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Persefone, [27/03/2024 14:28] Capítulo 44 Atibaia narrando Eu saio do morro do Atibaia e vou até o morro do Alemão, comandado pelo meu parceiro Wesley, eu estaciono a moto na frente da boca e já cumprimento os parças. — E ai Espinafre – falo para ele — Por aqui – ele fala – Wesley está lá dentro junto com JN. — Valeu. Espinafre era o gerente da boca do morro do Alemão, Wesley era o dono e Jn que era seu irmão era o sub do morro, eu entro e eles me encaram. — Atibaia, estava esperando você por aqui – Wesley fala me encarando — Você sabia que uma hora eu ia vir. — Com tudo que está acontecendo, não é a primeira vez que o seu morro é alvo de algo, não é mesmo? – ele pergunta — João Ferraz. – eu falo — O nome do demônio – Jn fala acendendo um baseado – esse aí gosta de dar trabalho. — Eu vi as reportagens, entraram com tudo no teu morro — Mas saíram que nem umas cadelas no cio – eu falo – muitos policiais abatidos. — Vi que você fez a boa ação de deixar a família deles enterrarem os corpos. — Mas agora que vem o problema Wesley – eu falo – eles vão vir para o meu morro com tudo. Eu preciso da sua ajuda. — Me diga exatamente e que você precisa – ele fala. — Você sabe a história da herdeira do morro do Atibaia? – eu pergunto — É só o que fala na facção – Wesley fala — É isso que eles descobrirem – eu falo – quem é a garota para me atingir. — E como você quer minha ajuda? — Matei o Fabianinho e a esposa e nenhum dos dois abriram a boca, e ainda tem isso, eles querem vingança – eu falo – quero ajuda de vocês para descobrir quem é ela. — E depois de descobrir quem é ela? – ele pergunta — Eu quero m***r ela! – eu afirmo – assim ninguém vai ter motivo para me ameaçar com mais nada, quero acabar com João Ferraz e com toda a sua corja, e no final, a gente afirma a nossa parceria. — Que você nunca quis afirmar – ele fala — Mas você sabe que a parceria entre nossos morros irá beneficiar muito ambos – eu falo para ele e ele me encara — Eu vou atrás da ficha do João Ferraz – Wesley fala – descobrir mais sobre ele e vou tentar descobrir sobre essa herdeira, se tiver pistas me passa, se alguém mais velho souber de algo, você será o primeiro a saber. Persefone, [27/03/2024 17:39] Capítulo 45 Alicia| Yasmin narrando Persefone sai do banheiro e eu sorrio para ela. — Porque você está dormindo na rua? – eu pergunto e ela me encara. — Eu não tenho para onde ir na verdade – ela fala — Mas, você não tem nenhum parente, nem nada? Você não dormia no bar da Olivia? — Ela me tirou de lá, acho que foi Atibaia que mandou – ela me responde – mas fica tranquila, eu me viro. — VocÊ já tomou café? – eu pergunto e ela me encara — Eu ainda não, mas vou comprar algo, tenho uma grana aqui – ela fala – vai dar ainda para comer algo. — No que posso te ajudar Persefone? — Yasmin, fique tranquila. Acho que eu posso t e ajudar ficando distante de você – ela fala me olhando – sou uma bomba que quando estoura machuca muita gente. — Persefone – eu falo e ela sorri — Obrigada pelo banho quente e pelo banheiro. — Pode vir toods os dias se quiser – eu falo para ela. — Obrigada, mas não quero te prejudicar na ong. Ela sai andando e depois Ursula me chama até a sala dela, já prevejo que ela queria me chingar ou algo do tipo por ter ajudado a Persefone, então entro lá e ela me olha. — Queria falar comigo? – eu pergunto para ela. — Sim – ela fala – é sobre o que aconteceu mais cedo. — Sei que tem suas diferenças com ela mas não podia – ela me interrompe — Quero te agrafdecer – Ursula fala – eu já até imagino quais seriam os comentários pelo morro, iriam me rebaixar lá embaixo. Quero te agradecer por ter tomado a frente e ter feito a coisa certa. — Não precisa agradecer, estou aqui para isso – eu falo sorrindo – sou psicóloga e entendo todos os lados. — Obrigada – ela fala. Eu saio da slaa e dou um sorriso, estava pegando confiança das pessoas, pego meu celular e tinha uma mensagem de João Ferraz, ele não sabia quem eu era , apenas dava as informações que eu queria, mas agora não era a hora de responder ele. Eu precisava tentar ajudar Persefone de alguma forma, sei que subi o morro para usar ela no meu