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1797 Palavras
Capítulo 44 Samanta narrando Eu chego no salão e vejo que está vazio, olho para Luana que era uma das manicures e a encaro. — Cadê as outras manicures e as clientes? – eu pergunto — Você sabe hoje é a inauguração da confeitaria da Fabiene – ela fala — Elas estão lá? — O morro todo, olha pela porta, você não viu? — Nem reparei – eu respondo. Eu saio na porta e encaro o outro lado, estava cheio, estava Maria, Janaina e mais outraa duas moradores do morro ajudando a servir e atender a todos, eu encaro com raiva, todas as minhas clientes e as manicures estão lá, um movimento atrás do outro, eu não podia acreditar nisso. — Calma – Luana fala – ela vende doces e não faz cabelo nem unha, hoje as clientes gastam lá, mas amanhã todas voltam. O que ela vende engorda e você deixa as mulheres bonitas. — Não é possível isso, ela está querendo me afrontar, foi embora, retornou ao morro quando viu que eu estava preste a virar patroa. — Imperador nem chega mais perto de você – ela fala — Mas ele vai chegar – eu respondo – nem que para iisso eu tenha que fazer uma loucura. — O que está falando? – ela pergunta — Nada, eu falei alto de mais – eu falo para ela — Onde você vai? – ela pergunta — Eu vou fazer Fabiene ser odiada pelo morro inteiro, você vai ver – eu olho para Luana e ela me encara – não vai ter ninguém nesse morro que vai gostar dela, ela será expulsa e apredejada não pelo dono do morro e sim por todos os moradores. — Samanta – Luana fala — E se isso não acontecer, eu não me chamo Samanta. Eu já tinha pensado nessa ideia mas tinha dado para trás, mas já tinha acertado todos os detalhes do meu plano, mas agora não deixaria barato, ela quer comprar briga comigo, quer me provocar, mas ela não imagina o que o destino reserva para ela. Capítulo 45 Imperador narrando Hoje era a inauguração da confeitaria da Fabiene aqui no morro, depois de muito insistir eu peguei Miguel e ele estava sentado em meu colo enquanto a gente estava na boca, eu, Rafael e Gabriel. — A carga saiu de lá hoje – Rafael fala – entre dez a quinze dias para a carga chegar no morro. — Tudo isso ainda – eu falo nervoso — Está vindo o mais rápido possível, mas não é fácil dobrar todas as fronteiras que vai passar, precisa de paciência – Rafael responde — E dinheiro – eu respondo – noticias de Jonas? — Está chegando em alguns dias – Gabriel fala – falei com ele hoje pela manhã. — Carlos, nada não é mesmo? Nem entrevista nem nada. Nem mesmo noticia de Eduardo. — E se a gente tentasse tirar alguma coisa daquela doutora que Maria falou – Rafael fala – é uma boa ideia. — Como é o nome dela? – eu pergunto — Maisa – Rafael fala — Vamos mandar vapores seguir ela, todos os passo dela, melhor a gente não enquadrar ela, porque Maria estava lá naquele hospital, nada pode ligar a minha irmã. — Você tem razão – Rafael fala – não posso imaginar que algo aconteça com Maria, irei mandar vapores ficar de olho nele. — Agora aquele Eduardo filho da p**a. — Papai – Miguel fala — O que você disse? – eu pergunto para ele — Eduardo papai – Miguel fala e eu encaro Miguel em meu caro – saudade do papai – eu engulo seco quando ele fala isso. Rafael faz menção de pegar Miguel. — Deixe ele aqui comigo – eu falo para ele – ele é uma criança, não sabe quem é aquele homem. Ver Miguel chamar Eduardo de pai, foi como diversos socos dentro do meu estomago, facadas no meu peito. As cosias estão bem tensas por aqui principalmente pelo fato de que a nossa carga está vindo, era muita grana em jogo, muita munição e se caso a policia chegar a pegar a nossa carga, para vir outra demoraria muito e se caso eles pegasse, eles iriam ter a certeza de que a gente estava desarmado e ai eles erntrariam com tudo para dentro do morro e a gente não teria como competir. Eu vou com Miguel até a confeitaria de Fabiene e já estava fechada. — Já fecharam? – eu pergunto entrando — Acabou tudo – Maria fala — Meu amor – Fabiene fala pegando Miguel nos braços – saudades de você meu amor. – Miguel abre um sorriso para ela e ela enche de beijo ele. — Fico feliz que tenha sido um sucesso, parabéns Fabiene – ela me encara e assente com a cabeça. — Obrigada – ela fala. Capítulo 46 Fabiene narrando Eu estava ivivendo esses dias meio por viver, eu estava feliz em estar de volta ao morro como nunca tinha me sentido, em abrir a minha confeitaria, ver os moradores de onde eu cresci vindo me prestigiar, mas eu ainda me sentia perdida por dentro, uma agonia tão grande de que tempos horríveis ainda iriam