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1210 Palavras

Na manhã seguinte, a casa dos feiticeiros estava silenciosa, exceto pelo tilintar dos talheres no café da manhã. Lua desceu as escadas lentamente, o coração apertado no peito e um lenço amarrado de maneira apertada ao pescoço, escondendo a marca que ardia como se fosse feita de fogo. Biel já estava à mesa e, assim que viu a irmã, seus olhos a percorreram discretamente, detendo-se no lenço. Lua fingiu não perceber, ajeitou a cadeira e se sentou ao lado dele. Melinda, como sempre, estava reclamando, desta vez sobre a qualidade dos ingredientes enviados pelo Conselho para a casa onde viviam. “É um absurdo! Como querem que façamos rituais de alto nível com ervas de quinta categoria? Um insulto!” — resmungava, cortando o pão com agressividade. Aron, sentado à cabeceira da mesa, fingia ler um

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