Persefone, [26/03/2024 23:50]
Capítulo 41
Persefone narrando
Quando tudo se calma e a gente percebe que as coisas viram tranqulas no falado de fora eu e Sara nos levantamos mas a gente m*l sabia o que vinha pela frente que seria muito mais turbulento.
— Acho que está tudo calmo – ela fala – bom – ela encar aa janela – muitos corpos no chão.
— Vapores? Moradores? – eu pergunto
— Muito mais policial – ela fala – poucos vapores, você sabe Atibaia não entra em uma guerra para perder a guerra e nem os seus.
— João ferraz me viu – eu falo e ela me encara
— Não acredito – ela fala – ele sabe quem é você?
— Não sabe meu nome, eu acho – eu olho para ela – mas e agora? E se ele deixa vazar que eu sou uma moradora do morro e me envolvia com ele?
— E tu acha que ele vai querer que os outros descubra que ele paga g****************a, até casado ele é – ela fala
— Ele é casado? – eu pergunto
— Sim – ela fala – nunca viu reportagem?
— Não presto atenção nisso – eu respondo
— Deveria – ela fala – ficaria por dentro de muita coisa.
— E agora? – eu pergunto
— Como veio parar aqui em segurança?
— Primeiro um policial me pegou e Atibaia o matou.
— Ele te defendeu Persefone? – ela pergunta
— Não, ele matou o policial. – ela me encara
— Tem muita coisa estranha sabe – ela fala – tu deve grana, ele te protege daquele Duda e agora mata um policial para te proteger. To achando que Atibaia tá doido por você.
— Só se for para me dar um tiro no meio da testa, ele me odeia e da para ver na cara dele isso.
— E você já sabe o que vai pensar?
— Esperar o dia da minha morte chegar? – eu pergunto para ela – não sei, não tenho grana nem para comprar uma calcinha quem dirá pagar uma divida.
— E agora João Ferraz sabe quem você é – ela fala – vai ficar meio perigoso se encontrar com ele.
— Isso nunca mais – eu falo para ela – nunca mais, isso vai acontecer!
A porta da sala é aberta e o pai de Sara entra, ele ver nos duas juntas e nos encara.
— O que essa garota está fazendo na minha casa? – ele pergunta me encarando
Persefone, [27/03/2024 00:48]
Capítulo 42
João Ferraz narrando
Eu chego na delegacia cuspindo fogo, nossa operação tinha falhado totalmente e eu não conseguia acreditar em uma coisa dessa.
— Nada do carregamento? – eu pergunto nervoso
— Eles conseguiram levar para o morro – o policial fala
— Filhos da p**a!
— Seu informante no morro estava certo disso? Que o carregamento chegaria hoje? – o delegado pergunta
— Ela disse que sim – eu respondo
— Então é uma mulher?
— Não interessa – eu respondo – Mas falando em mulher, quero que puxe a lista de moradores do morro do Atibaia, quero que encontre todas as Marianas e me mande mensagem.
— Pode deixar – o policial fala
— Quem é Mariana? – ele pergunta
— Uma mulher ai – eu respondo – quero saber identidade dela.
Eu ligo para o número que eu tinha dela e nada, caia nqa caixa postal direto, agora chego a conclusão que ela tinha sido enviada para se envolver comigo pelo morro e que ela não era nada inocente do que parecia ser.
Era somente mais uma v*******a que morava naquela m***a daquele morro.
Eu entro em casa e encontro Clarissa colocando a mesa para jantar, ela sorri quando me ver.
— Achei que chegaria mais tarde – ela fala sorrindo – até coloquei Bella para dormir, ela queria muito te ver. Dormiu chamando o papai.
— O meu dia foi difícil – eu falo para ela.
— Você estava junto na invasão da Rocinha?
— Que eu comandei -e u falo para ela e ela me encara.
— E nem me avisa nada?
— Não queria te preocupar meu amor – eu falo para ela – eu vou tomar um banho.
— Vai, eu vou colocar a comida na mesa.
— Vou passar dar um beijo em Bella – eu falo para ela e ela assente com a cabeça.
Persefone, [27/03/2024 12:27]
Capítulo 43
Persefone narrando
Eu olho para ele e Sara se coloca na minha frente.
— Pai ela não tem para onde ir – ela fala para ele – deixe que ela fique aqui pelo menos essa noite.
— Eu já disse minha filha essa garota não é de confiança, ela não é para ser sua amiga. Já falei que quero você afastada dela – ele fala
— Calma pai, Persefone é uma boa garot!
— Não é – ele fala – eu não quero ela aqui, vai para rua que é seu lugar sua v*******a!
— Você me chama de v*******a porque você foi um dos homens que me estuprou quando eu era somente uma criança – eu falo para ele – Não se preocupe, que eu não quero ficar no mesmo lugar que voc~e.
— Persefone – sara fala
— Você deveria fazer o msmo – eu falo para ela – ir embora dessa casa.
— Sua v*******a, some daqui! – ele fala – anda, sua p**a!
Eu saio da casa de Sara e Sara vem atrás de mim com a minha mochila.
— Está anoitecendo, você vai para onde amiga?/ - ela pergunta – é perigoso.
— Relaxa Sara, já dormi muito por esse morro – eu falo para ela – eu me viro!
— Amiga – ela fala – me eprdoa pelo meu pai
— Não precisa pedir desculpa, seu pai é um velho nojento, deveria sair dali também – eu falo para ela – vai para lá, não quero que ele brigue com você.
— Sua mochila e seu dinheiro – ela fala
— Obrigada.
— Fica bem – ela fala
— Eu vou ficar.
Estava anoitecendo mesmo, eu passo na frente do bar da Olivia e estava cheio como sempre, ela me encara e eu a encaro mas continuo andando, eu conhecia cada canto como a palma dessa mão , eu paro e compro 2 churrasquinho por 5,00 reais estava morrendo de fome, mas com muita fome mesmo.
Depois eu procuro algum lugar para dormir, encontro um beco, eu abro a minha mochila e vejo que Sara colocou uma coberta, eu me deito atrás de uma lixeira e abraço a minha mochila e acabo adormecendo, o chão era que nem colchão para mim, já que eu estava acostumada a dormir assim.
Eu acordo assim que o sol brilha, eu me sento ali atrás e eu estava louca para ir ao banheiro, precisava também de um banho, eu me levanto rapidamente e vejo a Ong, eu entro na ong e logo Ursula vem em minha direção.
— O que você está fazendo aqui dentro? – ela pergunta – quer o que garota?
— Eu preciso tomar um banho, usar ao banheiro.
— E o que eu tenho haver com isso? – outras pessoas que trabalham na ong param para ver.
— Ué, isso é uma ong para ajudar quem precisa – eu falo e ela me encara – naõ é mesmo pessoal? Eu estou dormindo na rua e preciso tomar um banho e usar ao banheiro, não é para isso que a sua ong serve?
Ela me encara com raiva, mas Yasmin|Alice se aproxima.
— Pode deixar que eu levo ela Ursula – ela fala – melhor a gente não arrumar fofoca. – ursula assente com a cabeça.