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1535 Palavras
Capítulo 31 Persefone narrando Eu acordo e escuto vozes, eu olho para sacada e vejo João Ferraz no celular, eu fico prestando atenção no que ele estava falando. — Fique tranquilo, vamos vingar a morte de Fabianinho – ele fala no telefone – não vamos deixar barato para Atibaia e nem para ninguém que more naquele morro vai ficar vivo, se duvidar! Eu levanto e vou até o banheiro, eu tinha pegado a minha bolsa e começo a mandar mensagem para Sara, eu fico nervosa, me visto rapidamente e quando estava na porta ele me chama. — Não vai nem receber? – ele pergunta – porque tanta pressa? — Estou atrasada, minha mãe está me esperando – falo rapidamente. — Espera – ele fala abrindo uma gaveta e pegando o dinheiro – aqui sua grana, mas antes quero deixar marcado o próximo encontro. — Marcamos por mensagem, pode ser? – eu pergunto para ele e ele me encara — Claro – ele fala. Eu me despeço dele e saio dali, pego um táxi até perto do morro e entro no morro, algumas pessoas estão me encarando e comentando sobre tudo que aconteceu na noite anterior, eu passos por todas de cabeça erguida e quando entro no quarto, eu levo um susto, vendo Atibaia me esperando. — Onde você estava? – ele pergunta me encarando – eu não te dei uma ordem que você não poderia sair do morro. — E eu vou viver trancada aqui? — Eu acabei com a minha parceria com Duda pr sua causa – ele fala e eu o encaro – e ele te deixou bem claro que se tu saísse do morro, ele te mataria! E você faz o que? Pega e sai do morro. — Fui dar somente uma volta para esplarescer? — Quanto você ganhou? – ele pergunta e eu o encaro — Não estou entendendo. — VocÊ foi fazer programa, quanto voce~ganhou ? – ele pergunta me encarando — Não é o suficiente para pagar a minha divida – eu falo para ele e ele me encara. — Nada que você faça será suficiente para pagar a p***a da tua divida – ele fala me encarando – eu não entendo, como você pode ser tão imatura a ponto de só fazer m***a Persefone. Você não tem medo de morrer não c*****o? — Não – eu respondo para ele – eu não tenho esse medo – eu falo para ele e ele me encara. Capítulo 32 Atibaia narrando Quando eu ia falar alguma coisa, Olivia entra no quarto. — Atibaia me segue por favor – ela fala Eu olho para Persefone e a mesma me encara, depois eu saio do quarto e encontro Olivia. — Eu só não atirei nesssa garota ainda porque você me pediu. — Atibaia, por favor ! – ela fala me encarando – Persefone é uma menina, sozinha e imatura. — Me desculpa, mas ela é a arrogância em pessoa, prepotente, debochada, irônica. Se eu não considerasse a senhora como a minha mãe, ela já tinha morrido a muito tempo. — Deixa eu pagar a divida dela – ela fala — Nem pensar, a senhora não vai gastar um dinheiro com essa garota – eu falo para ela — Eu te imploro que não faça nada contra ela – ela fala – por favor, não faça nada contra ela! — Eu não vou te prometer mais nada, ela só está arrumando confusão no meu morro e eu já estou de saco cheio disso – eu falo para ela — Atibaia – ela fala – por favor, Atibaia. Eu te ajudei, eu te criei, eu fiz tudo por você. — Eu a considero como a minha mãe, mas não posso ficar aqui passando a mçao na cabeça de uma garota qualquer, daqui a pouco o morro todo está comentando sobre isso e ai vão começar a debochar de mim. — Atibaia – ela fala — Chega Olivia – eu falo para ela – meu morro não é circo. Eu saio de dentro do bar e vou em direção a boca, encontro Joé entrando na boca e ele me encara. — Investiga essa Persefone – eu falo para ela – ver se vale a pena deixar ela viva. — Mudou de idéia? — Estava indo no papo da Olivia, mas essa garota não quer ajuda – eu falo – tem que se ferrar mesmo. — Vou investigar – ele fala. Capítulo 33 Persefone narrando Eu acordo com muita dor de cabeça e um pouco pensativa em relação a