Cinquenta e cinco GUTO Taíde já não estava mais tão confiante de que àquela pistola apontada para o meio da minha testa fosse o suficiente para me manter parado. Por isso, ele pediu ajuda de Estela e a v***a fez questão de acorrentar meus braços com a mesma corrente que usei nela durante esses dias. — Aperta mais! – falou com Taíde, mas os olhos azuis que pareciam uma armadilha no céu me fulminavam. – Olha essa marca na minha perna – a mulher estendeu a perna direita exibindo o tornozelo marcado pelo formato da corrente – Foi você quem fez com essa maldita corrente de cachorro! Agora irá provar do seu próprio veneno! – chegou mais perto se inclinando para baixo fazendo com que seu nariz por pouco não tocasse o meu. Imaginei-a me estapeando e me acertando com um pontapé na barriga,

