Sehun pensa que eu não notava como ele olhava para Na Yoon.
Eu estava o tempo todo ali, olhando cada detalhe. Cada sorriso. Eu reconheço um sorriso cheio de amor a distância... E Sehun dava muitos olhando para Na Yoon, eu sabia que ela era tudo para ele, e mesmo quando ele a chamava de "coisinha" era uma forma carinhosa.
Ele a embalava a noite e sorria a vendo ressonar e mexer os lábios de forma fofa.
Ele sorria quando ela o olhava e franzia o cenho enquanto mamava.
Aquele sorriso de "essa é minha filha".
E nada no mundo podia me deixar mais feliz que isso.
(...)
Eu estava dobrando as roupinhas dela que eu tinha acabado se tirar da secadora, quando Sehun se atirou na cama.
— Amor... To com vontade. — disse manhoso.
— Vontade de dormir, né? — diz que sim, diz que sim!
— Não amor, de t*****r mesmo. Na Yoon tá com dois meses já e eu fico de p*u duro vendo você com a b***a pra cima fazendo qualquer coisa, porque parece que é pra provocar, tudo cai no chão.
— Não faço de propósito.
— Mas eu fico duro igual. Ah, amor...
— To cansado, Sehun...
— Eu faço massagem depois.
— Nem vem me iludir, você goza e dorme, sempre foi assim.
— Não dessa vez, e... Você só precisa ficar duro, eu faço o resto.
— Nem vem, eu prefiro cavalgar.
— Aham sei, você adorou quando eu te peguei de jeito na sacada daquele hotel, só faltou explodir de t***o quando aquele alfa nos pegou fodendo.
— Aish, Sehun, qual seu problema?! — taquei uma fraldinha nele.
— Nenhum, só admita.
— Eu vou cavalgar e deu!
— Então cavalga.
— É o que eu vou fazer.
Joguei todas as roupinhas dentro do roupeiro e comecei a tirar a minha roupa, Sehun já tinha tirado a sua e ostentava aquele olhar de puro desejo.
Subi sobre seu corpo e tomei seus lábios com fervor, sentindo seus dedos molhados de saliva começarem a me preparar.
Puxei sua mão do meu interior e sentei sobre seu m****o, o sentindo me preencher por completo.
Comecei a cavalgar com vontade, segurando nos ombros de Sehun e jogando com minha cabeça para trás com o prazer que sentia.
— É muito fácil te manipular, Luhan. — disse rindo, passando as mãos pelo meu corpo.
— Q-que?
— Você nem queria t*****r, agora ta rebolando gostoso no meu p*u. — ele riu.
— Cala a boca. Usa ela só pra me beijar.
Tomei seus lábios com desejo novamente. Sentido Sehun segurar a minha cintura com mais força, indo mais fundo e me fazendo chegar ao delírio.
— Como você é gosto...
— Ahn, mais forte, Hunnie... Ahn...
Não demorou até que eu tivesse gozado, respirando pesado e me retirando do colo de Sehun antes que ele tivesse gozado.
Segurei seu m****o firmemente e comecei a masturbá-lo até que Sehun tivesse atingido seu orgasmo.
Lambi meus dedos e o ouvi gemer.
— Vamos tomar banho que amanhã acordamos cedo.
— Eu sabia. Vai t*****r e dormir. Até parece que não conheço o homem com quem casei.
— Mesmo com essa voz cínica, você foi muito fofo. — riu debochado e foi para o banheiro.
— Vai se f***r, Sehun. Eu quero a minha massagem.
— Eu te massageei internamente, não conta?
— Não, eu quero uma massagem bem gostosa nas costas.
(...)
Sehun reclamou o que deu e o que não deu também.
Mas eu fui dormir com um grande sorriso no rosto e bem mais relaxado depois de ter recebido uma massagem nas costas.
(...)
Sehun acordou distribuindo beijos pelo meu pescoço.
— A gente disse que ia levar a Yoonnie na casa do Baek, então levanta, Lu. Só falta você.
— Só falta eu o quê? — disse com a voz meio arrastada pelo sono.
— Ficar pronto. Nós já tomamos banho e tudo, só estamos esperando pelo café da manhã.
— Hmm... Tá, vou levantar.
Eu estava realmente com muito preguiça aquela manhã.
Levantei e fui direto para baixo do chuveiro, tomei um banho rápido — eu acho — e coloquei a roupa que Sehun já tinha separado para mim.
Fiz nosso café da manhã e em poucos minutos estávamos indo para casa do Baek, que era no mesmo condomínio, mas eram quase vinte minutos andando, então fomos de carro para chegar em cinco.
(...)
— Ah, olha quem chegou. — Baek pegou Yoonnie no colo — Deu vocês já podem ir embora.
— Bobo.
Baekhyun sentou no sofá com Na Yoon no colo e ficou fazendo careta para ela.
— E os menino?
— No quarto, Channie ta trocando eles.
Hideki aparece e ficou olhando para Na Yoon, até subir no sofá e dizer uma coisa que ninguém esperava.
— Eu qué, omma.
— Quer o quê Hide? – Baekhyun perguntou.
— É meu. – ele disse tentando pegar Na Yoon.
— Não, Hide, essa é a filhinha do tio Luge.
— No, é meu. Tudo meu.. — dizia apontando para a Yoonnie.
— Você quer a Na Yoon pra você?
— Aham, é meu.
— Você quer a Na Yoon pra você? — perguntei também, para ter certeza.
— Aham, é meu. — disse convicto.
E todos nós entendemos o que ele quis dizer com aquilo.
Ficamos surpresos com toda a certeza.
Mas alguém ficou meio... Irritado.
Alguém despertou o pai possessivo que havia em Sehun.