O sol m*l tinha rompido o horizonte quando Marco Santini despertou, o olhar endurecido pela resolução que havia tomado durante a noite m*l dormida. A raiva ainda pulsava forte em suas veias, tão viva quanto no momento em que destruíra o celular horas antes. Seu maxilar estava travado, os músculos da mandíbula contraídos de tensão, como se a qualquer instante ele fosse explodir novamente. Sem perder tempo, ele vestiu-se rapidamente, pegou as chaves da moto e saiu do apartamento no campus. O vento frio da manhã açoitava seu rosto enquanto ele acelerava pelas ruas ainda vazias do campus, como se a velocidade pudesse apaziguar a tempestade que rugia dentro dele. Mas não podia. A dor e a fúria eram como labaredas que consumiam cada pensamento seu, deixando apenas um único propósito em sua ment

