O Castelo de caos

1536 Palavras

Diogo Vitório O silêncio do meu carro nunca pareceu tão barulhento. Eu ainda sentia o calor do pulso de Isabel na minha mão e o cheiro do perfume dela impregnado nas minhas narinas, mas o toque estridente do meu celular pessoal rompeu a tensão. No visor, o nome que sempre trazia uma cobranças surgiu, Cássia. Minha ex-mulher não ligava para saber se eu estava vivo. Se ela estava discando, era sobre a Alexia. — Fala, Cássia. Estou no meio de uma diligência — atendi, tentando manter a voz profissional, embora fosse uma mentira a verdade, tudo que partia dela sempre eram queixas e problemas. — A Alexia está com problemas, Diogo. Problemas que eu não estou conseguindo resolver sozinha — a voz dela veio carregada de um cansaço que beirava o desespero. Senti um calafrio. Alexia tinha deze

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