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1609 Palavras
Capítulo Atibaia narrando Eu atiro para cima quando vejo Persefone batendo na Ursula, arrastando seu rosto no chão. - O que está acontecendo aqui? - Eu pergunto e um vapor segurava Persefone com força porque a mesma tentava se soltar. - essa selvagem - Ursula fala - Já disse que ela tinha que ter sido expulsa do morro, mas o que esperar de uma pessoa que nunca teve ninguém para criar. - cala sua boca sua v*******a - Persefone fala - Você não sabe da minha vida. - todo mundo sabeo que você é. - está querendo insinuar o que? - Eu pergunto - Você é uma v*******a, p********a. - e você que é a p***a de marmita de bandido? - Ela pergunta nervosa Eu atiro para cima mais uma vez fazendo as duas ficarem quietas. — Ursula derrubou todos os brigadeiros que Persefone estava vendendo - Sara fala protegido as amigas - Eu derrubei sem querer - Ursula fala - Sem querer caralhp, eu ia pagar por todos eles. Mas essa selvagem - Ursula se solta eo seu rosto está sangrando - Me machucou, olha meu rosto Atibaia - Ela se aproxima de mim - Ela precisa de um corretivo. Eu olho para Persefone que estava rindo debochada de Ursula. — Joe - Eu falo e ele se aproxima - Leva a Ursula para o hospital. - ok - Ele fala - Você vem comigo - Eu falo para Persefone Persefone, [14/03/2024 15:36] Capítulo Persefone narrando Ele me traz até a boca e eu o encaro. - Ela vai ter que pagar meu prejuízo - Eu falo para ele - você arrastou a cara dela - Ele fala me encarando - a garota está toda machucada. - ela que veio.me provocar e sabe porque isso? Porque você me levou para sua casa aquele dia e ela me viu de lá saindo. Aí ela me pegou para Cristo para me infernizar por sua causa. - foi o que você disse aquele dia - Ele fala me encarando e eu o encaro - Dizendo que a gente estava junto, porque você disse isso aela? - Ela me provocou mas isso não vem ao caso. Eu jamais seria marmita de bandido que nem ela - Eu respondo - Prefiro morrer do que isso. Estou dando um jeito para levantar a grana que te devo, vendendo os meus doces mas ela fez o que? Foi lá e jogou tudo no chao. - e você tinha autorização para vender? - vai fazer o que me deixar careca ? Vai me dar um tiro? Vai mandar me dar uma surra ou vai pagar o prejuízo que sua namorada fez? - Abaixa tua bola garota porque você está falando com o dono desse morro e nao com hma colega sua - Ele fala nervoso. - Você não tem autorização para vender pá, você está errada. - ela que foi lá me provocar não está? - Eu pwgunto para ele - Me ofender, me insultar. Ela está correta e eu como sempre a fodida errada. Eu cruzo o meu braço sem acreditar naquilo. - eu não quero você me dando mais problemas, seu sobrenome é confusão persefone. Estou levando na boa porque a Olivia me pediu. - não preciso que você leve numa boa porque alguém pediu, eu assumo os meus BO. Quer me cobrar, pode.me cobrar mas antes vou quebrar a cara dela como ela merece - Quando me viro para sair ele puxa meu braço e acaba me levando até ele. - você nao vai fazer nada , entendeu? - você não manda em mim - Eu falo olhando para ele em seus olhos e nossos corpos e rostos estão estão próximos. Capítulo 26 Persefone narrando — Parece que agora você só sabe atrair problemas para dentro do meu morro – ele fala me encarando — Você não sabia quem eu era, por isso nunca reparou em mim – eu falo para ele – e deveria ter ficado sem saber. — Ai Duca teria te levado e teria te feito m*l. — Não é para isso que você me trouxe aqui? Para defender a sua namorada ? – eu o encaro — Ursula não é minha namorada — Ah entendi – eu falo – ela é a p**a que você pega a qualquer momento — Mas isso não é problema seu, não deveria se preocupar com meus problemas. — E eu estou me preocupando de certo? Foi sua marmita que veio até mim e derrubou de proposito meus brisadeiros. — Como conseguiu dinheiro para comprar a maconha? — Uma amiga comprou – eu respondo — Com toda a divida que tem na boca? — Eu preciso levantar a grana, eu devo, preciso pagar ou agora você vai me impedir de trabalhar? Ele