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3131 Palavras
Capítulo 35 Fabiene narrando Meus pais quando vivos tinha algumas propriedades no morro da Rocinha, quando ainda dava para as pessoas comprarem e essa sala na frente do salão de Samanta era uma, ela estava de bico desde o moento que cheguei aqui, já tinha mandado fazer a placa e estão colocando, Maria me trouxe alguns utensílios e eletro que eu precisava e outras coisas Rafael mandou trazerem para mim. Eu tinha pouca grana mas o suficiente para viver e montar o meu negócio, não desistiria mais do seu sonho , sei que logo esse inferno acabaria e de alguma forma eu iria fazer Carlos tirar o meu nome dos procurados efazer o mundo esquecer quem eu era, eu ainda não sei como faria isso, mas eu iria dar um jeito de dar a volta por cima. — A invejosa não para de olhar – Janaina fala — Ela voltou né? Não dou duas horas para Imeprador está aqui, deve ter ido lá reclamar dizendo que eu estou querendo provocar ela, conheço esse tipo. — Será que ela foi fazer isso? — Quer apostar? – eu falo rindo – o pior que o trouxa do teu irmão, logo logo vem me encher a paciência. – ela fala rindo — Eu nunca entendi porque ele deu moral para essa garota. — Homem nunca pensa com a cabeça de cima, somente com a de baixo. Porque eu fui embora? Eu e Jana continuamos organizando as coisas, até que ela sai, foi buscar o Miguel com Maria, ele tinha ficado dormindo, eu estava dentro da minha futura confeitaria quando Imperador entra. — Uma confeitaria? – ele pergunta me encarando — Estou correndo atrás das coisas que deixei de lado por sua culpa – ele me encara – nada mais justo,não é mesmo? — Eu não fui avisado sobre a******a dela, sou o dono do morro, qualquer coisa que seja aberto, eu preciso ser avisado. — Não se preocupa, te pagarei o que devo pagar, mas lembre-se o imóvel é meu por herança dos meus pais – eu falo olhando para ele. — Samanta foi agté a boca – eu começo a rir dele – Porque está rindo? — Ela foi dizer que eu estava provocando ele ao abrir a confeitaria e você que nem um cachorrinho veio aqui tirar satisfação – eu não desmancho o sorriso no rosto – fala sério, você é tão previsível Imperador! — E eu acredito que esteja fazendo isso mesmo. — E posso saber porque? – eu pergunto para ele – porque eu faria algo para provocar ela? — Por ciúmes – ele fala e eu agora caio em uma gargalhada alta. — De você e da Samanta junto? – ele me encara e eu me aproximo dele – fique tranquilo, avise ela, que vou ter gosto de patrocinar o bolo do casamento de vocês. Ele me olha. — Até que sua confeitaria vai ficar legal – ele acende um baseado e sai de dentro dela. Capítulo 36 Fabiene narrando Eu vo até a porta da confeitaria e olho para o outro lado no salão de Samanta, abro um sorriso e entro na minha confeitaria, eu tinha preparado uns donuts com cobertura para teste, pego uma bandeja nova , limpo ela e pego guardanapos, coloco os donus um em cada guardanapo, saio da confeitaria e encontro Maria com Miguel. — Mamãe – Miguel fala — OI MEU AMOR – EU FALO – quer um? — Quero. — Qujer um Maria? — Não, você vai onde? — Conquistar clientes – falo sorrindo para ela — Fabiene . — Ela não disse que eu a provocava? Vou ficar com essa fama sem provocar não. Eu vou até o salão dela e entro no salão, quando paro na porta abro um sorriso olhando para todas, Samanta me encara e para até mesmo de escovar o cabelo. — Não seja deselegante Samanta – falo sorrindo – você mesmo me convidou para vir até aqui e oferecer esses donuts maravilhoso para as suas clientes. Samanta é tão legal meninas, não é mesmo? — Que gentileza sua Samanta – a mulher que estava fazendo a chapinha fala olhando para ela e sorrindo. — Vocês tem que entender que eu e Samanta não temos nada contra uma a outra, prove esse donuts – a moça pega e eu começo a distribuir – Samanta na mesma hora que ficou sabendo que eu ia abrir a confeitaria , me disse, venha até o salão e fale com as clientes, vou te