plano, mas no fundo não queria ver ela m*l, eu queria ver ela sendo dona de tudo isso, não me importa quantas pessoas eu tenha que prejudicar aqui dentro, a minha vida foi prejudicada. — O que você faz aqui? – Joé pergunta — Eu quero falar com Atibaia – eu falo — Ele não está! – ele fala, eu olho para ele e seu olhar firme me encarando me deixa meio assustada. – O que seria? — Seria somente com ele! – eu afirmo e ele me estreita os olhos — Ele deve chegar mais tarde, mas já aviso. Atibaia não dar ouvido para pouca coisa, ele é muito ocupado aqui no morro e para falar a verdade ele nem vai querer te escutar – ele fala – quer arrumar confusão doutora? — Não quero arrumar confusão – eu falo – mas quero te agradecer por ter me ajudaod durante a invasão – ele me olha – eu poderia ter morrido. — Não fiz nada mais do que a minha obrigação, sou bandido, mas preservamos a vida dos nossos moradores – eu olho para ele e suas palavras me ecoam no ódio. — Persefone – eu olho para ele e ele me encara – está na rua — E o que a gente tem haver com isso? — Não há uma maneira de ajudar ela? – questiono — Ela deve horrores dentro do morro – ele fala – Atibaia vai ajudar ela dando uma cama de madeira para ela ainda mais rápido. Eu o encaro e me aproximo dele. — Ela não merece isso – eu falo olhando nos olhos dele. — Não é você que escolhe o que ela merece ou não, é a lei do morro – Joé fala me olhando – se já acabou, pode ir embora! – eu olho para ele e assinto com a cabeça. Persefone, [27/03/2024 20:12] Capítulo 46 Persefone narrando Eu tinha passado o dia fazendo algumas coisas no morro, ajudando a pintar uns muros, limpando uns terrenos de morador, estava morta de cansada mas tinha ganhando um dinheiro. Passei o dia pensando e se eu tentasse sair do morro? Se eu tentasse ir embora? Será que eu conseguiria? Ser´que Duda me pegaria ou até mesmo João Ferraz? Se eu conseguisse pegar um ônibus e ir para bem longe, eu me viraria e recomeçaria a minha vida do zero, mas tinha medo de sair do morro e não conseguir dar um passo para fora. — Eu te procurei por todo canto – Yasmin fala se aproximando – eu te trouxe uma janta gostosa que eu mesmo preparei na ong. — Obrigada – eu falo me sentando – naõ comi nada o dia todo, estava morrendo de fome. — Que bom , então acho que acertei – ela fala sorrindo – Ursula não deve ir amanhã na ong, não quer dormir lá? — Não – eu respondo – agradeço, mas não quero te arrumar problemas, já arrumei problema spara muitas pessoas inocentes. — Relaxa – ela fala – sou sua amiga, amigas são para isso? — Persefone – Sara fala — Oi. — Eu estava te procurando, vim te trazer algo para comer – ela fala — Obrigada Sara, Yasmin acabou me trazendo, mas comida nunca é de mais. — Claro – Sara fala sorrindo – fiquei preocupada com você. — Bom – Yasmin fala – se mudar de ideia pode ir a ong, estou lá. Eu vou indo meninas, tchã. — Obrigada Yasmin por tudo – eu falo sorrindo ela assente e depois se despede. — Ela é muito querida né? – Sara pergunta — Está com implicância com ela? – eu pergunto — Do nada chegou no morro, virou amiga de todo mundo, sua amiga – ela fala -s ei não, tem cara de x9. — Ela é só uma moradora normal, relaxa – eu falo – e você como está? — Meu pai me chingou horrores, não queria me deixar sair de casa – ela fala – minha vida é sinceramente um inferno — Sinto muito por ter causado problemas. — Não precisa se desculpar, precioso ir meu pai está na minha cola – ela fala – depois nos encontramos? — Sim. — Vai ficar bem? — Vou – respondo sorrindo – fica tranquila. Ela sai e eu termino de comer, Sara tinha me trazido um super sanduiche, eu estava sentada na quadra e pensando em um canto para dormir, estava com bastante dor nas costas e no corpo, vou até o mercado e comrpo uma água para poder usar o banheiro e depois vou para o beco. Aqui no morro tinha wi fi liberado e tinha conseguido carregar meu celular um pouco, me ajeito para dormir. Quando acordo, me levanto no susto quando vejo minha mochila , alguém mexeu e roubou minha grana, fico nervosa. Roubo no morro é crime! Saio que nem um furacão para boca, para denunciar era a única grana que eu tinha!
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