Marco entrou no refeitório com o corpo tenso, os músculos pulsando sob a camisa, como se a própria pele m*l conseguisse conter a raiva que crescia dentro dele. O som das bandejas batendo, das conversas cruzadas e das risadas se embaralhava em um fundo incômodo que só alimentava ainda mais o incêndio em sua mente. Ele ignorou completamente a fila da comida. A fome era uma coisa distante naquele momento, um detalhe insignificante comparado ao turbilhão que girava dentro do peito dele. Seguiu até a mesa de sempre, caminhando com passos firmes que soavam como batidas de um tambor de guerra no chão frio do refeitório. Sentou-se sem dizer palavra, o olhar duro como pedra varrendo o ambiente. Quase sem querer, seus olhos buscaram a mesa onde normalmente via os amigos de Eva. Yang, Khaled e Carl

