Eva suspirou aliviada quando Carla finalmente fechou o notebook e se espreguiçou no sofá da sala. “Trabalho feito”, disse a amiga, sorrindo. “Acho que a professora vai até elogiar.” “Se não elogiar, eu jogo café no relatório dela”, respondeu Eva, rindo. Carla gargalhou e se jogou contra as almofadas. Eva se levantou e passou a mão nos cabelos. “Vou tomar um banho e me trocar. Marco vem me buscar daqui a pouco para o jantar.” “Vai mesmo dormir lá?”, perguntou Carla com uma expressão marota, mas Eva apenas sorriu, indo em direção ao quarto. “Aham. Mas sem detalhes, curiosa.” Enquanto andava pelo corredor, Eva ainda podia sentir no corpo os resquícios da noite anterior. O desejo intenso, os toques marcados de domínio, a forma como Marco a fazia se sentir viva, inteira, adorada. Ele ti

