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A Possessão Do Sottocapo

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Sinopse

Lady Mancini sempre soube que sua vida não passava de um disfarce perfeito para a fachada de família ideal que seus pais adotivos, Mattia e Suelen, tentavam construir. Enquanto Mattia, o patriarca da máfia, demonstrava um afeto genuíno por ela, Suelen a via apenas como um peso, um empecilho em sua busca insaciável por poder e status. Tudo muda drasticamente quando Lady presencia a brutal execução de seu pai – um crime orquestrado por sua própria mãe.

Traída e sem saída, Lady descobre que sua vida agora é parte de uma negociação sombria. Entregue como pagamento a um dos aliados mais cruéis da máfia, ela se vê nas mãos de Luigi Carbone, o impiedoso Sottocapo da 'Ndrangheta. Conhecido por sua frieza e desprezo por vínculos emocionais, Luigi não vê em Lady nada além de um obstáculo em seus planos.

Mas Lady não é apenas uma vítima. Com raízes indígenas marcantes e uma força interior que surpreende até os homens mais poderosos, ela promete lutar pela sua liberdade, mesmo em meio ao caos de um mundo regido por lealdades compradas e traições fatais.

Luigi, acostumado a lidar com inimigos e aliados em pé de guerra, se vê intrigado pela determinação e resiliência de Lady. O que começa como uma relação de puro interesse e conveniência logo se transforma em um perigoso jogo de poder e sedução.

Agora, Lady precisará decidir se confia em Luigi para escapar de um destino c***l ou se luta sozinha contra um sistema que deseja destruí-la. Poderá ela sobreviver em um mundo onde vidas são descartáveis, ou será apenas mais uma peça no tabuleiro impiedoso da máfia?

