Capítulo 12: Primeiro Orgasmo

1086 Palavras
Henry Eu não conseguia me conformar que a única lembrança que me escapara era a mais importante de todas, a noite que estive com Madeleine... ​A única memória que eu tinha dela era uma imagem estática e, por mais tempo que passasse a sós com ela, não conseguia me lembrar de nada. Não me lembrava nem mesmo de já ter provado o seu gosto. O ar condicionado do carro estava ligado no quente, e ela havia retirado o casaco e a touca, o seu cabelo loiro contornava o rosto com perfeição. Madeleine era linda e, em poucos dias, se tornaria minha esposa. ​Sentia-me orgulhoso. Nunca imaginei que me casaria um dia, mas não seria nada m*l dormir todos os dias ao lado de um corpo tão feminino e delicado. A beleza angelical de Madeleine me deixava bobo, mas não o suficiente para não reparar que algo estava errado. ​Eu tinha certeza de que Madeleine estava me enganando de alguma forma e decidi que, não importava como fosse, iria arrancar a verdade dela. Percebia que ela tinha medo de mim, mas ela também tinha desejo, eu notava como seu corpo reagia a mim e gostava disso. Mesmo assim, não cansava de pensar no quanto ela me parecia inexperiente. ​Ela soltou um gritinho quando um pouco de sorvete caiu no seu colo, mais precisamente entre as suas pernas. Eu não perdi tempo, com os meus dedos hábeis, toquei a pele exposta, limpando ao mesmo tempo que a instigava. Meus dedos percorreram suas pernas até encontrar a renda da sua calcinha. Usei a ponta dos dedos para circular o seu sexo, Madeleine gemeu e me encarou. Ela tinha um olhar perdido e, ao mesmo tempo, desejoso. ​— Sexo é perdição, amor — ronronei perto de sua orelha, e Madeleine jogou a cabeça para trás. Suas mãos pequenas agarravam a taça de sorvete com força. ​— Henry... — eu sabia que o meu nome na boca dela era um pedido por mais, e eu lhe daria mais. ​Eu queria aquelas mãos em outro lugar, então, sem pedir permissão, arranquei a taça de vidro dela, abri um pouco a janela do carro e a atirei longe, sem nenhuma cerimônia. Fechei novamente a janela, satisfeito por ter parado o carro em um lugar isolado. O vidro era escuro, mas Madeleine poderia ficar incomodada se tivessem pessoas por perto. ​Voltei minha mão para onde estava, o interior quente das coxas de Madeleine. Ela não me afastou, então continuei minha exploração. Puxei a calcinha para o lado para tocar sua umidade. Queria rasgar aquele tecido de uma vez, mas temi quebrar o encanto e que ela reagisse m*l. Sonhava com o dia em que pudesse tê-la sem me preocupar em ser m*l interpretado, nunca me preocupei com isso antes, mas agora estava desesperado para que ela gostasse de mim. ​Eu era um fodido. Não a deixaria ir embora mesmo se ela resolvesse parar com aquele jogo e decidisse me abandonar. Não entendia o motivo de, mesmo vendo o pavor nos olhos de Madeleine, ela ainda me desejar. Talvez, só talvez, o medo dela não fosse o de ser possuída por mim, e isso era novidade. ​Quando meus dedos encontraram o centro úmido de Madeleine, grunhi um som animalesco. Ela abriu os olhos e me encarou assustada, com as mãos cravadas no assento do carro. ​— Coloque as mãos em mim, Madeleine! ​— Onde eu posso... posso tocar em você? — ela tinha uma inocência que me desmontava. Eu queria as mãos dela no meu m****o, que estava dolorido dentro da calça, precisando de atenção, mas achei melhor não dizer isso. ​— Não pode me tocar nas costas e nem no peito — avisei. ​— Posso segurar nos seus braços? — eu ri e assenti com a cabeça. ​Madeleine agarrou meus braços, enquanto isso baixei o banco dela, deixando-a levemente inclinada. Apoiei o cotovelo no banco e, com cuidado, passei os dedos pelo sexo dela, sentindo o calor e a umidade do seu corpo receptivo. ​Comecei com movimentos suaves, por cima dos grandes lábios, mas quando percebi a respiração dela mudar, intensifiquei o toque. Com firmeza, alcancei o seu botão sensível e iniciei movimentos circulares. Ela se mexeu no banco e gemeu para mim baixinho, com a cabeça escondida em meu ombro. Sem aviso, introduzi um dedo nela e fiquei surpreso ao perceber o quanto ela era estreita, parecia que eu estava com uma garota virgem. ​Continuei bombando um dedo dentro dela enquanto circulava o botão sensível com o polegar. Agora ela gemia sem parar para mim, o som estava me deixando louco. Teria aquela mulher em minha cama ou acabaria enlouquecendo de vez. Coloquei um segundo dedo em sua entrada, ela gritou e tentou escapar. ​— Acalme-se, amor... só mais um pouco... — bombei os dois dedos dentro dela, sentindo suas unhas cravarem em meus braços. Senti a pressão das suas paredes comprimindo meus dedos e ela afastou a cabeça do meu ombro para olhar para mim. ​Madeleine me encarava com um semblante em um misto de emoções, fogo e medo. Mais duas bombadas firmes no seu interior e ela gozou gritando o meu nome. O corpo convulsionava em meus braços, os olhos assustados como se fosse seu primeiro orgasmo. ​Tentei beijá-la, mas ela finalmente me afastou. ​— Chega, Henry! Isso é... é errado. ​Eu me afastei dela e observei enquanto ela se ajeitava no banco, o rosto corado, os olhos arregalados e, ainda assim, incrivelmente linda. ​— Por favor, vamos para casa — ela pediu baixinho. ​Ajustei o banco dela e coloquei a minha camisa, mas deixei todos os botões abertos. Meu corpo estava em chamas, minha cabeça doía. Sabia que parte do calor que sentia era culpa de Madeleine, mas, por outro lado, minha mente me levou direto para o acidente, e senti-me como se ainda estivesse lá, literalmente pegando fogo. A dor e a raiva me tomaram. Sem me virar para ela em nenhum momento, dirigi em alta velocidade de volta para casa. ​Quando estacionei a caminhonete no pátio da minha propriedade, suspirei ruidosamente antes de encarar Madeleine. Eu devia estar com uma expressão mais sombria que o costume, mas não me importei. ​— Madeleine, quero que me conte com detalhes tudo o que houve entre nós! Quero saber como nos conhecemos, onde transamos pela primeira vez e até em quais posições eu te fodi!
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