estava parado bem na minha frente e eu me afasto. — E agora, você via pagar o meu prejuízo? – eu pergunto para ele de braços cruzados – porque eu não vou ficar no prejuízo. — Você só faz m***a – ele fala e eu começo a rir — Eu faço m***a? Aquela maluca – eu falo indignada me aproximando dele – fez tudo aquilo e você coloca a culpa em mim? — Estou falando de tudo, você deve dinheiro para Deus e o mundo, deve até a porcaria das calcinhas, você sabia que Duda me colocou como inimigo dele e agora quer até invadir a p***a do meu morro, eu bati no peito e te defendi e até agora eu não entendi o porque, deveria ter deixado ele te levar, você deve para mim e vive arrumando confusão dentro do morro. — É fácil você dizer isso, você teve seus pais, tem sua mãe – eu olho para ele – tem seus amigos, tem a p***a de família, eu não tenho nada , eu nunca tive ninguém! — O teu prazo diminuiu de vinte para dez dias para pagar essa grana – ele fala me encarando – eu vou te passar a visão somente uma vez. — VocÊ é um m***a, você e sua amiga podem dar as mãos, seus merdas! – eu falo saindo furiosa de dentro da boca. Capítulo 27 Alicia | Yasmin narrando Estava procurando Persefone depois de saber da confusão com Ursula mas não a encontro, até que Joé se aproxima me dando um susto, eu observo ele e ele me encara. — Está procurando Persefone? – ele me encara, toda vez que eu o encarava eu sentia nojo dele, raiva e vontade de m***r. — Estou. Fiquei sabendo que ouve agora. — Atibaia levou ela – ele fala — Para onde? — Para boca. — Porque? – eu pergunto — Ela esfregou a cara de Ursula no asfalto depois dela derrubar as coisas dela. — Meu deus, ele vai machucar ela? — Conhecendo Atibaia como conheço, duvido que machuque ela. — Entendi – eu falo — Você é nova por aqui, não é mesmo? — Já te disse que sim, que estou trabalhando como psicóloga na ong da Ursula. — Eu tenho a impressão que te conheço. — Deve ser somente impressão – eu respondo – eu preciso ir. — Espera – ele fala e eu viro para ele — Está morando onde? – ele pergunta — Na ong – eu respondo — Não vai participar do baile? — Prefiro ir para ong. Ele assente com a cabeça, quando vou descendo, encontro Persefone e ela me encara. — Estava preocupada com você, você está bem? — Estou, está indo para onde? — Dormri – ela fala — Não mesmo, voc~e vem para o baile comigo. — Você vai para o baile? – eu questiono — Sim. — Eu não vou. — Vem, você vem comigo, não me deixe sozinha – Persefone fala . Capítulo 28 Persefone narrando Eu sai daquela boca com muita raiva e me sentindo ainda mais uma m***a, a vida era tão injusta para mim que nem sair da m***a desse morro,e u podia, a não ser que eu pedisse ajuda a alguém, a gente chega no baile e logo encontramos Sara que já estava podre de bêbada e usando d***a, toda hora oferecia para Yasmn que no mesmo momento queria ir embora e recusava qualquer coisa. — Yasmin – Marta chama ela – não achei que iria vir ao baile. — Eu a trouxe – falo rindo — E ai Persefone – Marta fala sorrindo — Só que ela não quer beber nada. — Obrigada meninas, seu estou bem! — Como ela fala bonito – Sara fala – o que você está fazendo aqui mesmo doutora? — A trabalho – Yasmin fala — Eu estou indo embora, quer ir? – Marta pergunta ela — Sim, depois nos falamos Persefone – Yasmin fala e eu assinto com a cabeça. Eu e Sara continuamos bebendo e se drogando, eu pego meu celular e mando uma mensagem para o João Ferraz, dizendo que queria o encontrar, e não demorou muito para ele me responder que ele também queria e estava esperando me chamar. — É arriscado você sair do morro – Sara fala – ainda mais da forma que você está. — Eu marquei com ele e eu vou – eu falo para ela. — Persefone – Sara fala. — Eu me viro. Eu saio para fora mas a d***a começa a fazer efeito e eu fico tonta, bem tonta, mas continuo descendo, eu vou até onde eu marquei de encontrar ele, quando entro no quarto ele já está me esperando. — Persefone – ele fala me olhando – eu fiquei te esperando pro dias para me ligar – eu abro um sorriso para ele.
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