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Minha Obsessão.

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Sinopse

Maya nunca soube o que era o amor, desde pequena tudo o que ouvia da mãe era as histórias de como tal sentimento poderia ser c***l, a ponto de destruir a vida de alguém.

Um dia, com a intenção de fugir do seu padastro alcoólatra e da violência doméstica que sofre desde pequena, ela decide morar com a vó, no morro onde a mãe morava quando era mais nova.

Ao se sentir culpada pelos atos passados de sua mãe que quase tiveram como consequência a morte da primeira dama da favela, ela promete a si mesma que nunca iria se envolver com ninguém daquele morro.

O que ela não esperava é que uma única noite com o herdeiro do morro pudesse colocar tudo a perder...

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Prólogo
Olá, Bem vindo(a) ao meu mundo imaginário! Meu nome é Driele, pode me chamar de Dri ou de autora mesmo. Antes de começarmos eu quero dá alguns avisos sobre o que você pode encontrar no decorrer da história: 1- Palavras de baixo calão. 2- Cenas de sexo. 3- Cenas de Brigas ou tortura. 4- Violência contra mulher. 5- Bebidas alcoólicas 6- Drogas ilícitas 7- Ciúmes/obsessão 8- Imaturidade dos personagens 9- Alguns erros ortográficos (Por que a autora revisa, mas é lerda) Interação: Eu gostaria muito de pedi para que vocês comentem, votem, marquem o coraçãozinho ou até mesmo indiquem essa história para um amigo(a) que goste do tema. Eu sempre respondo todos os comentários. Sobre a história: Esse é o terceiro livro da obra O Favela e a Mimada, mas vai ser um pouquinho mais sério que os outros, você não precisa ler o 1° ou o 2° para entender a história, mas caso queria saber a história dos pais dos protagonistas, eu recomendo o Primeiro, para saber como a amizade da irmã e do cunhado do protagonista se transformou em amor, eu recomendo o Segundo. Obs: Isso é ficção e a autora NÃO compactua com algumas falas, atitudes e formas de pensar de todos os personagens. ( Eu tenho um i********: com a foto de como eu imagino os personagens, então para todos aqueles que estiverem curiosos é só ir no @autora.bacelar ) Boa leitura!! ________________________________________________________ ________________________________________________________ >> Maya >> — Você está me machucando, Para! — Pedi entre os gemidos de dor causados pelo chute que o mesmo tinha depositado na minha perna a poucos segundos. Me encolhi no canto da sala enquanto os resmungos de ódio do homem da minha frente vagava por todo o cômodo, seguido de um puxão no meu cabelo e do meu corpo sendo atingido por um soco, fazendo com que eu caísse no chão desnorteada. — EU NÃO LIGO! Ele gritou se inclinando para frente enquanto depositava outro um chute na minha costela, olhei para minha mãe que estava largada no chão cheia de hematomas e com alguns ferimentos pelo corpo, complemente inconsciente devido as agressões que sofreu pouco antes de eu chegar em casa. Ela estava cheia de hematomas outra vez e os antigos nem tinham terminado de se cicatrizar ainda, suas lágrimas e seu choro abafado me deram forças para levantar, não tão rápido quanto eu gostaria, mas o suficiente para pular nas costas daquele homem antes que ele pudesse chegar até ela e machuca-lá de novo. — FIQUE LONGE DELA! — Eu mordi o seu pescoço, enquanto prendia minhas pernas na sua cintura me agarrando ao corpo dele, fazendo com que ele rodopiasse algumas vezes e desse socos para trás, fazendo assim com que seu punho agarrasse na minha cabeça diversas vezes. — SUA VAGABUNDA! — Seu movimento brusco me jogou para longe e sua ação logo foi seguida por outra ainda mais violenta, fazendo com que vários cacos de vidros da garrafa que ele jogou no chão ao meu lado atingisse a minha pele, resultando em inúmeros arranhões — c****a MISERÁVEL! Sua raiva tinha aumentado, seus olhos vermelhos por causa da droga e seus dentes podres graças a falta de higiene diária e cocaína se curvaram para mim em um sorriso de descrença. — Fabio, por favor! — Minhas palavras saíram como súplicas enquanto as lágrimas se reuniam abaixo dos meus olhos, eu não queria chorar, não queria dá a ele o gostinho de saber que ele é muito mais forte do que eu e que eu estava morrendo de medo do que poderia vir a seguir, eu lutava todos os dias para que ele não fosse além, por que a forma que ele me olhava me faziam crê que ele não pararia depois de meros tapas. Eu me levantei outra vez, reunindo todas as forças que ainda me restavam e corri em direção a cozinha, sem deixar a dor de ter pisado nos cacos de vidro com os pés descalços me impedisse de algo, eu tinha que colocar um fim nisso. Sem pensar duas vezes, agarrei a faca que minha mãe aparentemente usava minutos atrás para tratar o peixe e apontei para o homem que caminhava em minha direção em passos lentos e firmes enquanto me olhava com uma mistura de nojo e descrença. — Vai