Era a tia Juliana, sentada no banco da carroça como uma rainha, com seu vestido preto de sempre, e na porta de casa... p***a, o primo João. Aquele filho da p**a sorridente que adorava fuçar onde não era chamado. — Olá, meu sobrinho mais velho! — a tia gritou, estendendo os braços como se esperasse que eu fosse correr pra abraço. — Vim passar uns dias com vocês! Meus dentes cerraram sozinhos. "Como vou manter a Laysla nua com essa corja em casa?" Era tudo que eu conseguia pensar enquanto ajudava a velha a descer. Ela cheirava a talco e mentol, igual sempre. — Que surpresa, hein tia? — menti, fingindo alegria. João pulou na carroça, pegou as malas, desceu e me deu um tapinha nas costas que quase me fez engasgar. — E aí, primo? Tá com cara de quem viu fantasma! — ele riu, os olho

