O sol da manhã no Morro do Turano não era apenas uma luz que anunciava o início de mais um dia de luta; para Catarina, era o brilho da liberdade que finalmente batia contra o rosto dela. Sete já havia descido para a boca e ela estava ali, podendo aproveitar a casa, a vida como achasse melhor. Ficava pulando da cozinha para a sala, até o sofá. Usava roupas simples, o cabelo preso de qualquer jeito - a liberdade tinha um gosto diferente. Catarina sabia que logo a restrição física dos últimos dias, a dependência e a dor constante estavam prestes a ser deixadas para trás, Sete iria vim busca-la para que os pontos do pé fossem retirados. Sete chegou e a viu ali na sala, simples, mas mais linda que qualquer princesa. Sete não permitiu que ela fizesse qualquer esforço. Com uma facilidade q

