Ludmilla Acordei com o som insistente do telefone vibrando ao meu lado. Minha cabeça latejava, e o cansaço me prendia ao colchão como se meu corpo pesasse uma tonelada. Peguei o celular com dificuldade e atendi, a voz de Camilla ecoando do outro lado da linha como um zumbido distante. — Dormiu bem, irmãzinha? — Camilla perguntou, a voz carregada de uma malícia que me fez estremecer. — Estou sonolenta… — murmurei, tentando afastar a névoa de cansaço que envolvia minha mente. Algo estava errado, meus pensamentos estavam lentos, confusos. — Ótimo, o remedinho que te dei funcionou perfeitamente. Seu desempenho no plano foi muito bom. — A satisfação na voz dela era evidente, como se tudo estivesse correndo exatamente como planejado. A memória da noite anterior começou a se infiltrar na mi

