Capítulo 8 - 2

809 Palavras
Ele não esperou minha confirmação. A afirmação saindo da minha boca era tudo que ele precisava ouvir. Seus dedos, que estavam pressionando o elástico da minha calça, entraram de vez. O tecido cedendo foi o som mais vulnerável que eu já ouvi. Sua mão grande, áspera e quente, deslizou por baixo da minha calcinha, encontrando meu centro de uma vez. Eu gemi, alto demais para aquele lugar, e enterrei o rosto no ombro dele para abafar o som. Seus dedos exploraram, encontraram meu c******s inchado e começaram a fazer círculos lentos e precisos, uma tortura deliciosa que me fez perder o controle das pernas. — Abre as pernas pra mim, morena — ele ordenou, sua voz um comando sussurrado contra meu ouvido. Eu obedeci, me sentindo exposta, aberta para ele naquele colchão de plástico. Sua boca voltou para a minha, silenciando meus gemidos com um beijo profundo e devorador, enquanto seus dedos continuavam seu trabalho, me levando cada vez mais perto do limite. — VH... — gemi contra seus lábios, me enroscando toda, meus dedos agarrando as costas dele com força. Ele quebrou o beijo, seus olhos escuros e intensos fixos nos meus por um segundo. Um sorriso lento e satisfeito curvou seus lábios antes que ele se movesse, descendo pelo meu corpo com uma deliberação que fez cada nervo vibrar de antecipação. Seus dedos engancharam no elástico da minha calça e da calcinha, puxando-os para baixo num movimento firme. O ar frio atingiu minha pele exposta, mas foi rapidamente substituído pelo calor do seu corpo. Ele se ajeitou entre minhas pernas, afastando-as com as mãos, me abrindo completamente para ele. — Relaxa, morena — ele sussurrou, sua voz um aviso suave antes que sua boca encontrasse meu centro. O primeiro contato foi uma língua larga e plana, lambendo meu c******s inchado num movimento lento e deliberado. Um choque de prazer tão intenso percorreu meu corpo que meu quadril arqueou involuntariamente, um gemido estrangulado escapando dos meus lábios. Ele colocou as mãos firmes nos meus quadris, me imobilizando contra o colchão. — Fica quietinha — ele ordenou, sua voz vibrando contra minha pele antes de mergulhar novamente. Desta vez, sua boca foi mais focada, sua língua circulando o c******s com precisão c***l antes de sugá-lo levemente. Meus dedos se enterraram na manta forrada embaixo de mim, torcendo o tecido enquanto ondas de prazer me atingiam. Ele alternava entre sucções suaves e pressão firme da língua, explorando cada centímetro de mim como se estivesse me decifrando. — Por favor... — gemi, sem saber se pedia por mais ou por uma pausa, minha cabeça girando de sensações. Eu já estava tão perto antes, que agora eu parecia estar andando a beira de um precipício, cheia de vontade de me jogar. Ele inseriu dois dedos dentro de mim, num movimento suave mas firme, e eu gritou. O estirago foi mínimo, mas a sensação de preenchimento, combinada com a língua que não parava, foi demais. Seus dedos se curvaram dentro de mim, encontrando um ponto que fez meus olhos revirarem. Desta vez, sua boca foi mais focada, sua língua circulando o c******s com precisão c***l antes de sugá-lo levemente. Meus dedos se enterraram no lençol elástico, torcendo o tecido enquanto ondas de prazer me atingiam. Ele alternava entre sucções suaves e pressão firme da língua, explorando cada centímetro de mim como se estivesse me decifrando. — Por favor... — gemi, sem saber se pedia por mais ou por uma pausa, minha cabeça girando de sensações. Ele inseriu dois dedos dentro de mim, num movimento suave mas firme, e eu gritou. O estrago foi mínimo, mas a sensação de preenchimento, combinada com a língua que não parava, foi demais. Seus dedos se curvaram dentro de mim, encontrando um ponto que fez meus olhos revirarem. — Aqui? — ele perguntou, sua voz um rosnado contra minha pele enquanto pressionava o ponto de novo. Eu só conseguia gemer em resposta, meu corpo tremendo incontrolavelmente. Sua boca e dedos trabalhavam em uníssono, num ritmo que me levava cada vez mais perto do fim. Era quase como se o mundo deixasse de existir, sobrando somente eu, VH e a p***a da sua língua mágica que me fazia gemer a cada vez mais alto, mesmo com a mão pressionando meus lábios para tentar me manter em silêncio. Quando o orgasmo finalmente me atingiu, foi com uma força avassaladora. Meu corpo arqueou tão violentamente que ele precisou usar seu peso para me manter no lugar, seus dedos e língua não parando, prolongando as contrações até eu estar gemendo, sensível demais, me contorcendo para fugir da sobrecarga de prazer. Ele parou, subindo pelo meu corpo para me beijar profundamente. Eu conseguia sentir meu próprio gosto em sua boca, e isso deveria me enojar, mas só me excitou mais. — Agora você tá pronta pra mim — ele sussurrou, seus olhos queimando.
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