Íris narrando
Não tem mais quem apague o fogo que iniciou com esse beijo.
Fui ao banheiro respirar um segundo e me preparei pra dar o bote. Não iria permitir que o Murilo ficasse me tratando igual uma boneca de porcelana. Eu quero uma coisa e eu iria atrás dela. E essa coisa é ser dele.
Deixei a minha roupa no banheiro e voltei só de lingerie e a camisa por cima, só dois botões fechados. Só o olhar dele já queimou todo o meu ser, me fazendo sentir um aperto gostoso entre as pernas.
Eu nunca tive ninguém e só beijei um menino antes dele, é, pois é. Isso foi antes de eu ficar r u i m demais e não sair mais do hospital, e bem, depois que eu conheci o Murilo, aí perdi o interesse em qualquer outro. Esse malvado me fez esperar por um ano, mas agora chega.
Com o coração apertado, pedi pra ele não trazer ninguém aqui demais de mim. Não sei como vai ser depois dessa noite e talvez eu tenha sido uma grande b o b a em ter pedido isso pra ele. Meu coração errou uma batida quando ele disse 'só você', pode até não ser verdade, mas não foi isso o que eu senti.
Eu senti que ele quer estar comigo tanto quanto ele e acho que só tem medo. Medo de passar pelo o que ele passou no passado, talvez medo pela minha doença, eu tô bem no momento, graças a ele, mas ainda tenho uma longa estrada pra monitorar a minha saúde e infelizmente, tudo ainda pode acontecer.
Eu também tenho medo. Medo de ficar r u i m de novo, medo de partir, medo da nossa amizade não evoluir, medo da nossa amizade regredir, medo de não ser tão bom pra ele essa noite, mas ainda assim eu quero tentar, quero arriscar, quero me entregar, aqui, de corpo e alma.
Eu não tenho nenhuma experiência, mas até que conheço o meu corpo, nos último meses, tenho que olhar esse gostoso, eu precisei me descobrir e descobrir como aplacar o desejo que eu comecei a sentir, claro que nem se compara a um mero beijo dele, mas já era alguma coisa.
Antes que eu ou ele pensemos muitos já estamos sobre os edredons, as chamas das velas tremeluzem levemente deixando o ambiente subtil, misterioso e aconchegante.
Puxo a sua camisa pela sua cabeça quando paramos brevemente pra respirar. A sua boca retorna pra minha num beijo cada vez mais urgente, mais necessitado, mais intenso, pegando mais fogo. Seus dedos trabalham ágeis nos meus poucos botões fechados e os meus descem pro botão da sua calça. Eu ergo o meu corpo pra ele descer a camisa pelos meus ombros e rapidamente se livra da sua calça, ficando apenas de cueca boxer preta, o corpo tatuado e perfeito todinho a mostra para mim.
Ele desce os lábios beijando todo o meu corpo sem deixar nenhum espacinho para trás. O meu corpo vibra em antecipação, animação e desejo.
Murilo: - O que tu não gostar, não se sentir confortável, tu fala. - ele fala com a mão parada na borda da renda do meu sutiã
Íris: - Eu tenho certeza que vou gostar de tudo o que você fizer. - e eu não tenho dúvidas, ele deve ter vasta experiência, mas procuro não deixar o meu ciúmes me atormentar
O meu p e i t o desce e sobe ansioso, a minha respiração está ofegante, ele expõe os meus s e i o s, os admira e então passa a língua num m a m i l o e depois no outro, eu vou no céu gemendo. Ele mordisca suavemente e eu me remexo toda embaixo dele encontrando a sua pelvis e sentindo o seu m e m b r o duro.
Minha boca seca e a minha calcinha molha.
Murilo: - Você é perfeita. - suas mãos passeiam pelo meu corpo e o seu olhar de desejo intenso afagam a minha autoestima - Perfeita demais. - suas mãos e seus beijos descem pela minha barriga me causando e x c i t a ç ã o e cócegas até chegar na minha calcinha, ele me dá uma olhadinha e eu assinto com a cabeça, ele puxa levemente a peça de renda e eu levanto o quadril pra ajudar, ele afasta as pernas dela, me deixando completamente exposta - Toda molhada já. - ele passa um dedo pela minha i n t i m i d a d e, espalhando a minha lubrificação, eu fecho os olhos apreciando as ondas de prazer que esse pequeno toque enviam por todo o meu corpo e quando sinto a sua lingua quente e macia no meu ponto mais sensivel, eu arfo e abro os olhos - E deliciosa! - ele fala com os lábios roçam do na minha i n t i m i d a d e, me olhando intensamente
E a visão dele no meio das minhas pernas é surreal, quente e pecaminosa.
Ele a língua por toda a minha extensão, chupa o meu c l i t o r i s, soca sua lingua habilidosa na minha entrada intocada que se contrai desejosa, com o dedo polegar ele esfrega o meu o meu c l i t o r i s arrancando suspiros e gemidos incontroláveis meus enquanto eu me remexo ansiosa por mais, agarrada as cobertas embaixo de mim.
Sua outra mão sobe pelo meu corpo e trabalha no meu m a m i l o, apertando o bico, amassando o meu pequeno s e i o com vontade. Eu mesma dou atenção ao outro reproduzindo o que ele faz.
Sinto o meu ventre contrair, a lingua do Murilo ainda ainda mais agil na minha b u c e t a assim como o seu dedo no meu ponto de prazer, uma necessidade, um desespero cresce no meu interior, um sentimento, uma sensação de explodir para me libertar e então eu alcanço.. O o r g a s m o mais forte e intenso que eu já tive.
Íris: - Ainnnn Murilo.. - eu gemo sentindo o meu corpo tremendo por fora e contraindo por dentro, as sensações do meu o r g a s m o prolongadas porque ele segue me chupando e esfregando o meu c l i t o r i s super sensível e inchado, só que agora com menos intensidade - Ahhhhh.. - eu suspiro extremamente satisfeita
Sua boca sobe pelo meu corpo ofegante encontrando a minha boca num beijo sensual onde eu sinto o meu próprio gosto, o que só faz o meu corpo aquecer ainda mais. Terminamos de tirar o meu sutiã e sua cueca é a unica coisa que separa o nosso corpo ainda.
Murilo: - Tá pronta mesmo? - ele se levanta e desce e tira a sua ultima peça de roupa sob o meu olhar intenso e decidido
Tô mais que pronta!
O seu p a u salta na minha direção, grande, duro, ereto, a cabeça rosada pingando, automaticamente eu passo a língua nos lábios, sinto a minha b u c e t a molhar mais, e nem sabia que era possível ficar tão molhada assim, ainda mais depois de g o z a r intensamente como foi.
Admirando esse deus grego do m a l na minha frente, eu só consigo mover a cabeça concordando e pensando 'nossa senhora das calcinha molhadas, como valeu a pena esperar'.