Ludmilla — Camilla… — A visão da minha irmã em uma cadeira de rodas me golpeia de forma devastadora. Sua aparência abatida e a expressão frágil me causam um aperto no peito. — Milla, me perdoa por tudo o que eu te fiz passar. Por ter armado contra você e o Sebastian, por ter te envolvido nesse caos todo... — A voz dela sai fraca, um sussurro trêmulo. — Shhh, não diga nada agora — murmuro, segurando suas mãos entre as minhas. Elas estão tão frias e frágeis que parecem prestes a se desfazerem em minha pele. Sebastian acaricia os cabelos dela, e eu vejo Camilla sussurrar um “eu te amo” que ecoa pela sala, cheio de um sentimento que me escapa. Não sinto ciúmes, apenas uma tristeza profunda por testemunhar o vazio que a preencheu por tanto tempo. Camilla, essa menina que cresceu sozinha, s

