CAPÍTULO SETE

644 Palavras
SALA DE ESTAR DA MANSÃO BITTENCOURT — Melissa, e como andam as coisas entre você e José Felipe? — Vão de m*l a pior, Virgínia. Ele anda cada vez mais frio comigo. — Como assim? Se ele está frio é por que você deve ter feito algo de errado! As duas sentavam-se nos sofá uma de frente para outra. Admastor servia xicara de chá para elas. — Mais aguma coisa, senhoras? — Não, obrigada, Adamastor! — agradeceu Melissa. — Está tudo bem, pode ir! — Disse Virgínia de modo seco — Me conte,menina, o que fez de errado? Melissa bebericou seu chá. Estava desconfortável em contar aquelas as coisas que ocorreram com detalhes. Virgínia era sua madrinha. — Bem, eu não queria falar essas coisas com você, que é tia dele. Mas José Felipe queria t*****r e eu me recusei. — Ah, Melissa! Homens tem suas necessidades! Devia ter cedido! — Mas eu não estou pronta, Virgínia. Eu nunca estive com um homem dessa maneira antes! Virgínia largou sua xícara de chá sobre a mesa de cenntro. — Olha, Melissa, eu faço muito gosto dessa r*****o. Adoraria que as nossas famílias se juntassem. Talvez devesse se esforçar um pouco mais. Precisa entender que José Felipe tem as necessidades* dele por ser um homem jovem. O que ele não encontrar em você, fique certa de que procurará em outra! Melissa não pasava de uma garota mimada e muito influenciavel. Estava perdidamente apaixonada por José Felipe. O que a p***e moça não percebia, eram as más intençoes que Virgínia tinha com r*****o aquela união dela com seu sobrinho de sua madrinha. Virgínia estava de olho na herança que Melissa receberia assim que o pai moribundo da moça morresse*. — Eu não sei o que fazer, Virgínia. Talvez ele esteja mesmo indo atrás de outra. Virginia revirou os olhos. — Não se preocupe, garota. Eu vou dar um jeito. Mas me ajude. Coloque seu melhor vestido hoje, provoque José Felipe. Um homem como ele não pensa muito com a cabeça de cima. Vá por mim, bebezinha. A moça assentiu. — Farei isso. Obrigada pelos conselhos, madrinha! Não sei o que faria sem você. — Por nada, minha filha. Agora vmaos subir porque daqui a pouco o jantar começará e quero estar deslumbrante para receber meus convidaos. QUARTO DE JOSÉ FELIPE O rapaz ainda se recuperava da joelhada que levara nas partes íntimas. De início ficou com raiva da nova empregada, mas depois foi se recompondo e refletindo que não agiu de todo certo com a p***e* menina. Se ele não estivesse delirando, era fato que aquela moça tinha mesmo perdido os pais e escondia tal informação sabe-se lá porque motivo. José Felipe ia rememorando a cena que acontera há pouco: o decote da empregada, o rosto tímido e suave, o medo no olhar. Tudo isso o fazia ficar pensando na estranha. Até se dar conta de que nem mesmo sabia o nome da menina. José Felipe juntou seus materiais da faculdade e largou o estudo por um tempo. Ia descer ate a cozinha para procurar a empregada que o golpeou merecidamente. Ele, por alguma razão, precisá-va vê-la novamente. COZINHA DA MANSÃO Samantha havia recebido ordens de Adamastor para ajeitar as pratrias que seriam usadas no jantar. A cozinha estava vazia, pois com a comida quase toda encmainhada, as demas empregadas dirigiam-se a outras partes da mansão para atender ordens que Adamastor dera. Assim que Samantha notou a silhueta do homem alto e forte escorado no batente da porta da cozinha — a observando fixamente —, seu coração disparou outra vez. Será que seu patrão queria se vingar? Sem pensar duas vezes, Samamtha pegou uma das facas que lustrava e ficou parada, olhando para José Felipe, como se fosse outra vez uma presa que precisasse se defender do predador. Mas de todo modo, não peritiria ser abusada*.
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