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1965 Palavras
Capítulo 47 Fabiene narrando Eu saio no puro ódio da confeitaria, eu estava em um ápice de estresse h******l, eu junto as flores que estava caída na confeitaria e vou até a boca , entro e estava Imperador, ele me encara. — Está me trazendo flores Fabiene? – ele pergunta — Eu vim aqui te devolver as flores que aquela p**a da tua amante me trouxe – ele me olha – eu vou te dar um recado só, eu já estou cansada de ser humilhada dentro desse morro, eu sei me defender sozinha e eu pego as minhas coisas e as do Miguel e vou embora, então você coloca ela no lugar dela. — Eu já dei o recado a ela e já disse que eu não queria mais ela com seu nome na boca – ele fala – já avisei Samanta sobre isso. — Então é melhor você avisar direito, porque eu estou ficando sem paciência – eu falo para ele. – você está me entendendo? – eu me aproximo dele – eu estou cansada! Cansada de todo esse circo que você armou — E você acha que eu estou feliz Fabiene? – ele fala exaltado – você só sabe me julgar — Porque será? – eu pergunto para ele — O dia que você entender tudo que eu fiz, você vai me perdoar – ele fala me olhando – tudo que eu sempre fiz desde que me apaixonei por você, foi te proteger, foi de colocar como preferencia na minha vida, você lembra quando prometi que não importa o que eu precisasse fazer eu iria te proteger? — Não me venha com apelo emocional – eu falo — Não é apelo emocional é verdade, você só sabe ver o seu lado da história, mas não ver o meu. Eu estou aqui quebrando a cabeça, com mil planos, me armando de tudo que é forma para vencer essa guerra, enquanto você fica somente me julgando e apontando os meus erros. Eu escutei meu filho dizer que o Eduardo era o pai dele, o mesmo que mandou vcolocar uma arma na cabeça dele e ameaçar ele de morte e você quer que eu me sinta como? E não adianta me dizer que a culpa é minha, eu sei que é c*****o! E eu estou tentando reorganizar tudo e mudar tudo, mas é impossível que eu faça isso sozinho enquanto você só fica apontando a p***a dos meus erros. — Santo, parabéns santo Aldaberto! – eu olho para ele e ele me encara – nem vou te chamar de Imperador, vou te chamar pelo seu nome, Aldaberto. Parabéns, você vai substituir Jesus pela sua santidade. — Abaixa O tom de voz – ele fala me encarando — Se eu não abaixar você vai fazer o que? – eu pergunto para ele – me contar mais mentiras ? Me contar mais mentiras Imperador? Me fazer mais promessas falidas? Me conta, eu quero saber! Quando ele ia me responder, Rafael abre a porta da boca e a gente se encara. — Miguel está queimando em febre, Maria mandou avisar você Fabiene – ele fala — O que tem meu filho? – eu pergunto — É melhor você ir para casa – eu saio e esuto Imperador — Espera, que eu vou junto! – eu paro e o encaro e apenas assinto e saímos andando. Capítulo 48 Fabiene narrando — O que ele tem? – eu pergunto entrando que nem um furacão e Imperador atrás de mim. — Febre, 39 – Maria fala — É melhor levar ao medico. — Já está baixando, mediquei e dei um banho morno – ela fala – estou achando que é emocional, porque eu examinei ele todo, amanhã de manhã leva ele para fazer exame aqui na Rocinha mesmo, somente para tirar as duvidas. — A febre baixou mesmo? – Imperador pergunta e eu me aproximo me sentando ao lado dele que já estava dormindo — Sim, meu irmão – Maria fala — Obrigada Maria – eu falo para ela — Não precisa agradecer – ela fala sorrindo – eu vou estar lá embaixo e vou dormri aqui, qualquer coisa você me chama, não exite — Pode deixar – eu falo para ela. Ela sai do quarto e Imperador se deita no outro lado da cama ao lado de Miguel e fica ele no nosso meio, eu passo a mão lentamente pelos cabelinhos dele todo suado o que dizia que a febre tinha ido embora, eu olho para Imperador e ele me encara. — Eu preciso tomar um banho, voc~e fica de olho nele? Será rápido – eu falo – ainda estou com a roupa que passei o dia na confeitaria. — Pode ir lá – ele fala. Eu arrumo uma roupa leve e entro no banho para tomar um banho rápido, lavo os meus cabelos o mais rápido possível para tirar o cheiro de alimento, coloco a roupa e quando saio, eu encontro Imperador dormindo com Miguel em cima do seu peito, o mesmo abraçaod em Miguel o segurando com suas duas mãos enormes e Miguel com as duas mãos no pescoço de Imperador, assim como sua cabeça em seu peito. Eu me sento lentamente no lado deles e fico observando aquela cena, olhando tudo bem atenta, meus olhos se enche de lagrima. Quando eu fui embora da Rocinha eu achei que jamais iria viver essa cena novamente, Imperador acorda e me olha, eu o encaro. — Se você quiser ir, pode ir eu fico com ele agora – eu falo para ele — Se você não se importar, eu quero ficar – ele afirma e eu assinto com a cabeça. — Pode ficar – eu falo para ele. Eu pego um outro travesseiro e coloco na cama, assim como pego outra coberta, eu me ajeito na cama para dormir e Imperador fecha os olhos novamente, eu fico ali zelando o sono dos dois e vendo aquela cena. Capítulo 49 Imperador narrando Acordo com meu celular tocando e logo pego ele e desligo, olho para Fabiene e Miguel e os dois estão dormindo abraçados, me levanto com cuidado e vou até o banheiro, pego meu celular e era uma mensagem de um número desconhecido. ‘’ Eu quero mais dinheiro, mas quero o dobro agora. Eu sempre te disse que o meu silencio sairia caro.’’ Eu não respondo, somente bloqueio e saio do quarto, eu desço e encontro Maria. — Bom dia – ela fala — Bom dia – eu respondo indo em direção a prota — Não vai tomar café da manhã? – ela pergunta — Não dá – eu respondo – preciso resolver umas coisas. Antes que ela fale algo eu já saio de casa e vou em direção a boca, lá encontro Rafael quase dormindo, ele acorda quando entro. — Vai descansar – eu falo — Miguel como está? — Melhor – eu falo — Vou lá então. – ele fala – tudo bem? — Sim – respndo – tudo certo essa madrugada? — Tudo certo – ele fala. Ele sai da boca e eu pego meu celular e ligo para o número que eu tinha, — Sua v*******a – eu falo no telefone – já te dei dinheiro suficiente para você ficar longe, ir embora do Rio de Janeiro. — Meu dinheiro acabou, eu preciso de mais! — Daqui não vai sair mais um centavo – eu falo para ela – a não ser um tiro no meio da tua testa, se você tentar vir ao morro, tentar falar com Fabiene,eu atiro um tiro no meio da tua cara. Tu me escutou? — Não é assim que funciona as coisas Imperador – ela fala – você sabe que eu tenho o poder de destruir nas minhas mãos. — Sua filha é uma mulher muito bem resolvida – eu falo para ela — Conheço a Fabiene como a palma da minha mão e eu sei muito bem o que pode destruir ela emocionalmente, quer ser culpado por isso? — Tenta, tenta fazer alguma coisa para cima dela – eu falo no telefone – que eu meto um tiro na tua cara ou melhor te torturo até a morta. — Eu quero mais dinheiro – ela fala – caso ao contrário, eu vou entregar o que eu tenho a Carlos. O negocio para Fabiene vai ficar f**o, muito f**o!!! Você quer pagar para ver? Eu quero meio milhão de reais, em uma semana Imperador. Ela desliga o celular na minha cara eeu me levanto procurando Gabriel, o encontro e ele me encara. — O que foi ? – ele pergunta — Encontra aquela v*******a da Rosa – eu falo para ele – e quando encontrar, me avisa, não deixe ela saber que encontramos ela, me avise na mesma hora. — Porque? – ele pergunta – Porque agora? — Eu quero ela morta mas eu vou m***r ela com as minhas próprias mãos. Capítulo 50 Fabiene narrando Flash black onn — O que você fez? – Minha mãe pergunta e eu a encaro com as mãos cheia de sangue — Eu não fiz nada! – eu respondo — Fez sim – ela fala – ele está morto, porque você o matou? — Eu não matei ele – eu falo nervosa – mãe acredita em mim. — Você matou ele sim – ela fala – você o matou! Sua desgraçada, você o matou. Flash black off Eu dou um pulo da cama nervosa e me sento na cama, minha respiração ofegante, eu olho para o lado pensando que Imperador ainda estava ali, mas ele já não estava, minha pele arrepiada e minhas mãos tremendo, Miguel acaba acordando com o pulo que dei na cama e todo manhoso vem para o meu colo. — Meu amor, eu te amo muito – falo beijando ele – eu jamais vou ser capaz de te machucar, eu vou te proteger de tudo e de todos, eu prometo. Ok? Ele me olha sem entender muito o que estou falando mas abraço ele bem forte, com toda a minha força até que ele reclama e eu solto. Eu dou banho nele, faço seu mama, coloco ele no sofá para olhar desenho enquanto eu tomava o café e organizava umas coisas, depois pego ele e levo ele junto comigo na cafeteria, tinha deixado tudoo pronto, então somente dei a ordem para as meninas que estão trabalhando comigo, fiquei mais com Miguel sentaod na mesa e brincando com ele de desenhar, a produção estava ok e qualquer coisa produzia a noite em casa mesmo para o outro dia. O movimento estava intenso e isso me deixa feliz. Samanta chega no salão e a gente se encara mas logo desvio o meu olhar e olho para Miguel, eu olho um rato passando na frente do salão dela e abro um sorriso pensando em que até isso combinava com ela, uma ratazana. — Fabiene – atendente fala – esqueci de entregar, isso estava na frente do salão quando chegamos – olho uma embalagem de presente — Só pode ser da vaca da Samanta – eu falo Eu pego a embalagem e abro e quando abro, eu me assusto. — O que foi mamãe? Se assustou? — Não é nada, continue desenhando – eu falo. Eu pego o bilhete que estava escrito e parece que o meu pesadelo era um aviso. ‘’ Crucificou Eduardo, mas esqueceu o que fez no passado! ‘’ Eu engulo seco e pico aquele papel, me levanto e jogo aquele presente que era um boneco com um tiro no meio da testa e sangue escorrendo no lixo. E volto a me sentar com Miguel, começo a desenhar com ele mas antes encaro todo o morro, não tinha ninguém de diferente epor aqui, não que eu tivesse percebido.
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