ajudar! — Você não precisa de ajuda Fabi – outra fala – você é maravilhosa. — Prove Samanta um – eu falo – não fique tímida, esse você vai amar – eu escolho um donuts e a entrego. O salão estava cheio, tinha as manicures, e umas 6 clientes lá dentro, todas ficam olhando para Samanta, ela me encara e pega o donuts. — Obrigada Fabiene – ela fala sorrindo – não fiz nada do que a minha obrigação, Imperador me pediu mais cedo, de uma ajuda a Fabiene meu amor, ela vai precisar – ela fala dando um sorriso fraco. — Sim, Imperador também falou muito sobre o seu salão na noite passada lá em casa, ele até mesmo provou os donuts. – eu falo olhando para ela e ela desmancha o sorriso irônico em seu rosto– vocês tem que ver, Imperador está bobo com o filho. — Mas Miguel é a cara dele – uma das clientes — E não é menina? – eu olho para ela – é todo ele. — O sonho de todo dono do morro, ter um herdeiro – a que faz a chapinha fala — Sem duvidas – eu respondo sorrindo – vou deixar vocês trabalharem, preciso ir. Obrigada Samanta, que Deus te pague em dobro – ela me olha sem sorrir. Eu convido a todas para a inauguração da minha confeitaria e depois saio com um sorriso no rosto, Maria que estava na frente da confeitaria me encara. — Bandeja vazia – falo sorrindo para ela. Entramos para dentro e ela em ajuda a organizar algo, Miguel estava brincando, até que escutamos muitos fogos de artificio e o alarme do morro toca. — É invasão – Maria fala. Capítulo 37 Rafael narrando Maria me manda uma mensagem me contando o que Fabiene tinha ido fazer, eu estava na boca geral contando a grana que tinha entrado, abro um sorriso e balanço a cabeça em sinal de negação. — Olha só que a Maria me mandou – mostro para Gabriel. — Meu Deus, ela foi lá mesmo na boca, Samanta. Reclamar – ele fala — Imperador está ferrado, minha irmã não vai deixar nada barato. — Eu avisei a ele não fazer o que era para ter feito. — Trair ela? – eu pergunto – não adianta a gente avisar, está no caráter dele. — Ele não a traiu Rafael – ele fala me encarando — Fabiene tem o vídeo, não é suficiente para provar que ele traiu? – eu pergunto para ele – não entendo qual prova a mais que ele quer para confessar o que fez. — Deixa para lá, não posso me meter nisso – ele fala — Sei que sou somente um gerente da boca, mas se tem algo a mais por trás disso, eu deveria saber por fazer parte do comando – eu falo para ele – e se eu não sei é porque tudo que ele fala é mentira, ele a traiu e ponto final. Quando ele ia me responder a gente recebe um aviso no rádio do Imperador. — A policia passou a barreira, eles estão subindo. Toquem a p***a do alarme, todos os vapores em prontidão vamos para cima desses vermes filhos da p**a. Eu e Gabriel saímos , as pessoas já estão tudo se escondendo, chegamos onde está o Imperador. — Rafael, cadê Maria, Fabiene e meu filho? – ele pergunta — Na confeitaria – eu falo para ele — Mnade vapores tirar elas de lá – ele fala – espera, eu mesmo vou levar elas para um lugar seguro, vocês nãod eixem a policia subir. Ele sai e a gente vai para cima, começamos a correr pelos becos atirando em quem subia, mas eles estão fortemente armados, a gente já conversou que preciamos de mais munição, eu e Gabriel nos separamos, um tiro passa de raspão pela minha cabeça e eu me escondo em um beco, sinto os passos de um policial filho da p**a, e quando ele estava se aproximando, eu baixo a arma bem baixo e atiro em seu pé, quando ele ia reagir eu o derrubo e afasto a sua mão. — ANDA SEU FILHO DA p**a ME DIZ QUEM ESTÁ POR TRÁS DE TUDO ISSO? – eu falo e tiro a touca do policial e ele me encara — A casa de todos vocês vai cair – ele fala – ninguém vai ficar vivo para contar história. — Mas o primeiro a morrer é você! — Avisa tua irmã, que ela vai pagar por tudo que ela fez! — Quem mandou avisar, foi o Eduardo? – eu pergunto para ele – Me diz, seu filho da p**a!!! — Eduardo ainda está se recuperando, mas quem mandou dar o recado, foi Carlos! Quando ele