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994 Palavras

O grito de fúria ecoou pelas paredes de pedra do antigo casarão, fazendo com que os quadros se inclinassem nas paredes e os candelabros balançassem violentamente. Athos abriu os olhos, rompendo o transe com uma violência tão abrupta que chegou a partir em duas a borda da poltrona onde estava sentado. Seu peito arfava, as presas expostas, os olhos rubros e pulsantes como brasas recém-acesas. O suor frio escorria por sua têmpora, misturando-se ao desejo não consumado que impregnava sua pele e sua alma. Gael. O nome do maldito reverberava em sua mente como uma praga, um veneno que agora se espalhava por cada célula do seu corpo. Gael o havia arrancado brutalmente do sonho de Ava, justo no momento em que ele estava prestes a tomá-la para si, a gravar sua marca para sempre na alma e no corp

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