre soube que adoro que gozem na minha boca, eu enguli tudo. Eu me levantei e o beijei. Ele pegou me levantou, passou minhas pernas pelo seu quadril e assim fomos até o quarto. Entramos e ele fechou a porta com os pés. Dulce - Cuidado para não acordar a menina! Ucker - Desculpa, eu estou muito e******o e agora quero te fuder Dulce - Então vem logo antes que eu me arrependa Falei isso já tirando minha saia e minha calcinha, em seguida me virei contra a parede e empinei minha b***a para ele Ucker- Que visão do c*****o! Christopher me abraçou por trás, rocando seu p*u e minha b***a e me abrindo um pouco mais. Quando eu senti seu p*u dentro de mim eu não aguentei e acabei gritando. Ele tampou minha boca com uma das mãos enquanto iniciava as estocadas Ucker - Geme baixinho, gostosa, assim poderemos brincar por horas Senti me abraçar e massagear os meus s***s, aumentando as estocadas. Ele gemia baixinho em meu ouvido, beijando o glóbulo da minha orelha e eu estava louca, queria gritar. O único som que se ouvia ali no quarto além dos nossos gemidos, eram o de suas bolas batendo em minha b***a. Sem fazer com que ele tirasse o p*u de dentro de mim e parasse de me penetrar, eu me virei agora de costas para a parede e ele me colocou em seu colo, cruzando minhas pernas em seu quadril. Eu queria olhar para ele, dentro dos olhos dele Ucker - Sua b****a é muito gostosa, caralho Dulce - Então me arregaça do jeito que só você sabe fazer Falei isso e ele aumentou ainda mais as estocadas, com uma das mãos eu agarrava seus cabelos, com a outra eu passava as unhas por suas costas e ele chupava meus s***s. Ele me levou até a cama e eu prontamente me posicionei de 4. Estranhei quando senti ele tirar o p*u de minha b****a, mas logo me senti indo do céu ao inferno quando senti ele passar a língua por minha b****a e começou a brincar com o meu clítioris. Ele chupava e sugava selvagemente e quando olhei para ele, estava se masturbando ao mesmo tempo em que me chupava Dulce - Amo quando me chupa, mas volta a me fuder, p***a! Ucker - Calma, só quero brincar mais um pouquinho Agora eu sentia além dele me chupar, passar um dos dados em torno do meu ânus. Não demorou muito para enfiar o dedo ali e p***a, que dor! Não faço anal há muito tempo. A dor durou poucos minutos e prontamente o prazer voltou com tudo. Christopher parou e me chupar, me puxou para mais próxima dele e encaixou novamente seu p*u em minha b****a, iniciando estocadas violentas em seguida. Eu agora estava sendo penetrada pela b****a e pelo cu. Ucker- Você é gostosa pra c*****o e me deixa louco! Dulce - Seu p*u é muito gostoso - Falei entre gemidos Christopher passou a puxar meus cabelos e eu passei a morder um dos travesseiros para não gritar Ucker - Gosta de fuder comigo, não é? Minha v***a gostosa! Dulce - Si- Sim Suas estocadas estavam em um ritmo frenético e a cama balançava com os nossos movimentos, nossos corpos suavam bastante e a sua outra mão acarinhava meu clítoris, enquanto me fodia. Comecei a sentir os espasmos chegarem e consequentemente gozei deliciosamente, em seguida pude sentir ele gozar também. Mas algo em mim não me deixava parar, eu queria mais, então me levantei, o empurrei fazendo ele se sentar na cama e me sentei em cima dele, esfregando nossas intimidades. Ucker- Está com fogo, não é? Gosto assim! Senti seu p*u endurecer novamente e não pensei duas vezes, o encaixei minha b****a, começando a cavalgar Dulce- Oh Céus - revirando os olhos Comecei a rebolar sentindo um prazer imenso. Christopher me puxou ainda mais para si e enquanto eu arranhava suas costas ele beijava meus s***s e gemia. Mais algumas estocadas e eu gozei novamente, ele gozou logo em seguida. Nos deitamos suados e quietos, eu estava tentando entender o que havia acontecido ali, a loucura que eu fiz e quando ele ameaçou dizer algo, seu celular tocou e quando ele atendeu eu de imediato percebi que era sua noiva. Ucker - Ok amor, já estou indo, me espere - Desligando Ele desligou e caminhou até mim Ucker - Vou precisar ir embora, viajar para uma cidade próxima daqui com Marian e.... - O interrompi Dulce- f**a- SE! E esquece o que houve aqui, ok? Isso não vai se repetir Ucker- Vai sim, com certeza vai! Você é minha, Dulce maria, seu corpo chama por mim Dulce - Vai embora logo e só aparece na minha frente na sala de escritório que infelizmente eu tenho que dividir com você. Fora isso, esquece da minha existência Ucker - Você nunca resistiu a mim e o que aconteceu hoje foi uma prova disso. Mas tudo bem, respeitarei o seu espaço, mas não esquece o que eu disse: você é minha. Ele dizia e se vestia, veio até mim tentar se despedir com um selinho, que eu me esquivei. Não contente ele segurou em meu queixo e puxou meu rosto para si, iniciando um beijo e logo sua língua pediu passagem. Era um beijo calmo mas gostoso. Foi um beijo rápido e ele foi embora mais rápido ainda, não dando tempo de ouvir os milhões de xingamentos que soltei contra ele Eu mais uma vez fiz besteira e me xingava por dentro. Dulce - Merda! - sussurrei Eu estava rendida Eu estava fudida Eu estava cheia de ódio Dulce - EU TE ODEIO CHRISTOPHER! - Não resisti e gritei, começando a chorar logo em seguida. Fiquei ali deitada até o momento em que minha filha chorou e eu fui cuidar dela. Eu pensei em desistir de tudo e fugir novamente, mas foi um pensamento louco. Anahí precisa de mim, aquelas meninas precisam de mim. Assim que cuidei e acalmei minha bebê, fomos até a sala, coloquei um desenho para ela assistir, peguei os notebooks e as pastas e comecei e ler tudo.
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