tudo, alguém bate na porta e temo ser Atibaia mas era Olivia. — Precisamos conversar – ela fala — O que aconteceu? — Persefone eu smepre te dei moradia, ajuda e tudo – ela fala – mas você está me causando problemas de mais. — Dona Olivia – eu falo para ela – por favor. — Não tem como mais me pedir por favor, já passei a mão de mais em sua cabeça e somente me ferrei – ela fala – agora além do meu filho tenho Atibaia no meu pé o tempo inteiro, você está causando problemas no morro, para ele e entre eles, e ele não esta feliz com isso. — Para onde eu vou? – eu pergunto para ela — Arrume suas coisas, vai para casa de sua amiga, de um jeito – ela fala – eu só não posso mais ter problemas por sua causa. — Dona Olivia, por favor eu te imploro – eu falo para ela — Persefone eu sempre conversei com você, te dei ajuda, pedi para você não se meter em confusão, te dei todas as oportunidades e você só causou confusão, você precisa crescer um pouco, amadurecer ainda mais – ela fala – mas infelizmente, se você continuar aqui, quem terá problemas será eu e eu naõ quero problemas. Pegue suas coisas e saia até depois do meio dia. Eu ligo para Sara mas ela naõ me atende, eu olho a minha mochila e coloco as minhas poucas coisas ali, então saio da casa de Olivia, olho para o bar mas não tinha nada ali, saio andando pelo morro com a minha mochila, vou até a casa de sAra. — Persefone – Sara fala quando me ver — Não tenho para onde ir. — Como assim? — Olivia me tirou da casa dela – eu falo – por ordem do Atibaia, acredito — Ela não pode fazer isso – ela fala – você mora lá. — A casa é dela, ela pode – eu respondo – posso ficar aqui? — Mdu pai foi até São Paulo mas deve voltar em alguns dias, até lá você pode, depois você sabe que el não vai deixar. — É só ate eu arrumar um lugar – eu falo para ela — Que lugar mulher?tu tá prometida de morte por todos os lados – ela fala me encarando – vem entra – ela ver alguns vapores nos observando – melhor entrar. Capítulo 34 Atibaia narrando Eu estava na boca de boa, somando uma mercadoria que estava para chegar, os vapores junto de Castro foram buscar ela e fazer a segurança para que ela chegue em segurança para cá, precisava produzir ainda mais para o próximo baile, teria cantor das grandes por aqui e iria subir muita gente do asfalto para consumir as drogas aqui e curtir o baile da favela, tinha que estar tudo no esquema. Joé entra na boca, com uma quantia boa de dinheiro na mão. — Foi só dar uma prensa em quem estava devendo que a grana apareceu – ele fala colocando em ci,a — E a Persefone pagou? — Não – ele fala se sentando e acedendo um baseado – e você já sabe o que vai fazer com ela quando o prazo acabar? — O que a gente faz com quem deve e não paga? — Você sabe que ela não tem grana e nem vai conseguir esse dinheiro, Olivia expulsou ela do bar agora pouco – ele fala – saiu somente com a mochila pedir ajuda a amiga, mas tu sabe pai de Sara gosta dela não, quando voltar vai ter para onde ir e nem onde dormir — Para onde ela vai , ela não precisa de cama para dormir se caso não pagar a minha divida. — Com tudo que ela já armou no morro, não matou ela ainda porque? — Para dar exemplo para os outros – eu respondo — Tu já dá exemplo suficiente , te conheço Atibaia, se fosse outro ou outra já teria rodado a muito tempo – ele fala — Agora vamos falar de um assunto bem sério – eu falo olhando para ele – e o paradeiro daquela herdeira que Fabianinho falou, cadê e onde? — Nada – ele fala – ninguém sabe dessa herdeira aqui no morro não, já falei com as mais antigas, os mais antigos, ningu[em sabe nem da existência dela. Quer saber o que eu acho? – eu o encaro – que ele meteu o caó para cima de nós para te deixar pilhado depois da morte dele e você caiu que nem um pato! Eu olho para Joé, e continuo contando a grana.
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