Capítulo 41
Imperador narrando
— Em média um milhão e meio para trazer as munições – Rafael fala
— E o risco de perder? – eu pergunto para ele
— Existe risco para tudo – ele fala – mas eles adiantaram que fazem tudo nos esquemas para que não seja perdida a carga.
— Mas pagamos se perder?
— 1milhão para carga vir e os outros 500mil quando chegar – ele fala
— A gente tem todo esse dinheiro no morro ou precisamos tirar – eu olho para ele
— Tem essa quantia no morro – ele fala
— Precisamos que eles nos de certeza que não vamos perder essa carga, precisamos dessa munição para ontem – eu respondo para ele – se a gente perder, estamos lascados.
— Prejuizo da p***a – Rafael responde – mas se a gente não arriscar, não vamos ter nunca essas munições. É grana, mas precisamos.
— Manda vir – eu falo para ele – falou com Jonas?
— Ele chega em algumas semanas ou até dias, ele está terminando uma missão fora – ele fala – e depois ele vem.
— De boa – eu falo para ele – manda dobrarem as drogas produzidas e as drogas que vão ser vendidas fora do morro, precisamos de dinheiro entrando.
— E se tentar se aliar a algum morro novo? – ele pergunta – é uma boa idéia.
— Eu não sei – eu falo para ele – já somos aliados de vários.
— Morros menores – ele fala me encarando – pensa nisso.
— Vu dar uma geral – eu falo para ele – ver o que podemos fazer. A ronda é minha , vai descansar, mandei vapores ficarem de olho por lá, dobrar a segurança.
Rafael assente c om a cabeça, mando mensagem para Gabriel e ele estava no lugar de Rafael na boca geral, porque o vapor que ficava lá, mandei ficar de segurança .
Eu começo abrir as contas de laranja e anotar toda grana que tinha, essa carga era importante , mas não podia nem pensar em perder ela, era muito dinheiro envolvido e ela tinha uma importância grande.
— Samanta – eu falo quando ela entra e eu a encaro, ela estava de saia e sutiã – porque está andando assim pelo morro? Veste uma roupa, garota!
— Estou com saudade de você – ela fala se aproximando – você nunca mais me chamou
— Estou sem tempo – falo para ela – resolvendo coisas importante.
— Para com isso – ela coloca a mão no meu ombro – você deve estar com saudade de mim e você sabe disso – ela beija meu pescoço.
— Hoje não, vaza Samanta. Preciso resolver umas coisas importante.
Ela senta no meu colo e tenta me beijar, eu seguro seu rosto bem firme.
— Não me obrigue a te tirar a força daqui – eu falo para ela
— Para com isso meu Imperador, você sabe que quer – a porta é aberta.
E Samanta olha para trás, quando vejo era Fabiene, eu empurro Samanta que demora sair do meu colo, Fabiene somente sai e fecha a porta da boca.
— Não acredito p***a! – eu falo nervoso e saio.
Capítulo 42
Fabiene narrando
Eu saio andando e enteo em um beco, logo sinto a mão dele me puxando e quando eu ia bater nele, ele segura a minha outra mão.
— Não é nada do que está pensando – ele fala me encarando.
— Não me importa o que estou pensando, eu não tenho nada haver com a sua vida – eu respondo
— Eu não estou com ela.
— Você não me deve explicação Imeprador – eu me solto e ele me olha – nem precisava ter vindo atrás de mim, só o que me indigna, é que enquanto eu estou me remoendo pelo o que aconteceu com nosso filho, você estava se divertindo.
— E quem disse que eu não estava arrumando uma forma de proteger ele? – ele fala me encarando – pergunte ao seu irmão o que eu e ele estava fazendo, tudo que eu estou planejando, estou me virando em cinquena.
— Ok.. Parabéns – eu falo para ele – agora me deixe ir, que eu tenho mais o que fazer.
— Eu não estou com ela.
— ]Eu já disse que eu não quero saber – eu falo para ele – não tenho intenção de saber isso, eu não quero saber de verdade. Eu vim até ali somente para dar uma trégua em relação a tudo, porque acreditei em sua irmã quando ela me disse que você estava super preocupado com o seu filho, porque acho que Miguel é algo mais importante – eu olho para ele – mesmo depois de tudo, eu baixei minha guarda, depois de você ter me traído, eu deixei as diferenças de lado, porque você é pai dele e meu filho merece o melhor.
— Eu vou fazer de tudo para proteger Miguel e você também – ele fala
— Não preciso da sua p******o, me ajudando a proteger o Miguel já está de bom tamanho. Agora volte para o que estava fazendo, não quero atrapalhar mais!
— Não estava acontecendo nada – ele fala
— Eu sei o que eu vi, mas como disse, isso não me importa. Quero voltar logo para o meu fihlo, porque é somente para ele que eu vivo!
— Fabiene – ele fala
— Imperador – Samanta chama ele de longe – por favor, volte!
— Você a escutou!
— Vai embora Samanta, a gente não tem mais nada para falar – ele fala nervoso.
— Não precisa se preocupar em tratar ela dessa forma porque está na minha frente – eu falo para ele – me perdoe por ter atrapalhado seu momento.
Eu saio andando e vejo que ele chuta uma lixeira , eu saio do beco e vou direção a minha casa, entro e passos por Rafael e Maria como um furacão, vou para o quarto, tomo um banho gelado e tento me acalmar.
Capítulo 43
Carlos narrando
Algumas semanas depois.....
Eduardo se senta com dificuldade e eu o encaro.
— A última invasão que a gente fez no morro, eles mandaram quatro policiais mortos para cá – eu falo para Eduardo.
— A gente precisa agir o quanto antes – Eduardo fala – eu quero Miguel, não quero deixar meu filho nas posse daquele homem.
— E o que você pretende?
— Miguel não pode correr perigo nenhum – ele fala me olhando – é o único que precisa sair em segurança de lá.
— Não se preocupa, ninguém vai fazer m*l a ele. Isso é uma ordem que eu dei – Carlos fala – mas se você pensar comigo, o que faria Fabiene surtar de verdade?
— Não estou entendendo – ele fala
— Você quer vingança contra ela, ela tentou te m***r e ainda por cima deve ter falado ao morro sobre a sua investigação assim que soube, ela é uma traidora. O objetivo é prender ela e pegar seu filho vivo, não é?
— É – ele responde
— Para isso, Fabiene precisa se entregar com as próprias pernas – eu falo e ele me encara
— Estou entendendo o que quer dizer – eu falo – se ela achar que Miguel está em perigo, ela se entrega e é presa, mas e o Miguel? – Eduardo fala – se ela se entregar o Miguel não vem.
— Por isso precisamos bolar algo – eu falo – Se a gente pegar o Miguel, ela se entrega e você fica com o menino, eu dou conta dela ser presa e sofrer todas as consequencias e você sai do país com seu filho.
Eduardo fica pensativo e se levanta mancando e depois me encara.
— Eu não quero nem Miguel e nem Fabiene mortos – ele fala me olhando – você entendeu?
— Sim – eu falo – não se preocupe, Miguel não sairá machucado e Fabiene só ira se machucar se você quiser.
— Vamos prosseguir – ele fala – vamos planejar a próxima invasão.
— Você vai está nela?
— Vamos dar um susto – ele fala me encarando – precisamos entender o que está acontecendo no morro, vamos esperar uns dias e vamos invadir, precisamos de um informante lá dentro.
— Eu sei como conseguir – eu falo para ele
— Assim que tiver ‘’ um momento de descontração no morro ‘’ a gente invade para assustar – ele fala – e ai depois começamos a dar os passos mais importante.