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1207 Palavras

Enquanto na casa do bando as conversas importantes e reveladoras aconteciam, do outro lado da cidade, na escola, Lua estava sentada em um dos bancos de madeira do pátio coberto, com os braços cruzados e uma expressão de puro mau humor estampada no rosto. Ao seu lado, repousava uma caixa de papelão decorada com pequenos desenhos feitos à mão — flores, luas crescentes e até um lobo minúsculo com os olhos vermelhos. Dentro da caixa, estavam diversos bolinhos cuidadosamente preparados: alguns de chocolate, outros de baunilha e até um, bem no centro, cuja aparência era idêntica aos demais… mas que carregava um feitiço oculto, meticulosamente elaborado por Lua para ser entregue à Ava naquela manhã. Mas Ava não tinha ido para a escola. Nem ela, nem Felipe. E isso estava corroendo a paciência

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