Ecos da Tempestade

968 Palavras

O céu de Palermo amanhecia encoberto, como se refletisse o clima de tensão que pairava sobre todos. Alessandro estava em sua sala, as mãos entrelaçadas sobre a mesa, encarando os papéis à sua frente, mas sua mente vagava. Desde a emboscada e o retorno de Sofia às sombras do jogo, tudo parecia prestes a desabar — ou se redefinir. Isabella entrou sem bater. Seus olhos estavam cansados, mas firmes, o queixo erguido, como se desafiasse o mundo inteiro a quebrá-la. Alessandro ergueu os olhos e encontrou nela o único ponto de equilíbrio possível em meio ao caos. — Notícias de Lúcio? — ela perguntou, aproximando-se. Ele fez que não com a cabeça. — Desapareceu. Mas tenho certeza de que Sofia o pegou. E isso significa que ela está se movimentando mais rápido do que esperávamos. Isabella apertou

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