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Capítulo 1
Lady Era para ser mais um dia normal, mas ao invés disso, meus pais estavam discutindo por causa de uma suposta traição da parte do meu pai. Eu havia acabado de chegar da aula, estava cansada e com muitas dores pelo corpo devido a ansiedade e cólicas. — VOCÊ É UM COVARDE, MATTIA! — Minha mãe gritava descontroladamente a mesma frase repetidamente, enquanto lhe apontava o dedo sem seu rosto, vendo meu pai andar para trás sem reação alguma. — EU POSSO TER TODOS OS DEFEITOS DO MUNDO, SUELEN, MAS INFIEL JAMAIS. — Seu alto tom respondia, tentando se manter forte sem agressividade para tal cena em que se viu posto. Tinha acabado de fechar a porta do meu quarto quando ouvi o som do disparo sendo efetuado, era tiro! Corri o mais depressa que eu consegui e quando cheguei na escada, vi o corpo do meu pai no chão, seu rosto submerso numa poça formada pelo seu próprio sangue e ao lado de Suelen, estava o subordinado do meu pai. Sem pensar duas vezes corri novamente para meu quarto na esperança de fugir, mas antes mesmo que eu pudesse abrir a janela para pular, tive a gola da minha blusa puxada por Suelen e cair em seus pés, batendo a cabeça na quina do criado mudo que estava ali, sentindo o baque do meu corpo contra o chão frio. — Sua bastarda, eu não via a hora de me livrar de você de uma vez. Você arruinou com a minha vida quando o i****a do Mattias decidiu adotar você, com pena, mas quem sofreu todos esses anos mesmo foi eu e mais ninguém além de mim. Sabe o quão insuportável foi ter que aturar você todos esses anos? Aturar ver você sendo mimada, enquanto Mattias não fazia questão de perguntar ao menos como havia sido meu dia, ou como eu estava? — Suelen, eu nunca te fiz nada! Eu não tenho culpa se você encorajava as coisas desse jeito, mas eu sei que meu pai nunca a despertou. Via a forma como ele te tratava bem, confesso que invejei muitas vezes a forma como vocês dois eram cúmplices um do outro... — Respondi baixinho, vendo seus pés chegando cada vez mais próximos do meu rosto, e na defensiva, eu tentava me esconder, mesmo sem saída. — Como não? Você nasceu de uma v***a, isso já é uma coisa horrível. Mas, eu sempre fui uma mulher pacífica, sempre evitei confusões e mais uma vez irei estar fazendo um favor a você. — Eu não era burra, sabia que ela nunca gostou de mim e que, por ela, eu jamais teria saído daquele orfanato. — Podem levá-la, e vejam se não me tragam mais problemas. Podem limpar essa sujeira! Antes que eu pudesse contestar, dois homens entraram no quarto e cada um segurou em meus braços, me arrastando para fora do quarto, onde já tinha um carro esperando ao lado do jardim. — Pode me dizer o que está acontecendo, Suelen? — Gritei passando minha cabeça por baixo do braço do homem que estava à esquerda, tentando me agarrar para me conter. — Estou lhe fazendo um favor, querida. Sua vida agora será baseada em luxúria e comodismo, como sempre gostou. Mas, com pontos diferentes e regras a serem seguidas. Espero que morra e que eu não precise vê-la nunca mais. Esperarei o pagamento até às 18hrs. De repente, meus pulmões começaram a faltar ar e eu estava quase desmaiando dentro do carro quando um dos homens jogou a bombinha ao meu lado. De certa forma eu estava extasiada com tudo o que acabei de ver, não estava conseguindo raciocinar bem as coisas e quando dei por mim, estava com os olhos vidrados na janela do carro como se meu corpo estivesse desligado ou parado de funcionar. Respirei fundo, e mesmo assim estava dormente. Tudo estava passando como um flash em meus pensamentos. Tão de repente, sem explicações e... eu não percebi nada, talvez se eu tivesse sido um puuic mais esperta, há essas alturas meu pai ainda estaria vivo, mas como sempre, eu fui i****a demais pata enxergar os problemas que estava bem na minha frente. — Vê se não dorme, a gente também não quer problemas. Quer uma água? — Um deles sentou ao meu lado e me entregou uma garrafinha de água, agradeci e em seguida bebi quase tudo em um ato desesperado, como se aquilo fosse acabar com o meu sofrimento. Eu vi meu pai morto no tapete da sala, enquanto meus irmãos não deram a mínima para o que estava acontecendo e se mantiveram trancados em seu quarto. — Obrigada! — Voltei a encostar minha cabeça na janela e só então me dei conta que eu não tinha nada aqui, nem celular, nem roupas e nem mais esperanças. Luigi — A única coisa que me interessa é os lucros deste mês, nada mais que isso. — Eu estava nervoso, andando de um lado para o outro enquanto segurava o celular em meu ouvido, em uma ligação com seu melhor amigo, Alec. — Qual é, Luigi? Amanhã vai ser um dia de festa, não está animado? Além disso, o que não vai faltar é mulher bonita! — Enquanto a mãe da sua filha? Ainda não se resolveram? Andam se comendo por todos os lados, pensei que tivesse reatado o casamento. — Sem chances disso acontecer, mudando de assunto; quando é que a tal da Lady vai chegar mesmo? — Não sei! Já que entre vocês dois não tem mais nada, você sabe bem qual deveria ser o destino dela. A gente não trabalha com traições ou traidores, Alec. — Eu sei, mas não posso fazer isso com ela. Mesmo que ela tenha feito o que fez, ela pariu uma filha minha, pela qual eu sou apaixonado e não quero ela envolvida em meu mundo, portanto o melhor é que a Stella cuide dela. Eu não posso fazer isso, Luigi. — Realmente ele não pode, falei sem pensar. — Tudo bem! — Respondi desanimado — Qualquer coisa importante resolva você mesmo, irei largar tudo por aqui pelo resto do dia. Preciso de um descanso, não sou de ferro! Desliguei o aparelho, entrei no escritório e fechei a porta, dando de cara com Paola sentada em minha cadeira, usando uma fantasia de coelhinha e me olhando sorrindo, ela era linda, uma gostosa do c*****o e eu me saciava em seu corpo. — Por que demorou tanto dessa vez? Eu já estava ficando cansada. — Paola mordiscou o lábio e veio até mim, passando a mão por minha gravata e me puxando para mais perto dos seus lábios. — Essa será nossa despedida, nossa última vez juntos, até que você diga que me quer! Há alguns dias nós dois não nos víamos, Paola estava cada vez mais distante e querendo um relacionamento sério, mas eu não estava com a menor vontade de fazer algo desse tipo agora. — Eu te quero muito, Paola, mas não posso me prender a nada agora. — Ela não me olhava e logo se afastou, recolhendo suas roupas que estavam em cima da minha mesa e me estendia a mão, pedindo a chave para abrir a porta. — Não dificulta as coisas agora que estamos nos acertando. Eu gosto de você, gosto dos nossos encontros e… — E o problema é que eu tinha esperanças de que algum dia você mudasse de ideia, Luigi. Eu amo os presentes que você me dá, amo a vida de luxo que você me proporcionou durante todos esses anos, mas já não posso aceitar migalhas. — Isso quer dizer que você não está satisfeita com nós dois? — Hoje eu não tive um bom dia e não estava afim de conversar agora, Paola é livre para escolher o que bem quiser e eu estou pouco me importando para qual será sua escolha. — Eu amei tudo que vivemos, mas estou cansada, Luigi. — Mas, se em algum momento ela pensou que iria se livrar de mim assim tão fácil estava enganada, não com essa fantasia que eu estou ansiando para rasgá-la toda. Após ela vestir sua roupa, retirando apenas as orelhinhas de coelhos e as colocando em sua bolsa. Antes mesmo que ela pudesse sair, segurei em sua mão e a puxei para mim. Enquanto ela se manteve calada e quieta, eu tirei sua roupa, soltei os seus cabelos e a beijei com vontade de luxúria. Mordisquei os b***s rosados de seus s***s e ouvia seus gemidos se intensificaram, enquanto ela puxava meus cabelos, arrancando minha minhas roupas, me jogando na cadeira e sentando em cima de mim, ainda que fosse por cima da calça, meu p*u estava duro e implorando por uma entrada. — Já que essa será a nossa despedida, que façamos valer apenas, meu mel. — Ela retirou minha calça e sentou em cima do meu p*u com força, ela não usava calcinha, nada passa de um tapa sexo. — Eu vou fazer você lembrar de mim sempre que estiver fodendo alguma outra, eu te prometo isso! — Com maestria ela saiu de cima e se ajoelhou a minha frente, segurando meu p*u, ela me fez oral até que eu gostasse em cima dos seus s***s, depois disso, bagunçamos o escritório inteiro…

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