MD narrando Quando ela agarrou meu braço e disse que tava doendo… eu juro, foi como se o chão tivesse sumido debaixo dos meus pés. Depois do dia fod.a que a gente teve, nunca imaginei que a noite fosse terminar daquela maneira. O olhar da Priscila… o jeito que ela apertava a barriga… aquilo me travou por dentro. Mas eu não podia travar. Não ali, não com ela precisando de mim. Então, mesmo com o joelho latejando, o corpo todo doendo e a cabeça girando, eu levantei num pulo e falei que ia levar ela pro posto. Nem pensei. Só agi. Desci as escadas com ela aos poucos, sentindo cada degrau como uma pancada no meu corpo, mas dane-se. Ela estava m*l. Meus filhos estavam para nascer. Nada era mais importante que isso. Quando os moleques viram nossa cara, nem precisei explicar. Abriram a porta