fala o nome de Carlos, meu sangue ferve e eu atiro na p***a da cabeça dele na mesma hora, vendo o sangue dele jorrando. Capítulo 38 Fabiene narrando Eu entro para dentro da confeitaria com Miguel e Maria, eu e ela começamos a trancar tudo rapidamente, janelas e quando ia trancar a porta, um tiro atravessou a janela e quase acertou Miguel. — Mamãe – ele começa a chorar – Mamãe. — Calma meu amor – eu corro até ele e pego ele no colo. — Precisamos nos esconder – Maria fala — Vamos empurrar o freezer e vamos deitar a mesa de metal – eu falo para ela — Mamãe – ele fala chorando desesperado e se agarra em mim, Maria começa a empurrar tudo sozinho. Eu tento acalmar ele e ao mesmo tempo ajudar a Maria, mas esquecemos de um detalhe importante que foi a porta aberta, é quando sentimos passos e eu olho para frente e vejo um homem com capuz preto ampontando uma arma para nós. — Maria ep´ga Miguel – entrego Miguel para ela e me coloco na frente do policial. — Te encontrei Fabiene – ele fala — Era eu que vocês querem, não é mesmo? — Você está presa – ele fala – não me faça m***r seu filho na sua frente. — Você não vai encostar em meu filho! – eu falo afirmando – você não é homem para isso – sinto que ele começa a rir — Você está de mãos atadas, eu posso fazer o que eu quiser com vocês – ele fala – até mesmo meter uma bala no seu filho. — Sendo covarde que nem o seu colega de trabalho, você sabe qual foi o destino dele. — Você vai mofar na cadeia – ele fala – mas vai viver um inferno, porque ninguém quer a sua morte, vai sofrer a perda do seu filho sua v***a – ele fala — Você não é homem para isso! – ele fala — Quer pagar para ver? — Você nunca vai encostar no meu filho – Imperador fala atrás dele e antes do homem reagir, Imperador mete um tiro na cabeça dele fazendo ele cair no chão. Imperador me encara e eu o encaro. — Vocês estão bem/? – ele pergunta e vai até Miguel – você está bem carinha? Miguel na mesma hora vai para o colo de Imperador e o abraça, ele estava chorando em silêncio, com medo, ver meu filho dessa forma me deixou desnorteada, ao mesmo tempo escutamos no rádio. — Eles estão recuando – sinto a voz de Gabriel, eu pego o rádio do bolso de Imperador. — Mande os corpos dos policiais mortos para o Carlos – eu falo no rádio – é uma ordem! Imperador me encara e eu encaro MIGUEL EM SEU colo. Eu seguro as lagrimas porque pela primeira vez tive medo dos meus erros serem as consequencias do meu filho, eu me aproximo de Miguel no colo de Imperador e beijo a testa do meu filho passando a mão sobre o seu rosto e ficando bem perto de Imperador, a gente se encara. Capítulo 39 Imperador narrando Eu saio de dentro da confeitaria com Fabiene e com Miguel no meu colo, Rafael se aproxima e Maria o abraça. — Vocês estão bem? – Rafael pergunta para elas — Tentaram m***r Miguel – Ela fala para ele – para me levar. — Eles querem você – Rafael fala – Matei um policial que me disse bem claro, que Carlos quer você. — Aquele filho da p**a – eu falo — Precisamos de mais munição – Rafael fala me encarando — Vamos agilizar isso o quanto antes – eu falo – vamos levar Miguel para casa. — Eu posso levar – Fabiene fala me encarando — Pode deixar que eu levo – eu falo para ela e ela me encara. Quando chegamos na casa , eu coloco ele no sofá e Fabiene se senta e o pega no colo, logo ela faz ele dormir, ele que estava assustado, logo sua respiração tranquiliza. Eu me afasto com Rafael e a gente começa a conversar. — Carlos não vai descansar até encontrar ela – Rafael fala me encarando — Ligue para Jonas – eu falo para ele — Jonas? – ele pergunta — Sim – eu respondo – pague o que for preciso e o que ele pedir, precisamos dele aqui. — O que você está pretendendo? – ele pergunta — Carlos tem que ter algum segredo escondido, alguma coisa que a gente use como ponto fraco dele. — Eu vou ligar para Jonas – ele fala — Além disso, Jonas é essencial porque ele tem o contato da máfia, ele vai nos trazer as munições que precisamos – eu