me matar? Sua ingrata! — Sua testa franziu enquanto ele pronunciava as palavras entre os dentes. — Se afasta, Fábio! Ou eu juro que te mato — Era quase impossível segurar as lágrimas, por causa da dor que eu sentia enquanto meus pés pisavam no chão e os cacos se afundava ainda mais na minha pele, enquanto eu me sentia suja pelas mãos daquele homem que sempre eram estendidas em minha direção, me segurando com força a ponto de eu não conseguir nem me mexer e fazer comigo o que bem entende toda vez que sentisse a maldita vontade de me bater — Não me obriga a fazer isso, por favor! — Você teria mesmo a coragem de matar a única pessoa que te ama de verdade nesse mundo? Maya, você sabe que tudo isso é para o nosso bem, para a gente poder se amar em paz longe da p**a da sua mãe, você finalmente vai poder ser minha — Ele diz com a voz calma, enquanto percorria o olhar por todo o meu corpo e eu sentia o medo me atingir, medo de que tudo aquilo se repetisse de novo e de novo, dele tentar outra vez e eu não ter forças o suficiente para impedir. Toda vez que eu tentava contar para alguém dos assédios que eu sofria, eu era dada como louca, minha mãe negava dizendo que ele nunca nem havia encostado o dedo em mim, ou que sequer me olhava de uma forma diferente, só para ficar com o homem que ela que ama. Maldito seja o amor! — Olhe para você, m*l consegue segurar essa faca e acha que pode me matar? — Eu mato você sem pensar duas vezes, se você machucar a minha mãe de novo ou encostar em mim — As lágrimas caiam enquanto eu me afastava dele, com a faca apontada para a sua direção e respirando fundo, como se isso pudesse impedir minhas pernas de vacilar a qualquer momento. — Então é isso?! Você não me ama mais? — A voz que antes transbordava raiva tinha se suavizado e agora continha um tom quase melancólico, ele me olha com seus olhos marejados e estende a mão em direção a meu rosto, mas eu estico a faca ainda mais, fazendo com que a sua reação fosse recolher a mão que tinha acabado de estender. — Eu não tô brincando! Eu te mato se você encostar em mim outra vez — A minha voz saiu firme, muito menos do que eu queria, mas o suficiente para que ele soubesse que eu estava falando sério, eu já estava cansada de tudo isso e não me importaria mas quais seriam as consequências dos meus atos caso eu, de fato, tivesse que mata-lo O homem soltou um suspiro de decepção, passou as mãos pelo rosto como se aquele gesto pudesse o acalmar, respirou fundo e olhou para mim com descrença enquanto colocava uma mão em cada lado da sua cintura. — Eu vou sair! — Exclamou entre os dentes, fazendo com que o meu coração se aliviasse um pouco — Não me espere acordada, Gatinha! Deu um de seus sorrisos maliciosos que fez um nó se formar em minha garganta e as lágrimas voltarem a arder os meus olhos, ele olhou para a faca uma última vez antes de sair da cozinha e caminha em direção a porta da sala que ia direto para a rua. Quando eu olhei por cima do pequeno balcão, percebi que a porta tinha sido fechada e que não tinha mais vestígios de sua presença dentro de casa, eu larguei a faca e soltei todas as lágrimas que ainda me restavam enquanto me encolhia no canto do armário. Respirei profundamente e abracei meus próprios ombros na espera de me acalmar, meu pé sangrava e latejava, mas a dor que realmente me incomodava era a que eu tinha dentro da alma, por que a dor física eu sabia que poderia ser esquecida. Eu não tinha mais escolhas, as agressões estavam piores e cada vez mais frequentes e tudo o que eu poderia fazer era sair daqui, tudo o que eu precisava era da resposta da minha vó por que eu ainda não tinha condições de colocar um teto sobre a minha cabeça e ainda pagar as despesas necessárias para sobreviver. E como se Deus estivesse ouvindo os meus pensamentos, eu peguei o meu celular que tinha acabado de apitar graças uma notificação do w******p sinalizando os três áudios que a minha vó havia mandado. Dona Cláudia: Eu não vou sustentar a filha de ninguém, eu disse milhares de vezes para a sua mãe quando ela inventou de se casar com esse miserável que ele não prestava e que era para ela me esquecer quando se arrependesse. Dona Cláudia: Mas como você já tem 18 anos e pode trabalhar, não vejo problemas em te alugar o quarto que era da sua mãe. Dona Cláudia: Desde que você pague certo e não se envolva em problemas com aquela família outra vez. Eu ouvir aquelas mensagem três ou quatro vezes antes de permitir que novas lágrimas escorresse pelas minhas bochechas, mas dessa vez, elas transbordavam alegria. Era a primeira coisa boa que me acontecia a meses e por esse motivo um sorriso se formou em meus lábios, enquanto eu inclinava a minha cabeça contra o balcão e logo começava a rir com os olhos fechados. É muito melhor ter a fama de ladra de marmitex e encarar um lugar onde minha mãe é odiada por todos, do que viver aqui.

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