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Eu estava tão assustada, ao mesmo tempo que meu corpo inteiro estava relaxado em cima daquela cama. Por um segundo, me permiti esquecer completamente de onde estava e com quem estava.
Tudo estava sendo tão intenso. Bem melhor do que imaginei que seria.
Ele se posicionou entre minhas pernas, que ainda tremiam do orgasmo que ele mesmo tinha acabado de arrancar de mim. Suas mãos agarram meus quadris com um aperto firme, cheio de posse e levantou o meu corpo levemente para encontrar o ângulo perfeito.
Senti a ponta dele, quente e insistente, pressionando minha entrada. Meus olhos se arregalaram, e um suspiro nervoso escapou. Era real. Ia acontecer.
Meu Deus, eu ia mesmo perder a virgindade agora!
— Relaxa... — sua voz vinha rouca, carregada de uma paciência que eu não sabia que ele possuía. — Vai ser bom. Eu juro.
Ele aplicou uma pressão suave, constante. Havia um esticar, um arder inicial que me fez prender a respiração e enterrar as unhas nas costas dele. Um gemido sufocado cruzou meus lábios.
VH parou imediatamente, seu corpo tensionado sobre o meu.
— Dói? — a pergunta saíra mais como um rosnado de preocupação.
Eu balancei a cabeça, negando, mesmo sentindo os olhos marejados. Não era exatamente dor. Era... uma sensação de ardência, de ser esticada ao limite. Era tão estranho e bom? É, parecia bom.
— Continua... — gemi, enterrando o rosto no pescoço dele, sentindo o suor salgado de sua pele.
Eu não precisei pedir duas vezes. Com um movimento de quadril controlado, ele se enterrou completamente em mim, num único e profundo empurrão que fez as palavras sumirem do meu cérebro. Um grito abafado ecoou na sala, e eu percebi, tarde demais, que tinha sido meu.
Ele parou, totalmente dentro de mim, e eu pude sentir cada centímetro dele, preenchendo, esticando, me marcando. Meu corpo levou um segundo para se ajustar, para aceitar a invasão. A respiração dele estava pesada no meu ouvido.
— Tá okay? — ele perguntou, a voz mais grossa do que eu jamais ouvira.
Eu só consegui acenar, minhas mãos agarrando suas costas com força. Me agarrei a única coisa que parecia me manter firme no meio de todas aquelas sensações que me quebravam por dentro.
Ele se retirou levemente, com delicadeza e entrou devagar. Nunca saindo todo, sempre deixando boa parte dele dentro de mim. A dor inicial já se transformava em algo mais, uma plenitude quente e latejante que começava a tomar conta.
— Me-mexe... — sussurrei, minha voz um pedido rouco contra a pele dele.
Um som gutural deixou seu peito. Ele vibrou, começando a se mover, devagar no ínicio, um vai e vem ritmado, que fez meu corpo inteiro tremer a cada nova investida. Ele acertava um ponto único dentro de mim, que deixava com as pernas trêmulas e a visão turva.
Sua boca bateu na minha em um beijo molhado e quase desesperado, roubando para si cada um dos gemidos que eu deixava escapar. Suas mãos seguram firmes nos meus quadris, enquanto ele me puxava mais para perto a cada investida, controlando até mesmo a maneira como eu respiro.
Era como se, por um segundo, o mundo lá fora fosse reduzido ao mais completo pós. Eu já não conseguia distinguir onde meu corpo terminava e o dele começava. Era tão... delicioso e único!
Caralho!
Ele quebrou o beijo, sua respiração um fogo contra meus lábios.
— Você tá me enlouquecendo! — rosnou, sua voz um tremor de pura necessidade. — O jeito que essa sua b****a apertada está apertando meu p*u, porra...
Cada palavra dele era um combustível que me incinerava por dentro. Meus dedos se enrolaram em seu cabelo, puxando-o para outro beijo, igualmente caótico e salgado. Eu já nem me lembrava das coisas que pensei antes de estar aqui, embaixo dele. Sendo fodida dessa forma.
Seu ritmo começou a acelerar, o vai e vem perdendo a doçura inicial e ganhando uma urgência selvagem. Eu me entreguei completamente, meus quadris encontrando os dele em um movimento instintivo, arqueando-me para recebê-lo mais fundo a cada vez.
— Isso... assim mesmo — ele gemeu em meus lábios, seus dedos apertando minha carne com mais força, quase doendo, mas era uma dor que eu queria, que eu pedia. — Vem comigo. Quero sentir você.
E suas palavras pareciam o suficiente para me fazer cair novamente naquele abismo. Uma pressão intensa começou a se formar na minha base, um calor que se espalhava como fogo em palha seca. Meus gemidos se tornaram mais agudos, menos contidos, ecoando no quarto junto com os grunhidos guturais que saíam dele.
— Eu... eu vou... — gaguejei, perdida no turbilhão.
— Eu sei — ele cortou, seus olhos escuros queimando os meus, cheios de uma feroz possessividade. — Segura para mim. Só mais um pouco. Não goza agora!
Ele mergulhou em mim uma última vez, profundo, até o fim, e ficou ali, pressionando, e foi o suficiente.
— Goza agora, morena. Goza pra mim, Amanda! — Ordenou.
O mundo explodiu atrás das minhas pálpebras em uma onda de cores. Um grito longo e estridente rasgou minha garganta enquanto meu corpo era tomado por espasmos incontíveis, uma convulsão de puro êxtase que parecia não ter fim.
Ele enterrou o rosto no meu pescoço e juro que consegui ouvi-lo gemendo meu nome. Seu p*u pulsando dentro de mim, parecendo crescer um pouco mais, me preencheu com seu calor, seu g**o inundando-me completamente. Ele parecia estar em sincronia com as contrações do meu próprio corpo.
Desabamos juntos. Ele em cima de mim. Ambos suados, ofegantes e com os corações disparados. O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo nosso arfar sincronizado. Ele se apoiou nos cotovelos para não me esmagar, mas seus lábios encontraram minha testa, meu nariz, meus lábios inchados, em beijos suaves e cansados.
— Meu Deus — ele sussurrou, a voz rouca e cheia de uma admiração que fez meu coração dar um volta no peito. — Você... foi incrível.
Eu não consegui falar. Meus dedos traçaram o contorno de seus lábios, um sorriso tonto e exausto se espalhando pelo meu rosto. Ele sorriu de volta, um sorriso genuíno.
Ele rolou para o lado, me puxando junto, e me encaixou perfeitamente contra seu corpo, minha cabeça no seu peito. Seu braço me envolveu, forte e protetor.
— Tudo bem? — ele perguntou, sua mão desenhando círculos lentos nas minhas costas.
Aninhei-me mais contra ele, ouvindo o coração acelerado bater no meu ouvido. O último resquício de tensão abandonou meu corpo.
— Tudo — sussurrei, e pela primeira vez, era a mais pura verdade. — Está perfeito. Você deveria comer.
— Posso comer depois.
*
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