falo para Rafael – não importe quanto seja gasto e o que a gente precise ceder, negocie com eles, negocie essas munições, não podemos deixar para depois. — Eu vou resolver isso o mais rápido possível Imperador – ele fala — Me avise qualquer coisa Rafael. Eu volto para sala e Fabiene tinha levado Miguel para dormir lá em cima, eu subo as escadas e vou até o quarto e encontro Fabiene, ninando Miguel e cantando para ele, ela me ver parado na porta e olha para Miguel. — Obrigada – ela fala e eu me aproximo dos dois – se não fosse você, o pior poderia ter acontecido. — Não precisa me agradecer, não fiz mais que o meu dever em proteger vocês dois – ela me olha. — Miguel não pode ser alvo de nada e nem de ninguém – ela me olha – se ele virar alvo mais uma vez, eu me entrego para policia. — Ele naõ vai virar alvo, eu prometo! — E se isso acontecer, você é o pai dele e você precisa me prometer que você vai cuidar od meu filho. — Fabiene você não vai precisar se entregar. — Se meu filho virar alvo, eu vou! – ela fala me olhando – jamais vou deixar que nada de m*l aconteça com ele. Eu a encaro e ela me encara. Capítulo 40 Fabiene narrando Eu faço Miguel dormir e penso no que disse ao Imperador e eu tinha certeza do que eu falei, que se meu filho virasse alvo de algo, eu me entregaria, mas jamais deixaria que caísse em cima dele, nada! Eu saio para fora e encontro Imperador dando ordem aos vapores para ficarem em roda da nossa casa, eu me aproximo dele e ele me encara. — Você está bem? – ele pergunta me encarando — Estou – eu respondo firme para ele — Sobre o que você disse lá em cima – ele fala – naõ faça loucura, eles jamais vão conseguir chegar perto de Miguel. Eu prometo. — Eu não sei se posso confiar em você como você me pede – eu olho para ele – sabe Imperador, eu confiei de mais em você e agora estamos falando do meu bem mais precioso. — Ele é meu filho – ele fala olhando em meus olhos – eu falhei com você, mas jamais vou falhar com ele. — Então você está admitindo que falhou comigo? — Não da forma que você pensa – ele fala – mas não é disso que estamos falando agora, perto do meu filho eles jamais vão chegar! Rafael se aproxima com Maria. — Tudo certo por aqui? – Rafael pergunta — Sim – eu respondo — Imperador vamos para boca? Precisamos conversar – ele fala. — Vamos – ele fala – depois nos falamos Fabiene. Os dois começam andar e eu volpara dentro e Maria vem comigo. Eu me sento na mEa e fico paralisada pensando no que iria fazer, Maria se senta do meu lado e me encara. — Fabiene – MASRIA FALA ME OLHANDO E EU A ENCARO – Fala COMIGO. — Você VIU, ELE APONTOU UMA ARMA NA CABEÇA DO mIguel – eu respiro fundo – eu não posso deixar que nada aconteça ele. — E o que você quer fazer? — Se meu filho virar alvo, eu vou me entregar. — Você precisa falar com meu irmão. — Eu já disse a ele – eu olho para ele – ele me disse que vai proteger Miguel, mas não sei se confio nele. — Miguel é filho dele – ela fala – ele vai proteger sim, eu conheço meu irmão, acredito que essa é a hora de deixarem as diferenças de lado e se unirem para proteger o Miguel, os dois. — Meu filho é a coisa mais importante na minha vida, jamais vou suportar a ideia de saber que ele está em perigo. A noite foi passando e Miguel dormia tranquilo, dei mama para ele e vejo quando Rafael chega, Imperador deveria estar na boca, eu fico pensando em tudo que aconteceu e no que Maria me disse, que eu deveria confiar no Imperador, eu respiro fundo e desço, encontrando Maria na cozinha e Rafael também. — Imperador está na boca? – Rafael me encara — Está. – ele fala — Fiquem de olho no Miguel, prometo ser rápida. — Claro – Maria fala e Rafael assente. Eu saio e vou em direção a boca, talvez Maria esteja certa a gente precise dar uma trégua para proteger Miguel, eu entro na boca. — Imperador preciso falar com você – quando me dou conta, Samanta sai do seu colo seminua e os dois me encaram.
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