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1297 Palavras
Persefone, [26/03/2024 23:50] Capítulo 41 Persefone narrando Quando tudo se calma e a gente percebe que as coisas viram tranqulas no falado de fora eu e Sara nos levantamos mas a gente m*l sabia o que vinha pela frente que seria muito mais turbulento. — Acho que está tudo calmo – ela fala – bom – ela encar aa janela – muitos corpos no chão. — Vapores? Moradores? – eu pergunto — Muito mais policial – ela fala – poucos vapores, você sabe Atibaia não entra em uma guerra para perder a guerra e nem os seus. — João ferraz me viu – eu falo e ela me encara — Não acredito – ela fala – ele sabe quem é você? — Não sabe meu nome, eu acho – eu olho para ela – mas e agora? E se ele deixa vazar que eu sou uma moradora do morro e me envolvia com ele? — E tu acha que ele vai querer que os outros descubra que ele paga g****************a, até casado ele é – ela fala — Ele é casado? – eu pergunto — Sim – ela fala – nunca viu reportagem? — Não presto atenção nisso – eu respondo — Deveria – ela fala – ficaria por dentro de muita coisa. — E agora? – eu pergunto — Como veio parar aqui em segurança? — Primeiro um policial me pegou e Atibaia o matou. — Ele te defendeu Persefone? – ela pergunta — Não, ele matou o policial. – ela me encara — Tem muita coisa estranha sabe – ela fala – tu deve grana, ele te protege daquele Duda e agora mata um policial para te proteger. To achando que Atibaia tá doido por você. — Só se for para me dar um tiro no meio da testa, ele me odeia e da para ver na cara dele isso. — E você já sabe o que vai pensar? — Esperar o dia da minha morte chegar? – eu pergunto para ela – não sei, não tenho grana nem para comprar uma calcinha quem dirá pagar uma divida. — E agora João Ferraz sabe quem você é – ela fala – vai ficar meio perigoso se encontrar com ele. — Isso nunca mais – eu falo para ela – nunca mais, isso vai acontecer! A porta da sala é aberta e o pai de Sara entra, ele ver nos duas juntas e nos encara. — O que essa garota está fazendo na minha casa? – ele pergunta me encarando Persefone, [27/03/2024 00:48] Capítulo 42 João Ferraz narrando Eu chego na delegacia cuspindo fogo, nossa operação tinha falhado totalmente e eu não conseguia acreditar em uma coisa dessa. — Nada do carregamento? – eu pergunto nervoso — Eles conseguiram levar para o morro – o policial fala — Filhos da p**a! — Seu informante no morro estava certo disso? Que o carregamento chegaria hoje? – o delegado pergunta — Ela disse que sim – eu respondo — Então é uma mulher? — Não interessa – eu respondo – Mas falando em mulher, quero que puxe a lista de moradores do morro do Atibaia, quero que encontre todas as Marianas e me mande mensagem. — Pode deixar – o policial fala — Quem é Mariana? – ele pergunta — Uma mulher ai – eu respondo – quero saber identidade dela. Eu ligo para o número que eu tinha dela e nada, caia nqa caixa postal direto, agora chego a conclusão que ela tinha sido enviada para se envolver comigo pelo morro e que ela não era nada inocente do que parecia ser. Era somente mais uma v*******a que morava naquela m***a daquele morro. Eu entro em casa e encontro Clarissa colocando a mesa para jantar, ela sorri quando me ver. — Achei que chegaria mais tarde – ela fala sorrindo – até coloquei Bella para dormir, ela queria muito te ver. Dormiu chamando o papai. — O meu dia foi difícil – eu falo para ela. — Você estava junto na invasão da Rocinha? — Que eu comandei -e u falo para ela e ela me encara. — E nem me avisa nada? — Não queria te preocupar meu amor – eu falo para ela – eu vou tomar um banho. — Vai, eu vou colocar a comida na mesa. — Vou passar dar um beijo em Bella – eu falo para ela e ela assente com a cabeça. Persefone, [27/03/2024 12:27] Capítulo 43 Persefone narrando Eu olho para ele e Sara se coloca na minha frente. — Pai ela não tem para onde ir – ela fala para ele – deixe que ela fique aqui pelo menos essa noite. — Eu já disse minha filha essa garota não é de confiança, ela não é para ser sua amiga. Já falei que quero você afastada dela – ele fala — Calma pai, Persefone é uma boa garot! — Não é – ele fala – eu não quero ela aqui, vai para rua que é seu lugar sua v*******a! — Você me chama de v*******a porque você foi um dos homens que me estuprou quando eu era somente uma criança – eu falo para ele – Não se preocupe, que eu não quero ficar no mesmo lugar que voc~e. — Persefone – sara fala — Você deveria fazer o msmo – eu falo para ela – ir embora dessa casa. — Sua v*******a, some daqui! – ele fala – anda, sua p**a! Eu saio da casa de Sara e Sara vem atrás de mim com a minha mochila. — Está anoitecendo, você vai para onde amiga?/ - ela pergunta – é perigoso. — Relaxa Sara, já dormi muito por esse morro – eu falo para ela – eu me viro! — Amiga – ela fala – me eprdoa pelo meu pai — Não precisa pedir desculpa, seu pai é um velho nojento, deveria sair dali também – eu falo para ela – vai para lá, não quero que ele brigue com você. — Sua mochila e seu dinheiro – ela fala — Obrigada. — Fica bem – ela fala — Eu vou ficar. Estava anoitecendo mesmo, eu passo na frente do bar da Olivia e estava cheio como sempre, ela me encara e eu a encaro mas continuo andando, eu conhecia cada canto como a palma dessa mão , eu paro e compro 2 churrasquinho por 5,00 reais estava morrendo de fome, mas com muita fome mesmo. Depois eu procuro algum lugar para dormir, encontro um beco, eu abro a minha mochila e vejo que Sara colocou uma coberta, eu me deito atrás de uma lixeira e abraço a minha mochila e acabo adormecendo, o chão era que nem colchão para mim, já que eu estava acostumada a dormir assim. Eu acordo assim que o sol brilha, eu me sento ali atrás e eu estava louca para ir ao banheiro, precisava também de um banho, eu me levanto rapidamente e vejo a Ong, eu entro na ong e logo Ursula vem em minha direção. — O que você está fazendo aqui dentro? – ela pergunta – quer o que garota? — Eu preciso tomar um banho, usar ao banheiro. — E o que eu tenho haver com isso? – outras pessoas que trabalham na ong param para ver. — Ué, isso é uma ong para ajudar quem precisa – eu falo e ela me encara – naõ é mesmo pessoal? Eu estou dormindo na rua e preciso tomar um banho e usar ao banheiro, não é para isso que a sua ong serve? Ela me encara com raiva, mas Yasmin|Alice se aproxima. — Pode deixar que eu levo ela Ursula – ela fala – melhor a gente não arrumar fofoca. – ursula assente com a cabeça.
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