vir pela frente, não sei se era pela convivência com Imperador ou por não saber se Eduardo está vivo ou morto ou não saber os seus planos. A ultima invasão e tudo que aconteceu, a arma apontada na cabeça do meu filho, me fez baixar a guarda aqui dentro, porque sabia que de alguma forma aqui estamos protegidos. — Que susto – falo vendo imperador parado na porta da cozinha da confeiteira – o que está fazendo aqui? Cadê migul? — Está com Maria – ele fala – quis ver e você estava bem, estava demorando para voltar. — Estou fazendo a produção de amanhã – eu falo para ele – mas já estou terminando. — Fabiene, precisamos conversar. — Sobre o que? – pergunto a ele pegando uma forma e colocando na louça suja . Ele se aproxima. — Sobre nós – ele fala. — Não temos nada para falar sobre nós. — Para com isso Fabiene – ele fala me olhando – vamos conversar que nem adulto. — Estou conversando com você que nem adulto, eu baixei a guarda mas isso não significa que algo entre nós vai acontecer. — Eu errei com você, eu falhei com você. — Você me traiu , admite isso – ele fica em silêncio – você jamais vai ser homem suficiente para admitir que você me traiu? Isso me doi horrores – eu olho nos olhos dele – porque um dia eu confiei em você e acreditei no seu amor. — Eu amo você e você sabe disso – ele fala me olhando – eu sempre fui capaz de tudo por você. Ele se aproxima de mim e quando ele chega perto de mim, ele passa a mão sobre o meu rosto, mas eu tiro a sua mão e seguro sua mão forte. — Eu prometi para mim mesmo – eu falo para ele – pelo meu filho, que eu jamais confiaria em você novamente. — Você me ama e eu amo você, a gente tem um filho junto – eu n**o com a cabeça – podemos formar uma família, me de uma chance. — Você teve todas as chances do mundo – eu falo para ele. — Para de ser teimosa, estou fazendo de tudo para mostrar para você. — Não está fazendo mais que sua obrigação Imperador – eu falo – além de ser o dono do morro, você precisa proteger seus moradores, seu filho, isso não é mais do que a sua obrigação. — Eu amo você – ele fala novamente – tudo que eu mais quero é que você me perdoe — Para com isso – eu falo olhando para ele. Ele era um pouco mais alto do que eu e ele pega levemente em meu queixo e eu o encaro — Por favor, confia em mim . Ele me beija, eu tento o empurrar mas acabo correspondendo o seu beijo, nosso beijo fica ainda mais intenso , sua mão percorrendo o meu corpo, ele me encosta contra o balcão da mesa , mas eu o empurro. — Vai embora – eu falo para ele — Fabi – ele fala — Vai embora! – eu pego uma faca – se não eu te mato. Ele me olha e sai. Eu fico sozinha na cozinha e na confeitaria e encaro a faca na minha mão, mas antes de qualquer coisa, sou surpreendida por alguém entrando. — Já disse para ir embora Imperador – eu falo e quando me viro , vejo Samanta – pronto, sai o demônio e entra a diaba, o que você quer aqui na minha confeitaria? — Ué – ela fala com um buque nas mãos – você tem acesso ao meu salão e eu naõ posso ter a sua confeitaria? — Vai embora daqui! – eu falo para ela – estou mandando você embora daqui agora. — O que foi? – ela pergunta – está nervosa pelo o que você viu aquela noite? Eu e Imperador juntos? — Vai embora daqui sua v*******a, se não eu vou te m***r! – ela começa a rir — Não se mata a primeira dama de um morro Fabiene – ela fala — Você nunca será a primeira dama. — Você que perdeu o seu cargo – ela fala me encarando – você perdeu seu cargo, agora larga mão do Imperador e deixe ele livre para mim. — Você combina com ele, é patética que nem ele, vocês se merecem, fica com ele, pega ele de presente para você. Não estou aqui para brigar por macho, sou uma mulher completamente resolvida, tenho uma vida e um fihlo para se preocupar, não preciso ficar correndo atrás do restos de outras mulheres. Agora vou te avisar somente uma vez some da minha vida, me esqueça, porque caso ao contrário, eu vou me lembrar de você e você não vai gostar nem um pouco disso. — Você acha que pode me ameaçar? — Eu naõ acho. Eu tenho certeza que estou te ameaçando e eu só aviso uma vez , agora vaza daquio sua vagabund! – Eu vou para cima dela com a faca — Louca! – ela sai gritando – você é louca! – ela sai gritando para fora – A Fabiene é uma louca quer me m***r. — Espera ai sua v***a – eu falo para ela – você esqueceu a m***a das suas flores – eu jogo no rosto dela. — Estou sendo simpática e olha o que ela faz – ela faz um escândalo na frente da confeitaria e eu fecho a porta com tudo.
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